Coleção pessoal de testeteste123
Quando o propósito guia nossos passos, cada ação se transforma em uma oportunidade poderosa de prosperar e criar um futuro de sucesso.
Sou vento que não se prende, alma que não se cala. O agora é meu templo e o Espírito que move o Universo respira em mim.
Tanta gente confundindo José Maria com Maria José que, se elas encontrarem a Paz de Espírito na rua, é capaz de pedir desculpas e dizer que estão esperando o Espírito da Paz...
--- Risomar Sírley da Silva ---
O sol nasce, o vento sopra, a água corre, mas é dentro que a vida pulsa... ou se cala. Quem deixa de viver, ainda que ande, já caminha com a morte. O mundo gira, indiferente. Parar é ceder. E às vezes, morrer é só não ter escolhido viver.
Engraçado.... até a sobra desaparece quando a luz muda. E por um segundo, até aprece que estou sozinho. Mas não... nunca estou! Porque sempre Ele caminhou comigo, Sou eu!! E ser minha própria companhia, é liberdade! Que você nunca se esqueça, você é tudo que precisa pra seguir e florescer!
Nos meus olhos fazem
um cortejo gentil a Sirius,
a Betelgeuse, a Rigel
a Canopus e as Pleiades,
não nasci para flertar
com terrenas inverdades.
O sublime sentimento
de ver a Lua Crescente
em noite de céu aberto,
visitando a sofrida Gaza,
transcende a fotografia.
Traz para mim a nostalgia
imersiva da casa destruída,
e as saudades da família
que nunca mais será vista,
e jamais será esquecida.
O coração por licença
humanista toma a liberdade
de se tornar a tenda
do palestino iluminada
em pleno Ramadão,
para evocar a pacificação,
e o futuro de reconstrução.
(Ninguém pode deter
o futuro de uma Nação).
Admita o que sua alma realmente precisa e tenha coragem de viver isso agora, porque quanto mais o tempo te faz sábio, mais ele te aproxima do fim.
A vida é um túnel no tempo e escolhas na vida, quem acredita em sim, transforma escuridão em passagem, dúvida em decisão, e o agora em direção. Acredite! Somente você pode fazer a diferença.
A vida é breve, o tempo escapa, os sonhos iludem, as decepções ensinam, mesmo assim, seguimos! Humanos frágeis, intensos e cheios de querer.
A vida é um sopro entre dois mistérios: nascer sem pedir, morrer sem querer, e no meio disso, o tempo nos escapa sem aviso.
Não há escolhas ao nascer, nem como partiremos. Entre o início e o fim, somos reféns do tempo, tentando dar sentido ao que nunca esteve em nossas mãos.
De Pedro a Arthur, de avô a neto, um legado que atravessa o tempo. O primeiro homem da nova geração, herança de amor, valores e história. que sua caminhada seja forte, nobre e cheia de propósito.
"O INVENTÁRIO DA AREIA E DO VENTO..."
Ah! Alcancei a crista da onda, aquele ponto cego onde o oceano se torna abismo e as águas, memória; um ápice que não é o topo da montanha, mas o momento em que a descida se torna a única forma de abraçar a terra. Já tenho em mãos o inventário do mundo: o sangue ramificado em filhos, o suor cristalizado em ofícios e os pequenos templos de tijolo que chamo de lar, mas à mesa, o banquete é de silêncio e o tilintar do garfo no prato vazio ecoa uma fome de ser...
A água na geladeira, guardada em vidros gélidos, retém o gosto de todos os rios que não naveguei, sabores de partida, espera e esquecimento que se misturam aos meus pensamentos, cavalos selvagens chicoteados pelo cronômetro. Eles galopam para o ontem em busca de um rastro, caem mortos no solo estéril do agora e fixam o olhar vítreo num amanhã que nunca se deixa tocar, enquanto meu centro se desfaz como um catavento enferrujado tentando ler o sentido dos ventos em dispersão...
Aos quarenta e oito invernos, o corpo reclama o aluguel do tempo e a força, antes uma lança de ferro, hoje é um fio de seda segurando o peso de uma existência que parece ter durado séculos. O álcool deixou de ser celebração para tornar-se um solvente, um mergulho em águas turvas para ignorar o naufrágio das células e os pequenos motins que minha própria biologia organiza contra mim...
Sinto a falta daquela euforia bruta dos finais de ciclo da juventude, da liberdade que cheirava a asfalto quente, antes que o acúmulo de dias se tornasse uma biblioteca de angústias. O livro da [minha] vida decidiu queimar suas próprias páginas; a história quer se abreviar, quer o ponto final antes que a tinta acabe, transformando-me em um ancião que assiste à própria biografia ser devorada pelas traças da finitude, enquanto o horizonte insiste em escrever capítulos sobre minha pele cansada...
Nesse processo de liquefação, aprendi a coreografia secreta do riso para mascarar o estrondo das quedas, descobrindo o luxo de chorar por dentro, uma chuva privada que irriga jardins que ninguém visita. Distanciei-me das âncoras que me prendiam a portos de gente falsa, buscando uma ecologia do ser onde o propósito é a presença da luz e o silêncio dos pensamentos que já pararam...
Não há mais o que explicar sobre a vista que embaça ao tentar ler o que está perto; talvez a alma tenha decidido focar apenas no que é infinito, desdenhando o que é ainda palpável. Sigo agora por este desfiladeiro onde a avalanche dos dias transforma o concreto em névoa e as lembranças em espectros sombrios e distantes, aceitando que tudo morra finalmente em mim, para que eu possa, despojado de tudo, renascer, quem sabe um dia, no vazio...
--- Risomar Sírley da Silva ---
E assim, em meio à ausência de escolhas, vivemos o paradoxo: ser humano é abraçar a dor e a beleza de um roteiro não escrito por nós, é lutar por um sentido na inescapável impotência de sermos apenas o que não escolhemos ser.
O tempo voa, mas o grande feito não é apenas voar, é saber quem pilota. A vida passa rápido, e perder oportunidades é deixar o destino nas mãos do acaso.
A linguagem sempre revela algo. Nietzsche dizia que as palavras são metáforas esquecidas. Então quando alguém fala “pobrema”, talvez não seja só erro — pode ser retrato de um sistema que nunca ensinou direito. E isso é um problema muito maior que o “pobrema”.
“Os brasileiros que mais tem problema são aqueles que vivem de ‘pobrema pobremas’ — porque às vezes o maior erro não está na gramática, mas na maneira de enxergar o mundo.”
Só para os fortes
De um Manoel Pedro veio o Pedro que passando pelo Bendito veio o Pedro e o Manoel.
E hoje o Manoel canta e encanta o Pedro! Por isso, onde o Pedro vai, eu tbm vou!
Muito mais que uma música.
