Coleção pessoal de testeteste123

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Não celebro nada antes da vitória!
O processo tem que ter foco para poder ter uma conclusão de sucesso!

Cuida dela e guarda ela… o tempo não para e quando me parou, me deixou pensar, eu até quis questionar: será que o senhor quis assim ou essa culpa é só minha? Pai, o coração não é razão, está difícil aceitar o que deseja para mim; o meu coração não percebe a razão; o tempo que vivo, não vive mais ela: o tempo que mais dá saudade, também é a vida mais bela, mesmo em dias nublados, achei a fé no senhor e vi palavras que não escrevem tudo, mas um pouquinho, eu pude escrever, pude por ela, minha gratidão expressar.

Tenho escrito em mim o tempo que dá saudade, amor que palavras nem sempre descrevem; pai, eu vou amar ela, custe o que custar e mesmo sem ela, cuida dela, guarda ela por mim; mesmo sem mim, eu tenho um pouquinho de amor guardado em mim; talvez eu não mereça que me escute, mas pai, ela é a melhor vida que vivi, não há deixe sofrer; não é sobre mim mais, estou a orar por ela e pedir por ela, não por mim; eu tenho palavras tão sinceras e talvez me falte fé, mas cada palavra que não sei achar, tem escrito no espaço-tempo, além do tempo: eu provei meu amor; não há fé maior que, sentir além do tempo que faz saudade eterna.


A vontade do pai es tudo, mas o senhor é também amor maternal e paternal: nenhum amor es pecado quando o que peço não é egoísta, mas por amor esponsal, conjugal; es de coração, amor primal, tão inocente e puro ainda escreve em mim, num tempo que o amor tem esfriado; mesmo sem ela, o amor que o pai escreve em mim, tem a graça de viver a gratidão e tenho a vida para amar e orar, querendo por ela, o bem dela e confio a ti pai, quem escreveu a razão do meu amor e não me respondeu; amém.




Escrita autoral!

Posso ser verso — quando sinto.
Nem sempre perceptível.
Prosa — quando organizo o caos.
Aquele que parece sob controle.
Poesia — quando transbordo
ou quando escondo melhor.
Posso ser um parágrafo —
quando decido me sustentar em profundidade.
Ou uma frase —
quando a verdade basta.
Exclamação — quando a vida me atravessa!
Reticências…
quando pauso.
Observo.
E escolho o que revelo.
Interrogação — eu me questiono: o que revelo?
Ponto final — eu encerro.
Sem ruído.
Sem cena.
Sem volta.
No fim, depende de quem lê- da lucidez
para alcançar o que não explico- da perspicácia
para ler o que frequentemente deixo nas entrelinhas.
Escrever não é o que faço.
É onde me encontro.
É onde sou..
Ticiana Padilha

O homem que não foi forjado na dor, é apenas um garoto.

As palavras carregam um poder imenso. Elas podem ser abrigo em dias difíceis, mas também podem se tornar lâminas invisíveis, capazes de ferir profundamente. Uma palavra dita com carinho tem força para acalmar um coração cansado, devolver esperança e lembrar alguém de que ainda vale a pena continuar. Já uma palavra cruel, lançada no impulso ou na indiferença, pode abrir cicatrizes silenciosas que permanecem por muito tempo.
No cotidiano, muitas vezes não percebemos o peso daquilo que dizemos. Um elogio sincero pode mudar o dia de uma pessoa. Um julgamento duro pode alimentar inseguranças que ela já carrega em silêncio. Por isso, falar exige responsabilidade, sensibilidade e empatia.
As palavras não são apenas sons; elas são sementes. Quando bem colocadas, florescem em afeto, confiança e cura. Quando mal usadas, espalham dor, medo e distância. Ser humano também é aprender a usar a própria voz para acolher, e não para destruir. Porque, no fim, o que dizemos sempre deixa alguma marca.

⁠Quando estiveres caminhando não tropece, alguém pode estar seguindo seus passos.

A simbiose do ser humano e a inteligência artificial.
O domínio astronômico, da consciência transmutação e o humanismo perde valores éticos e físicos.
O transhumanismo realça a virtude do conhecimento e a novas descobertas da tecnologia.

Dar é um querer, não um contrato. Que o meu gesto não seja cobrança, mas liberdade; que o retorno não seja obrigação, mas apenas o acaso de quem sabe receber ass Roseli Ribeiro ⁠

O humor interfere em qualquer estação,
o Ipê-roxo-de-sete-folhas e outras floradas
sentem a real mudança do clima;
dizem que o Ipê está florescendo em abril,
e como ele assim está a toda a poesia.


