Coleção pessoal de testeteste123
Sorte, Azar e Inteligência: Uma Interpretação Relacional dos Eventos
Sorte e azar são conceitos profundamente enraizados na experiência humana. No senso comum, costumam ser tratados como propriedades inerentes aos acontecimentos: ganhar um prêmio seria “sorte”; sofrer uma perda inesperada seria “azar”. Contudo, sob análise mais rigorosa, esses termos não descrevem características objetivas dos eventos, mas sim avaliações feitas por um observador situado em determinado contexto. Um evento não é, em si mesmo, favorável ou desfavorável; ele se torna assim na medida em que se relaciona com expectativas, interesses e condições específicas de quem o vivencia.
Se definirmos sorte como um evento que favorece expectativas e azar como um evento que as contraria, então ambos são necessariamente relativos. O mesmo acontecimento pode ser considerado sorte para um indivíduo e azar para outro. Mais ainda: pode mudar de valência para o mesmo observador em momentos distintos da sua trajetória. Um fracasso imediato pode revelar-se condição necessária para um sucesso futuro; uma conquista pode gerar consequências inesperadamente negativas. A avaliação depende da posição temporal, psicológica e circunstancial do observador.
Nessa perspectiva, sorte e azar não são propriedades ontológicas do mundo, mas categorias interpretativas. O mundo apresenta eventos — muitos deles de natureza aleatória ou imprevisível — e o observador atribui valor a esses eventos conforme seus objetivos e estado atual. Assim, a aleatoriedade pertence ao domínio dos acontecimentos; sorte e azar pertencem ao domínio da interpretação.
Se deslocarmos essa discussão para a biologia, encontramos um paralelo interessante. Organismos vivos, ao longo da evolução, não controlam a ocorrência de eventos aleatórios, mas podem desenvolver mecanismos que aumentem sua probabilidade de sobrevivência e reprodução diante deles. Em termos funcionais, perpetua-se aquele organismo que consegue maximizar os efeitos favoráveis das circunstâncias e minimizar os desfavoráveis. Essa maximização e minimização não são necessariamente conscientes; podem estar inscritas em adaptações fisiológicas, comportamentais ou cognitivas moldadas pela seleção natural.
Nesse sentido, a inteligência — especialmente em formas de vida dotadas de cognição complexa — pode ser entendida como uma amplificação desse princípio. Uma vida dita inteligente não elimina o acaso, mas aprende a lidar com ele. Ao reconhecer padrões, antecipar riscos, acumular memória e projetar cenários, ela transforma a relação com o imprevisível. Quando um evento considerado “sorte” ocorre, a inteligência procura potencializá-lo: consolida ganhos, explora oportunidades, cria novas possibilidades. Quando ocorre um evento percebido como “azar”, busca mitigar seus efeitos: adapta-se, reorganiza estratégias, aprende com o erro.
A inteligência, portanto, não consiste em controlar o aleatório, mas em administrar suas consequências. Trata-se de um sistema de processamento de informação que reduz vulnerabilidades e amplia oportunidades dentro de um ambiente incerto. Quanto mais eficaz for essa gestão, maior a probabilidade de continuidade e expansão da vida que a exerce.
Em última análise, a distinção entre sorte e azar revela menos sobre o mundo e mais sobre a estrutura do observador. Eventos acontecem; sistemas vivos os interpretam e respondem. A vida que persiste é aquela que transforma contingência em vantagem relativa. Assim, inteligência pode ser compreendida como a capacidade de converter o acaso em aprendizado e o aprendizado em estratégia — uma dinâmica contínua de maximização do favorável e minimização do desfavorável em um universo essencialmente indiferente.
[Fadado a
Triunfar]
O Sorriso Sincero,
é a Manifestação
mais Poderosa da Natureza.
É de nosso feitio fazermos
furiosamente fados frenéticos.
