Coleção pessoal de testeteste123

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Franquia não é sobre comprar uma marca, é sobre assumir a responsabilidade de fazer um modelo funcionar.

A solidão não é ausência, é encontro. É o território onde todas as máscaras caem e a alma se vê obrigada a se reconhecer sem disfarces. No deserto da própria presença, algo começa a nascer em silêncio, como uma voz antiga que sempre esteve ali, aguardando ser ouvida. Não fuja desse lugar, há um tipo de luz que só se revela a quem permanece. O vazio, quando abraçado com coragem, deixa de ser abismo e se torna solo fértil para aquilo que transcende o próprio entendimento.


- Tiago Scheimann

No Centro do Caos, Nós

Pensando aqui… aqueles que estão no poder não têm poder; são apenas figuras meramente ilustrativas. De um lado, humanos agindo como demônios; do outro, demônios tentando ser humanos — e, no centro, estamos nós.

Nosso mundo está infestado de máscaras. Há, assim, muitos “mortos” se deliciando no mundo dos vivos, tentando corroer a decência humana. E eu, aqui, sigo no meu próprio ritmo, mesmo que, muitas vezes, precise enxugar o choro ao presenciar tantas injustiças.

E como não falar das vezes em que, escondida nas entranhas do universo, está lá a senhora mentira, representando os desejos não realizados de muitos? A nossa luta é tão intensa que, de repente, nos vemos como sombras escondidas na luz. O cansaço domina, e então paramos — não porque nos faltem armas, mas por falta de esperança, por duvidarmos se ainda vale a pena.

E, com isso, a vida de cada um vai passando lentamente por entre nós, provando que, mesmo assim, em sua perfeição imperfeita, a vida é linda… e vale, sim, vale muito a pena.

O poeta contra o tempo


Diante da frieza do tempo, que passa sem remorso —
a angústia da finitude.


O poema é estático;
mas o tempo, carrasco, segue em fluxo.


E nessa discrepância entre obra e vida,
tudo escorre pelas linhas do tempo —
e o poeta, impotente, apenas escreve.

Um poema que carrega o próprio cansaço não esbraveja contra o tempo; apenas observa — com a lucidez amarga do seu dissabor.

... a contragosto
e sem qualquer alarde, um
peculiar incitamento à mudança
teimosamente nos assedia,
desassossega — não fosse assim,
o marasmo, inevitavelmente
nos consumiria!

E se o depois da vida for apenas a continuação do que já sentimos aqui, mas sem pressa, sem medo e sem despedidas? Talvez o amor ao próximo seja a única coisa que atravessa tudo — como uma força invisível que nos conecta, mesmo quando não entendemos o porquê.
Há quem diga que o “cupido” nos une como uma magia silenciosa, aproximando caminhos que nunca se cruzariam. Mas, como toda magia, às vezes ela se desfaz… e o que sobra não é vazio, mas aprendizado.
Talvez, na eternidade, o amor deixe de ser paixão e se transforme em algo mais puro — uma amizade leve, sem expectativas, sem perdas. E se tudo isso for uma grande ilusão bonita? Um roteiro invisível que nos guia, colocando pessoas certas em momentos certos.
Nem todas permanecem. Mas nenhuma vem por acaso. Cada encontro deixa uma marca silenciosa que, de alguma forma, nos transforma para sempre.

Destino


Distância do encontro
Sentir tuas amarras
Intensidade do nosso navegar
Onde busco maresias que levam ao Porto.

A lucidez é um fardo austero, daqueles que poucos conseguem sustentar até o último suspiro sem vacilar, e, ao mesmo tempo, é a lâmina silenciosa que dilacera os véus delicados das ilusões onde tantas almas distraídas repousam, acreditando estar seguras. Ver sem ornamentos, sem os filtros reconfortantes da fantasia, exige uma coragem rara, quase litúrgica, pois desmonta com igual rigor tanto a esperança ingênua quanto o cinismo cômodo que nos protege da vertigem do real. Há, nesse estado de clareza, uma solidão peculiar, quem enxerga demais já não pode retornar ao abrigo das mentiras suaves. Ainda assim, é nesse olhar despojado que a existência adquire densidade, como se cada verdade, por menor que seja, carregasse em si o peso de algo eterno e irrevogável. E então, aquele que recusa o brilho fácil das aparências passa a habitar o mundo com uma dignidade silenciosa, a dignidade de quem compreende que o essencial quase nunca se oferece aos olhos, mas insiste em existir, firme, nas regiões invisíveis do ser.