As bombas ainda não silenciaram,
os pássaros ainda não retornaram,
Seus olhos, tão desejados e venerados,
contadores de histórias de épicas
de amor pelos meus transbordaram.


Acima de tudo, e até das fronteiras da Terra,
submersa no oceano do nosso silêncio,
e com sua alma em meu pensamento, compartilhamos o mesmo sentimento.


O que é atlântico não se rende à guerra,
e muito menos limites ou tempo:
nascemos navegadores absolutos,
e para ser pescadores de estrelas.

A horda do continuo fluxo do espaço e tempo realça a virtude da floresta negra.
Nas órbitas mais longínqua temos o teor de cada novo caminho para iluminação de cada ser...
O cubismo muitas vezes nos dá sonhos de realizações no limiares do cosmo.

Seu filho - em outra família


A vida espiritual não tem volta.
Uma vez sentida…
você nunca mais é a mesma.


Talvez você não entenda agora —
mas o que é seu… encontra um caminho.
Sempre encontra.


O texto diz que volta como neto.
Mas eu sinto que pode vir antes…
em qualquer rosto,
em qualquer criança que cruza o seu caminho.


Sem anúncio.
Sem milagre visível.
Só presença.


E, ainda assim…
você reconhece.


No meio de mil,
é aquela.


Algo chama.
Algo pulsa.
Algo sussurra: é ela.


E você escolhe…
de novo,
e de novo,
mil vezes, se for preciso.


Porque o amor —
quando é de verdade —
não precisa de explicação.
Nem de forma.


Pode vir em
uma criança especial ou
de outras maneiras
não convencionais.


Você vê traços,
marcas,
gestos…
um pedaço seu
em alguém que não te pertence.


E, mesmo assim… é.


Vem uma paz estranha,
dessas que abraçam por dentro.


Até que, um dia,
distraída,
ela te chama de “mãe”…


tão natural
que o mundo para por um segundo.


E a lágrima vem —
não de tristeza,
mas de reconhecimento.


Eu não sei se isso é bênção
ou prova.


Ver de longe…
amar em silêncio…
esperar.


Mas, no fundo,
fica a certeza quieta:


o amor não se perde.
Ele só muda de caminho…


até voltar pra casa.🌞🌜

Na nebulosa a energias positivas e negativas a dita matéria escura
Nossas limitações nos dá novas fases da compreensão,
mas a realidade nos dá novos caminhos e valores éticos e morais.
Dentro desses horizontes vemos o mundos misteriosos como coluio de um paradigma ate o paradoxo...
As perguntas dão sentido às cordas do universo.

“Enquanto continuar vivendo o passado vai estar caminhando de costas para o futuro”.

“Se ficares em foco no passado estarás indo de costas para o futuro”.

A essência do abstrato:
"Minha verdade não tem corpo, apenas alma. É impossível traduzi-la em provas, pois a sinceridade é um pensamento puro que só o coração — e não a razão — consegue ler."ass Roseli Ribeiro ⁠

O limite das palavras:
"Tentar provar o que sinto é como desenhar o vento: a verdade habita em mim como um sopro abstrato, profundo demais para se tornar concreto." Ass Roseli Ribeiro ⁠

A invisibilidade do sentir:
"A sinceridade é um jardim invisível; por mais que eu te entregue o perfume, meus pensamentos são caminhos que teus olhos não podem pisar." Ass Roseli Ribeiro ⁠

Tem momentos em que insistir deixa de ser força
e começa a virar desgaste.


A gente fixa o olhar em algo como se ali estivesse tudo
como se, alcançando aquilo,
o resto finalmente se organizasse por dentro.


Mas nem tudo que chama
é feito para permanecer.


E há um limite silencioso
entre persistir
e se perder de si tentando.Às vezes, o que falta não é mais tentativa.


É direção.
É entender que nem todo desejo precisa ser sustentado
até o esgotamento.


Que nem tudo que não veio
precisa ser esperado até cansar.


Existe um tipo de sabedoria
que não está em segurar,
mas em soltar o foco
antes que ele nos prenda.


Redirecionar também é escolha.
Também é cuidado.
Porque enquanto a gente insiste no que não responde,
outras possibilidades passam
discretas, vivas, possíveis.
E a vida não pede que a gente queira menos,
mas que a gente queira melhor.
Que a gente aprenda a mover o olhar,
a ajustar o caminho,
a trocar de direção sem sentir que falhou.


Às vezes, não é sobre abrir mão.
É sobre se devolver.

O gesto fraterno de enxugar uma lágrima não impede que outros choros venham no futuro.

O presente é uma ponte
entre o passado morto que deprime
e o futuro incerto que anseia...
Tenha coragem e atravesse essa ponte!