Coleção pessoal de testeteste123

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O clássico transcende o tempo;
o vintage é um remake do tempo; o antigo é parte essencial do tempo.

A mulher que cuida através de cada palavra dita...
De cada conselho, cuidado e carinho...
De uma dor guerreira de um amor sozinho...
Mas que nos convida a novamente a amar.

O maior milagre não foi o cego passar a ver, foi alguém reconhecer que estava cego.

Pode ser que daqui há 1 ano olhemos esse poema por outra perspectiva.


Sol alto, céu aberto,
azul tão limpo que parece recém-lavado pelo vento.
As nuvens passam preguiçosas,
como se estivessem apenas visitando o dia.


Na areia clara, quente de luz,
uma mulher ergue o rosto
como quem conversa em silêncio com o horizonte.


O chapéu de palha desenha círculos de sombra,
protege — mas não esconde —
a tranquilidade que mora no seu gesto.
As mãos seguram a aba
como quem segura o próprio instante.


Óculos escuros guardam o mistério do olhar,
mas o rosto revela serenidade,
uma pausa rara
entre o barulho do mundo e o som do mar.


O biquíni branco reflete o sol
como espuma que decidiu virar pele.
O vento brinca com os fios do cabelo,
e o tempo, por um momento,
parece esquecer de passar.


Lá atrás, no alto da colina,
uma igreja observa tudo em silêncio —
antiga, paciente,
como se conhecesse histórias de outras marés
e de outros verões.


O mar se move devagar,
respirando ondas na beira da areia,
enquanto pequenas figuras caminham ao longe,
distantes, quase parte da paisagem.


Mas ali, naquele ponto exato de luz,
existe um instante inteiro:


uma mulher,
o vento,
o sal no ar,
e a certeza simples
de que o mundo às vezes
se resume
a estar viva
sob um céu azul. 🌊☀️


Autoral: Martinha S. Dias

A flor é rosa porque a cor da flor é rosa, ou o rosa é cor porque a flor tem a cor rosa?
A cor é rosa, pois a flor tem a cor rosa; a flor rosa é a que batiza a cor, e não a cor que batiza ela.
Se fosse a cor dando nome à flor, o nome da flor ainda seria rosa.
A flor rosa, mesmo sem a cor, ainda se chama rosa.
É ela quem dá nome à cor, e não a cor quem dá o nome a ela.

Com ferimentos pelo corpo, o descanso a ser suplicado deprimente. Inópias avassaladoras e traços tenebrosos ao som de uma sociedade calada, com enigmas acobertados. Uma nação suscetível a aves que precisavam voar em um universo utópico e estranho. Até quando os ares resistiram a tantas desonras?

Iluminar o código da vida deve ser o nosso objetivo diário, ler as informações genéticas presentes em nosso DNA.

Ninguém cresce quando está confortável sendo pequeno.

Quando o nosso futebol passou a atrair técnicos e jogadores estrangeiros de nível medíocre, o desempenho caiu de forma assustadora. Não se trata de xenofobia, mas de uma constatação.


Frase de Benê Morais
⁠

Quando o futebol brasileiro passou a se encher de técnicos e jogadores estrangeiros medíocres, o nível caiu assustadoramente. Não se trata de xenofobia, mas de uma constatação.


Benê Morais
⁠

⁠Amar deixa-me perdida, em um mundo tão grande os nossos olhos se encontram. Mesmo estando tão longe, parecemos tão perto.


Será um erro? Se for, afogo-me nele.
Esqueço da vida.


Quando olho para os teus olhos, vejo o universo e perco-me neles, perdida nos meus pensamentos.


Será isto real?
Não, nada disto é real.


O amor que criaste eram ilusões.
Ilusões falsas.


Estas mesmas ilusões fazem pensar que não gostas mais, mas depois de tempos pegaste, perdida nos pensamentos, pensando onde buscavas um amor ruído.


Ilusões e ilusões.


Tempos e tempos passaram e os sentimentos também, até se tornarem memórias ruínas.

