Coleção pessoal de testeteste123

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Nem tudo que eu faço é porque eu quero e porque Deus me pede, às vezes eu faço coisas que Deus não gostaria que eu fizesse.

A força vem de dentro... e me parece que a fraqueza vem de fora... quando se quer conquistar algo inatingível
...

Do caos tira-se a ordem... e da mais terrível tempestade, o dia perfeito...

A vida coloca empecilhos em nossas vidas pedindo “evolua, evoluam!”…

Use as redes sociais com cuidado e propósito. Que faça sentido para você.
Você se expõe porque faz parte da sua identidade… ou finge que gosta de aparecer só para não se sentir vazio?

Amar é Perdoar Sem Desejar o Mal.

"Em qualquer guerra nunca
existirá o vencedor, restará
o que perdeu menos e o
que perdeu mais"

Pare um instante e sente isso comigo: o peso da miséria que esmaga sonhos, a fome que rouba infâncias, as desigualdades que nos separam como abismos, e guerras entre nações que nascem de brigas pequenas e viram herança de ódio eterno. Meu coração grita sim: precisamos lutar contra isso tudo. Não com palavras vazias, mas com a força de quem sente na pele que o sofrimento do outro é o nosso também. Calar é conivência; agir é humanidade pura. Pensa na miséria e na fome primeiro, que doem fundo. Famílias contando migalhas pro jantar, crianças com olhos vazios de esperança — isso parte a alma. Lutar significa dividir o pão, criar empregos dignos, educação pra todos. Desigualdades acabam quando estendemos a mão, construindo pontes de solidariedade. E as guerras? Que dor... Começam com disputas tolas — terra, poder — e se eternizam, pai passando trauma pro filho. Oriente Médio, Ucrânia: rios de lágrimas, mães sem filhos. Mas dá pra parar: com diálogo sincero, trocando ódio por paz. Histórias mostram que negociações salvam mundos, rompem ciclos viciosos. Precisamos disso agora, pra herdar abraços, não cicatrizes.

Ás vezes o coração congela por conta de tanto frío na barriga, tanto vento provoca tempestades na mente e no meio dessas nuvens não é possível enxergar, mas não permita chover em seus olhos se não for para que os raios de luz possam entrar.

A humanidade desfila na beira do precipício,
Não que seja novidade, para nós é quase um vício.
A mesma ciência que ajuda salvar vidas
É a que estuda formas mais eficientes de atirar para a tirar.
É fato que o conhecimento não tem lado,
Mas o que fazemos é acelerar com o freio de mão puxado.




É fato que amamos odiar, a guerra nos motiva a avançar.
O caos é uma festa em que adoramos dançar;
Somos atraídos por ele, à meia-noite uma bomba nuclear.
O tempo passa e buscamos motivos para nos isolar.
Povo diferente? Mais um souvenir.
Pouco importa discernir,
Troca de presentes — às vezes nem é isso,
Só consumismo barato, disfarçando xenofobia e racismo. No fim turismo,
Aproveitando a feira do outro lado da fronteira.




Um mesmo ser, detalhes nos impedem de conviver.
Assim que as bombas estourarem, não haverá mais divisão,
Finalmente a igualdade: o fim de toda a civilização.
Não é o ideal, mas é a sentença do tribunal
Onde somos réus, carrascos e vítimas.
O lobo correndo atrás do próprio rabo,
Pois, bem como disse Hobbes: “O homem é o lobo do homem”.
No fim todos morrem.

Impossibilidade é apenas uma questão de tempo.

Não esqueça o que você é, o resto do mundo não vai esquecer.
(Tyrion Lannister)

Você mexe com o tempo, ele tende a mexer de volta.
(Homem de Ferro)

Caos não é um abismo. Caos é uma escada.
(Petyr Baelish)

Você tem duas opções: "Ficar sentado e culpar as pessoas e o mundo, ou, se levantar, crer em Deus e seguir em frente".

"DEUS sempre responde a ORAÇÃO, mas é do jeito dEle".

A única economia
que preocupa o político-influencer
é a
Economia da Atenção.


Não a economia do pão na mesa, do remédio na prateleira, do emprego que dignifica — mas a economia do clique, do compartilhamento, do engajamento nervoso.


Nessa bolsa de valores invisível, a moeda não é o trabalho: é o tempo do olhar.


E o olhar, quando capturado, se transforma em poder.


Vivemos a era em que o discurso não precisa ser profundo, precisa ser performático.


Não importa a coerência, importa o alcance.


Não importa a verdade, importa a viralização.


O algoritmo não premia a lucidez; ele recompensa o ruído.


E este, por sua vez, é o fertilizante da polarização.


O político-influencer aprendeu que governar exige responsabilidade, mas performar exige apenas estratégia.


Ele troca o gabinete pelo estúdio, o debate pelo corte editado, a política pública pela pauta que inflama.


Quanto mais indignação, melhor.


Quanto mais medo, mais retenção.


Quanto mais simplificação, mais compartilhamento.


E nós, cidadãos, tornamo-nos audiência.


A Economia da Atenção não se sustenta com serenidade; ela precisa de tensão permanente.


Por isso, crises são alongadas, conflitos são dramatizados, e soluções reais são silenciosamente adiadas.


Resolver um problema é muito menos lucrativo do que explorá-lo.


A tragédia é que, enquanto disputamos narrativas, negligenciamos estruturas.


Enquanto reagimos a frases de efeito, deixamos de cobrar projetos consistentes.


Enquanto consumimos escândalos em episódios diários, esquecemos de acompanhar políticas em processos longos.


No fim, a pergunta que fica não é sobre eles, mas sobre nós:
quanto do nosso tempo estamos entregando a quem lucra com a nossa distração?


Talvez a revolução mais silenciosa — e também mais poderosa — seja aprender a retirar a atenção de onde ela é explorada e devolvê-la ao que é essencial.


Porque, se a atenção é a moeda forte, ainda somos o banco central.⁠

“Estudar a Bíblia diariamente e conhecer a si mesmo é a maior fonte de transformação. Mude a sua rotina e mudará seus resultados.”

Paula


Não desenha.
Ela escuta.
Enquanto o mundo fala alto,
ela inclina o ouvido
e capta o que a pele quer dizer.
Astuta... lê silêncios.
Inteligente... entende que tinta é memória líquida.
Sincera... não promete eternidade,
mas entrega verdade.
Nas mãos dela
a dor não é castigo,
é rito.
A agulha não fere,
acorda.
Paula é dessas artistas raras
que não marcam corpos..
revelam histórias.
E quem passa por ela
não sai com uma tatuagem.
Sai com um capítulo escrito na própria carne.

Sabedoria não se mede em quanto ganha, nem em quanto tem. Mas em postura, intuição, e, caráter.