- Tiago Scheimann

O pecado é a iniciação da iniquidade, e o não arrependimento é a confirmação da perdição. 🚫

Como a suavidade da música sendo o blues, a vida haveria de ser desta maneira, apreciar o ritmo e fazer as coisas acontecerem na vida.

O ser humano tem o costume vêr a imagem de Jesus Cristo e àtransformar em um Deus sendo que ele foi um simples ser humano , pelo fato de ser mais fácil acreditar que as atitudes de Jesus é algo impossível de alcançar, do que obrigar se a agir da mesma maneira.

... afirmam
os mentores da luz que
a última palavra sobre a existência
resultará da soma de três outras e
ininterruptas expressões: recomeçar,
aprimorar e — acima de tudo —
persistir!

Durante muito tempo, o debate sobre pessoas com deficiência foi limitado ao campo da assistência. Hoje, precisamos ampliar essa conversa para os espaços de inovação, comunicação e tomada de decisão. A diversidade de experiências é uma das maiores fontes de criatividade que existem, e quando pessoas com deficiência participam de forma ativa desses processos, não estamos apenas promovendo inclusão, estamos ampliando as possibilidades de futuro.

"A fé deveria mover montanhas, mas muitas vezes só tem removido o ouro dos fiéis para sustentar o luxo dos templos e dos falsos profetas. Escolho ajudar o próximo!"

A verdadeira inovação só acontece quando a diversidade faz parte da construção das soluções. Durante muito tempo, pessoas com deficiência foram vistas apenas como público de políticas sociais, quando na verdade também são produtoras de conhecimento, criatividade e inovação. Incluir essas vozes não é apenas uma pauta social, é uma estratégia inteligente para empresas, organizações e sociedades que desejam construir futuros mais relevantes e humanos.

"Alguns dizem ser religiosos e tementes a Deus, mas mantêm as mãos tão fechadas no fundo dos bolsos que não deixam escapar nem o vento para ajudar o próximo. Isso é fé, ou apenas maquiagem?"

As Flores De Sua Estação.
















Manhã de Sol e a sua luz amarela.
Com uma cor para mais um dia consegue iluminar ao longe.
Quando outra vez retorna no céu.
Trazendo um outro dia dentro de sua luz.
Com uma cor do que ele significa ao despertar no céu tão cedo.
Como o Sol uma estação começa em uma manhã.
Com ventos de quietude de uma outra estação nas suas cores.
Em uma manhã do mês de setembro até um outro dia do mês de dezembro.
Uma estação nasce com Sol e o céu.
Deslumbrante na cor amarela de estrela sendo mais um dia.
Em uma manhã de Sol uma estação recomeça nas flores.
Nas suas cores e nos seus aromas.
Em uma manhã no mês de setembro e nessas flores vai até um dia no mês de dezembro.
Uma estação que nasce em uma manhã.
Em amarelo e azul claro.
Uma estação que nas flores tem a sua delicadeza.
De uma metade do Planeta Terra flores colorem essa estação.
Com a cor do céu e na cor de uma manhã de Sol.
Do mesmo Sol o tempo muda a sua cor.
De um amarelo claro ao alaranjado claro.
Para o céu azul também.
No tempo está essa colorida estação.
Que no seu percurso recomeça em uma manhã do mês de setembro e vai até um dia no mês de dezembro.
Uma estação aromática e delicada.
Em cada pétala de flor.
Nas cores que o Sol e o céu também têm.
A sua delicadeza entre as tantas flores permanece.
Flores com os seus bonitos nomes,lindas cores e os seus sensíveis aromas.
Nessa manhã do mês de setembro cada flor desabrocha com mais sentimentos.
Que o Sol e o céu têm.
Com o tempo que novamente é aromatizado por essa estação.
Nas paisagens onde essa colorida estação recomeça as flores sentem os seus sentimentos de alguns jeitos.
Em certos lugares as suas flores desabrocham com o Sol e algo calmo do tempo.
Coloridas e com pétalas bonitas.
Nos galhos,cipós e no chão.
Nesses lugares de uma imensa claridade de Sol e da calmaria do tempo.
Em outros lugares um pouco distante desses,mas ainda em um azul e alaranjado claro as flores desabrocham com o Sol nas suas pétalas.
Como uma estação e o seu aroma sentimental.
Em plantas e nas suas outras árvores.
Com mais cores nas suas pétalas.
Com delicadas coisas de uma estação.
Que recomeça em uma manhã do mês de setembro e com delicadeza segue até um outro dia no mês de dezembro.
Nascendo com duas cores sobre as suas flores.
Um amarelo claro e um azul assim.
Em uma manhã de setembro colorindo as manhãs que nascerão até um outro dia no mês de dezembro.
Na metade do Planeta Terra que sente cada pétala colorida.
Pétalas bonitas e delicadas.
Que desabrocham nesse nascer de Sol e do céu sobre os seus aromas.
Uma estação que vive nos sentimentos das flores.
Colorindo os dias e o seu recomeço.
De uma manhã nas cores do Sol e do céu.
Uma estação florida e com sentimentos coloridos.
Por vários lugares em que terras estão distantes as flores desabrocham de um jeito.
E com cores semelhantes deixam aromas nesses lugares.
Não sendo distantes do Sol e nem do céu.
Nem mesmo de um amarelo e azul claro.
Ou de um alaranjado que o tempo sabe.
Em amarelo,azul e alaranjado estão muitas flores.
Como uma estação que nasce em uma manhã de setembro e até um dia no mês de dezembro estará desabrochando com mais cores e mais flores.
Como as que florescem mais alto.
Em um amarelo claro que se transforma em um branco brilhante e depois em um alaranjado.
E de um azul claro que algumas vezes se torna escuro.
E antes do outro seu recomeço sentimental outras cores já terão florescido sobre cada flor sua.