O AVESSO DO RASCUNHO
(Entre marcas de expressão, a liberdade de ser essência lapidada)

Ontem, eu era um rascunho mal traçado. Hoje, quando olho no espelho, vejo marcas de expressão, rugas e fios brancos que sinalizam: sou uma sobrevivente de um passado que marcou e machucou, mas que também me fez feliz. Tive minha evolução!
Na tela do celular, distraio-me brincando com as letras até formar minha poesia e os escritos que quero deixar como legado — para que se lembrem de que minha essência, agora lapidada, permanece. Entre uma rolagem e outra, observo o sol que parece ser de plástico, enquanto rego, com lágrimas secas, o meu próprio caos.
Vivo num mundo caótico onde a esperança se renova a cada adormecer; pois é no sono que, desprendida da matéria, sou totalmente liberta.

Lu Lena / 2026

⁠⁠Não é sobre
se libertar da dor,
mas do que
causa
a dor.




Há um equívoco muito comum em nossa maneira de lidar com o sofrimento: tratamos a dor como inimiga, quando muitas vezes ela é apenas a mensageira.




Passamos grande parte da vida tentando silenciá-la, anestesiá-la ou escondê-la, como se o problema estivesse no alarme e não no incêndio que ele anuncia.




Libertar-se da dor pode até oferecer algum alívio momentâneo, mas quase nunca transforma a realidade que a produz.




É como trocar o curativo sem limpar a ferida — por um tempo parece resolvido, até que a infecção volta a lembrar que o problema nunca foi realmente enfrentado.




O que realmente exige coragem não é fugir da dor, mas olhar com honestidade para as causas que a alimentam.




Às vezes são relações que se sustentam no desgaste, expectativas que nunca foram nossas, silêncios que acumulamos para manter aparências ou estruturas que aprendemos a aceitar como inevitáveis.




A dor, nesse sentido, pode ser um tipo muito raro de lucidez.




Ela revela aquilo que a acomodação tenta esconder.




E, por mais desconfortável que seja, ela também aponta para onde a mudança — de fato — precisa acontecer.




Libertar-se do que causa a dor exige mais do que resistência emocional — exige revisão de escolhas, rompimento com padrões e, muitas vezes, a coragem de contrariar as narrativas que nos ensinaram a suportar o insuportável.




Porque, no fim, não se trata de aprender a viver anestesiado.




Trata-se de aprender a viver sem precisar se ferir para continuar existindo.

" Voltar-se para o que realmente permanece. Esse movimento interior constitui uma das formas mais discretas de progresso moral. "

Minha querida floor que eu gosto muito de ti és uma flor para mim ou és uma flor daquelas flores bonitas e lindas de amar para sempre meu amor.🌷🌹

Disse o meu senhor ao empregado: quanto mais cabra mais cabrito

A mente oca olha para a esquerda, eu sigo à direita. A estrada dele é vermelho; a minha, o verde e amarelo da realidade. É impressionante notar como ele insiste no erro. Muito tapado.

A triste realidade atual é que certos homens sabem da força de uma mulher, por isso quando atacam uma, tiram a vitalidade delas para sempre.
⁠

“O valor de uma caminhada não se mede pela rapidez dos passos, mas pela constância do espírito que se mantém fiel ao caminho escolhido. A lentidão não é sinal de fraqueza, muitas vezes é apenas o ritmo natural de quem compreende que as obras duradouras se erguem com paciência e perseverança. O verdadeiro fracasso não está em avançar devagar, mas em desertar da própria jornada. Enquanto o homem permanece em marcha, ainda que em passos lentos, o tempo deixa de ser obstáculo e passa a ser aliado. Pois é na continuidade silenciosa do esforço que o destino se revela, e o caminho, antes obscuro, gradualmente se ilumina diante daquele que não desiste.”

" Quando o olhar se torna mais claro, a própria existência passa a revelar profundidades que antes permaneciam ocultas ao espírito apressado. "