Coleção pessoal de testeteste123

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Eu odeio coisas superficiais. E por isso tenho rancor deste mundo, pois ele é composto por coisas rasas e sem profundidade, mas adoro testemunhar a reviravolta do genuíno. Afinal, os humanos sempre estão atrás do melhor, não é?⁠

Na vida existem três escolas: a família, os amigos e a solidão.
A família nos ensina princípios; os amigos compartilham os momentos; e a solidão nos faz refletir sobre quem somos.

Evangelizar pessoalmente neste século é inútil, em um país de liberdade onde todos têm acesso ao conhecimento com facilidade, a evangelização nas ruas do Brasil se torna uma prática vã e retrógrada.

Livre arbítrio? Vivemos, muitas vezes, a ilusão dele. Escolhas? Na maior parte do tempo, apenas reagimos ao nosso próprio conteúdo. E o nascimento? e a partida? O corpo, o tempo, a história? Sujeitos ao envelhecimento, às perdas e aos imprevistos, resta-nos viver pra ver. Luz própria? Dependemos de uma energia de vida que não dominamos. O conflito é claro, quando quero fazer o bem, acabo fazendo o mal. Daí a incoerência, não como falha moral isolada, mas como condição humana. Enterrar versões que já não sustentam a vida e dar à luz, outras, mas honestas com quem somos agora. Em nós, morrer e nascer não são opostos. São o mesmo movimento.

Acreditar que tudo depende apenas de Deus é, muitas vezes, transferir a própria responsabilidade. Fé em ação não constrói, não move, não transforma. O milagre já nos foi dado, consciência, capacidade e escolha. O resto é conosco. O Reino está dentro de nós, e tudo que o impede, também. este é o tempo de agir, lutar e assumir o protagonismo com honestidade.

Saudade é perigosa quando apaga memória seletivamente.

Não importa o quanto você ame alguém, não importa se daria a vida por esse amor... A reciprocidade não vai haver por causa disso.

Ano novo não é só mais um ano. É terreno fértil pra planos que ficaram guardados, projetos que pediam coragem, decisões que só você pode tomar. Acredite no processo. Confie no caminho. Siga em movimento. Faça acontecer.

ILUSÃO


Ilusão é fantasia
Uma imaginação
É cegar para o real
É tirar os pés do chão
É um modo de criar
Um cenário irregular
Pra enganar o coração

Tanta coisa que a vida já levou
E a gente somando só rancor.

Envelhecer não é ganhar controle, é descobrir que nunca tivemos. A vida nos lança no mundo sem inicio claro, sem garantias, sem respostas definidas. Somos moldados por crenças, costumes e moralidades que nos julgam antes mesmo de nos permitirem ser quem somos. Buscamos perfeição, poder, reconhecimento, mas nada disso traz sentido sólido. No fim, percebemos, a vida passa como um vento e o verdadeiro conflito está entre o que somos e o que o mundo nos permite ser.

Acreditar que estamos no controle é, muitas vezes, uma pedido silencioso de proteção. A ideia de que basta decidir evita encarar o tempo, o esforço e o risco de falhar. Quando a confiança em si vacila, cria-se a ilusão do controle. A virada não começa na força, mas no reconhecimento. Segue no perdão próprio. E se sustenta na coragem de permanecer. Não é sobre controlar a vida. É sobre sustentar o processo. Em que parte do processo você está tentando controlar?

Na varanda de um belo lugar acolhedor, defronte a uma vista agradável de uma natureza verdejante sobressaindo bravamente a uma selva de pedras, desfrutava da própria solitude, alegrando os olhos e usufruindo de alguns instantes de leveza, respirando um ar puro e quiçá, admirando um exemplo de resistência,

Ocasião usufruída com muita simplicidade, de uma maneira despretensiosa, tranquila, muito edificante apesar da sua brevidade; já que cada poção de refrigério, por menor que seja, é importante, pode ser a causa de um contentamento particular, que chega a conversar com a alma — principalmente, se não tiver ninguém para atrapalhar

A rotina consegue nos cansar com certa facilidade; então, quando possível, faz bem às vezes parar um pouco apenas para observar. Sem pensar em nada negativo ou complexo e sim ocupando a mente com pensamentos construtivos, esquecendo que o tempo está passando e assim poder aproveitar o máximo de um momento simples, aprazível, ainda que temporário.

Ao longo da vida, morremos muitas vezes. Enterramos versões de nós mesmos e renascemos, nem sempre melhores, mas sempre mais conscientes.
O luto é a parte mais difícil entre o que deixamos de ser aquilo que ainda estamos aprendendo a nos tornar. Nada do que fomos morre por completo. O que ficou para trás sustenta o que evolui em nós.

Primeiro dia do último mês, dezembro sempre abre a porta de um jeito diferente.
O amanhecer parece sussurrar que tudo se renova, inclusive eu. Enquanto dirijo, olho pra frente e deixo a estrada me lembrar que o futuro é movimento. No retrovisor fica o que já me ensinou, no presente fica o que já me sustenta, e lá na frente, fica tranquilo que ainda não sei, mas que escolho esperar com fé, visão e gratidão. que dezembro mantenha esse mistério no ar, passado aceito, presente vivido, futuro chegando.

Ás vezes, a vida pede que a gente desmonte quem foi, pra reencontrar quem ainda pode ser.Velhas versões morrem.Outras nascem no silêncio. Seguimos, mesmo sem saber como, mesmo sem saber escolher.
Porque viver é isso, cair, levantar, reinventar, e continuar acreditando.
No fim, aquele brilho antigo nunca se apagou. Ele só espera ser lembrado.

Do sol atravessando a janela, do vento no rosto, do riso que nasce do nada, do café que esquenta a alma, dos silêncios que dizem tudo.
Hoje eu pensei na partida, mas foi por amor à vida. Por que quanto mais eu entendo o fim, mais quero estar aqui, sentindo, errando, recomeçando.
Talvez o desejo de viver seja justamente isso:
saber que um dia acaba, e ainda assim querer ficar.

A vida é um falso livre-arbítrio.
A gente cresce acreditando que escolhemos... mas, na verdade, nada está em nossas mãos.
Não há escolhas ao nascer, nem ao partir.
Não escolhemos nossas dores, nossas perdas que ficam, tudo é um teatro onde os papéis já foram escritos. A realidade é dura, fria, crua.
As marcas ficam, e são elas que nos moldam.
Entre a vida e a morte, o único poder real que temos, é o que fazemos com as cicatrizes que carregamos.

A vida corre como o vento.... sem padrões, sem garantias. No fim, até Salomão nos lembrou: faça o que alegra tua alma, permita-se viver! Por que moralidade sem moralistas seria leveza... e ironicamente, os que mais apontam, são os que mais erram.

Palavras constroem destino.
Quem fala vida, colhe crescimento.