A diversidade amplia repertórios. A inclusão transforma esses repertórios em inovação.

Na Quietude Brilhante De Uma Estação.
















Mais uma vez em uma manhã.
Um novo começo.
De ternura do céu azul e a sua profunda beleza.
Do céu um outro dia.
Em mais uma manhã de Sol.
E de uma nova estação.
Que tem certas cores de uma outra estação no seu começo em uma manhã de junho.
De uma metade que une o Planeta Terra.
Uma estação começa no céu.
Do azul celeste com uma cor branca e macia.
Com ventos frios e muitas vezes velozes.
Vindos do céu nesse começo de estação.
Que tem o Sol na sua cor branca e fria.
Em uma manhã do mês de junho com os seus ventos frios até uma outra no mês de setembro.
Em uma metade do Planeta Terra uma estação começa no céu.
Com o Sol acima desse azul seguindo o frio dessa estação.
Em lugares em que esta estação recomeça a cor branca cobre com a sua quietude.
Caindo do céu azul com ventos frios tendo o Sol e outras estrelas.
Até as noites sentem a sua quietude macia e gentil.
Que começa em uma manhã do mês de junho e até uma outra do mês de setembro é assim.
Dessa metade do Planeta Terra alguns lugares veem e sentem esse frio de formas diferentes.
De uma natureza acima florestas,montes,rios são tocados pelas gotas das chuvas.
Chuvas que caem do céu sobre esses lugares.
Mesmo sem a neve um frio característico é sentido com as chuvas que caem do céu e que estão nos ventos.
Em distâncias que separam esses lugares a sensação dessa estação é de um outro jeito.
Mais abaixo árvores,flores,plantas percebem a cor branca sobre as suas vidas.
Do céu azul com maciez e com os seus ventos frios flocos brancos caem.
Sobre paisagens com uma cor branca e fria.
Entre esses ventos frios do céu a luz do Sol está.
Iluminando a quietude dessa estação fria e gentil.
Que começa em uma manhã de junho e até uma outra manhã do mês de setembro de um céu azul.
Em alguns lugares será com gotas de chuvas e ventos frios.
Em outros será predominante na cor branca.
Começando no céu.
Sendo iluminada pelo Sol desde a manhã em que recomeçou.
Como uma estação fria e branca.
Com os seus muitos ventos vindos do céu.
Para uma metade do Planeta Terra.
A sua quietude cai do céu cobrindo a natureza de certos lugares.
Para outras vidas as chuvas trazem gotas frias.
Em um começo de uma manhã do mês de junho e até uma manhã do mês de setembro.
Com os seus dois jeitos sobre alguns lugares.
O céu azul e o Sol sobre as suas belezas.
Nas noites de estrelas pode ser que sejam as chuvas a se manifestarem.
Ou o cair da neve de uma forma demorada ou não.
De uma estação fria e ainda de Sol de uma manhã do mês de junho.
E até uma manhã de setembro em uma metade do Planeta Terra ainda estará brilhante e macia.
Assim como o Sol.
Ou lindamente de chuvas e ventos frios.
O seu outro recomeço será em quietude e brilho em alguma nova manhã do céu.