Eu não entendo
como um amor começa,
mas hoje compreendo,
como ele se eterniza.
mas entendo tudo
sobre perder.
perdi tantas vezes na vida,
que acabei me tornando
profissional nisso.
Sou o melhor perdedor
que você vai conhecer.
A dor, muitas vezes
é a maior prova de vida,
que podemos experimentar.
se Você for embora,
já embrulhei meu Coração
com um laço vermelho,
ele te pertence,
pode levar contigo.
cuide-se meu bem,
caso contrário
a qualquer momento,
pode ser atingida,
por uma poesia perdida.
Poesia é nossa arma,
o Verso a munição,
descarregamos tolerância,
sem piedade ou omissão.
Tudo chega ao fim,
até a opressão.
CUIDADO com a Educação,
na pior das hipóteses
vc pode aprender alguma coisa.
Nenhum deles estava
completamente certo,
nenhum deles estava completamente
errado.
Somente a incerteza
está assegurada.
Só a dúvida é definitiva.
Somos movidos
pela singeleza,
o único objetivo
de um sonhador,
é realizar sucessivamente
o impossível.
Fatidicamente
existem entidades
superiores ao ser humano.
Pois não é aceitável,
que em um universo
tão vasto,
nós, em nossa infinita
mediocridade,
sejamos os seres
mais evoluídos que existem.
Não nos leve a mal,
cremos em Deus.
Só não cremos nos credos.
Só não cremos, que Deus,
tenha algo a ver estritamente
com a humanidade.
Vemos tantas pessoas
que se intitulam religiosas,
crentes e agraciadas
com o dom da fé,
praticando atrocidades
terríveis
para com seus semelhantes,
que é um grande alívio espiritual,
não crer em credo algum.
Próxima Fatia:
[A meritocracia é a Arte de Usurpar do Outro]
quando o homem perdeu
para a máquina no Xadrez,
nossa espécie já estava condenada ao fim ?!
Não.
se formos derrotados em nossa lógica,
criaremos outra.
A potência criativa é nosso trunfo.
No entanto,
um país que elege mais militares
do que Professores,
pelo voto popular,
destina-se a escravidão.
Parece ruim né ?!
Mas é muito pior
Do que parece.
patriotismo
sem Cidadania e Humanidade,
é o primeiro passo
para o holocausto e o genocídio.
Chega a ser inacreditável,
a profundidade do poço
de incoerência e ignorância,
no qual uma parcela da população
sempre se encontra.
Mas até a fossa abissal das ilhas Marianas,
tem fim.
Tristemente,
não podemos mudar
o que as pessoas são de fato,
como elas também
não mudam o que somos.
A influência existe,
mas a transformação,
além de ser uma escolha,
é uma experiência pessoal
e solitária.
Se quiser saber mais,
sobre pífias opiniões,
leia meus livros.
Se não quiser saber,
adquira meus livros
e dê como presente
a um inimigo.
Mas saiba,
que desta forma,
ele sempre estará em vantagem.
A reta
é a menor distância
entre dois estragos.
Jamais existiu,
uma civilização
mais evoluída
que os povos indígenas.
Não somos dignos
dos selvagens,
nós, sempre fomos os primitivos.
Quando foi ?!
Foi no dia em que vi a mais bela flor,
toda vestida de flores.
Guiados pela franqueza,
esperança e compaixão,
nosso objetivo é simples,
só desejamos liberdade e revolução.
ainda que na vitória,
a brutalidade
sempre será derrotada.
Ao passo que,
mesmo na derrota,
o amor está fadado a triunfar.
(Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)
Lembranças Azuis!
.
Nada mais importa agora!
O que se foi, se foi!
Dos momentos de antes,
só restaram lembranças!.
É tudo agora, nada mais!
O tempo afastou você de mim!
Talvez! Um novo dia possa vir e
com ele, venha, um outro olhar,
em minha direção. Florescendo,
os velhos desejos, que foram
levados, junto ao sol de verão!
Na primavera! Onde voaram e
pousaram as borboletas azuis...
Só restaram, casulos embolorados,
encobertos pela névoa fria,
sem alegrar os meus olhos!
São apenas lembranças azuis!
Os ventos que nos veneraram,
sopraram e bateram forte nas suas
janelas, e lá, você não mais estava,
para reabri-la para mim. Então!...
Nesse momento triste, entendi...
Que você, não me queria por perto.
E assim, parti! Envolto a brisa fria,
que envolvia o lugar! Agora!...
Mesmo que reabra as suas janelas,
aos novos raios do sol...
Certamente, eles virão trazê-la
os novos ventos...
Mas, nesses momentos!...
Perto de você!...
Eu, não mais estarei.!!
.
Ademilton Batista
Brasil, Bahia, Itabuna.
Do Livro O Meu Céu
DR10052023.
O Velho Tempo.
.
Nada mais importa agora,
tudo passou despercebido.
Para que lembrar do tempo,
que já foi esquecido!
.
O velho tempo ficou nas estórias,
em telas sem as memorias,
nas versões antigas.
.
Para pintar os novos quadros
visualize as novas paisagens
que façam sentidos.
.
Construa um novo universo,
um outro tempo em si,
com instantes únicos e verdadeiros,
valendo a pena serem vividos.
.
Neles faça um novo Sol, uma nova Lua.
Nas novas Estrelas e constelações,
Construa sonhos de ideais iluminados,
a serem explorados.
.
Porque, se não esquecer as velhas partidas,
não haverá novas chegadas,
para as novas despedidas.
.
Ademilton Batista,
Brasil, Bahia, Itabuna.
Do Livro Vencendo o Tempo
DR21022018
Estamos tão preocupados com os algoritmos das redes sociais que esquecemos que a vida também responde aos nossos estímulos.
" Somos eternos aprendizes, conforme as leis do universo.
Colhemos os frutos de nossa semeadura,
buscando construir nossa fortaleza interior.
Caminhamos para à luz, cientes que, o progresso é moral, a vitória é interna, e a fé inabalável é transformadora ".
Márcos Frèitas
A luz não se apaga:
ela desiste.
Fica fraca demais para revelar a verdade.
Meus pensamentos apodrecem em silêncio,
como algo vivo que não quer morrer.
Há vozes que não falam — lembram.
Repetem meus nomes antigos,
meus erros intactos.
Cada memória é uma lâmina lenta,
cortando sem jamais sangrar.
Quando finalmente aceito o escuro,
entendo:
não estou perdido
— fui guardado aqui.
E a sombra que me observa
há tanto tempo sou eu,
esperando que eu não acorde.
A casa respira quando a noite cai,
paredes rangem segredos que ninguém contou.
O relógio bate horas que não passam,
e cada sombra parece saber meu nome.
No corredor, passos sem dono se repetem,
o espelho sorri quando eu não sorrio.
Há olhos no escuro, famintos de memória,
lembrando pecados que eu jurei esquecer.
Quando o silêncio finalmente fala, é tarde:
o medo não bate — ele já mora aqui.
E ao fechar os olhos, eu entendo o horror…
o monstro nunca esteve fora de mim.
Idade Antiga: Período Conservador
Idade Média: Período Conservante
Idade Moderna: Período Abertista
Idade Contemporânea: Período Aberto
A inteligência é infelizmente mais importante que a beleza, pois a beleza passa e a inteligência é eterna.
É fácil ouvir conselhos de outras pessoas.
Difícil é quando somos nós que aconselhamos…
e o conselho é para nós mesmos.
A gente sabe o caminho, sabe a resposta,
mas, ainda assim, escolhe não ouvir.
Talvez porque seguir o próprio conselho
exija coragem maior do que apenas falar.
A União Europeia, com suas enraizadas diferenças e divergências, já nasceu predestinada ao falimento, pois a falência já estava sobrevoando os céus de algumas grandes nações europeias, enquanto em outras, já construía moradia em suas entranhas.
