Coleção pessoal de testeteste123

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CONTROVÉRSIA DA LUCIDEZ
(​À deriva no tempo)

​Estamos lúcidos quanto à vida que nos foi destinada, mas a aceitação da mesma perdeu-se de tal forma que, às vezes, não sabemos o caminho de volta. Ficamos estagnados no tempo, como se lançássemos a âncora em alto-mar, sem saber em que solo ela irá prender.

​Lu Lena / 2026

Sempre exalamos a energia acumulada em nossa mente, essa na qual é absorvida e emanada conforme nossas relações com a vida.

Caminhar
.
Agora e antes,
Amanhã e depois,
como foi, e cada dia será...
Um só caminho
Onde eu possa te encontrar.
.
Se a vida é uma caminhada,
Seja ela longa sem nunca findar...
E passando sempre,
Onde eu possa ser seu par...
.
O destino é o porto
Onde a vida nos levar,
Que nos deixe o tempo
Toda a vida caminhar.
.
Edney Valentim Araújo

Eu desempenhei um papel central na preservação e promoção do legado de Oswaldo Goeldi (1895–1961), um dos maiores expoentes da xilogravura no Brasil. Minha atuação no Projeto Oswaldo Goeldi, especialmente em São Paulo, foi na curadoria e consultorias pois atuando como curador e consultor dos projetos dedicados ao artista na capital paulista, inclusive em parceria com a BM&F (atual B3). Fiz a gestão de acervos como curador do projeto, trabalhando ao lado de Lani Goeldi (sobrinha neta do artista que é a atual gestora da curadoria executiva) para organizar exposições e catálogos que promovam a obra de Goeldi, amplamente.

Caráter atrai caráter, honra só caminha com honra; a integridade sempre reconhece seus pares.⁠

O convívio é um espelho: quem preza pela própria decência não se demora em terrenos onde o caráter é escasso.⁠

As doenças psíquicas tornaram-se quase ordinárias no nosso tempo porque o sujeito foi lançado num campo que exige resposta contínua: produzir, aparecer, interpretar, escolher, otimizar — sempre mais, sempre agora. Nesse ritmo, foi-lhe negado o intervalo onde a experiência se decanta e ganha forma. Sem pausa, não há assimilação; sem assimilação, não há consistência. E o que não se sustenta por dentro acaba por ruir em silêncio — ainda que, por fora, permaneça funcional.

⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.


E comprar cabeças não exige dinheiro em espécie.


Exige, antes, acessos…


Acesso às emoções, aos medos mais íntimos, às esperanças mais frágeis…


Exige repetição até que a mentira soe familiar, e familiaridade até que a dúvida se torne desconfortável.


Aos poucos, não se impõe uma ideia — planta-se.


E, como toda semente, ela cresce melhor quando o terreno já foi preparado.


A compra de algumas consciências inaugura o ciclo.


São vozes estratégicas, rostos confiáveis, figuras que inspiram pertencimento, quiçá instrumentalização da fé religiosa.


Elas funcionam como pontes: ligam o estranho ao aceitável, o absurdo ao plausível.


Quando essas vozes falam, não parece imposição; parece consenso.


E é aí que o aluguel começa — quando pensar por conta própria passa a ser mais difícil do que repetir.


Nenhuma mente é tomada de uma vez.


O processo é gradual, quase imperceptível.


Pequenas concessões aqui, uma simplificação ali, uma narrativa conveniente acolá.


De repente, o que antes causava estranhamento passa a ser defendido com fervor.


E o que era questionamento vira ameaça.


Mas talvez o ponto mais inquietante não seja o ato de comprar algumas cabeças — e sim o silêncio das demais.


Porque onde há ausência de reflexão, há espaço de sobra para a ocupação.


E onde há medo de discordar, o aluguel se renova automaticamente.


No fim, não se trata apenas de quem compra ou de quem aluga.


Trata-se de quem resiste a vender — e, mais ainda, de quem insiste em pensar com a própria cabeça.

Não custa lembrar: são os erros que nos ensinam a errar menos. Porém, o maior erro que podemos cometer é ter medo de errar — assassino da criatividade, do desenvolvimento, da evolução e do sucesso.

Realizamos vários projetos pioneiros de arte pública na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro em parceria com a extinta Rio Arte e vários artistas brasileiros, a exemplo o renomado artista e designer gráfico brasileiro, Aloísio Magalhães, muitos em parceria com o Vicariato Oeste, com o eterno e saudoso amigo, o sacerdote católico Manoel Max Lin Rodrigues, mais conhecido como padre Max,sobre a batuta do saudoso amigo o renomado poeta Gerardo Mello Mourão, ficcionista, político, ensaísta e biógrafo brasileiro, considerado uma das figura-chave tanto da epopéia nacional quanto de toda literatura lusófona. Gerardo, era pai do saudoso artista contemporâneo, o escultor, desenhista e artista performático contemporâneo, Tunga.

Quem não lê acaba sendo engolido pela névoa do desconhecimento, engolido e lido pelos que leem o mundo. A leitura deve ser de prazer e levar à cura. Mas ninguém lê só palavras. É necessário ler as pessoas sem julgar o final da história antes do fim.
Nildinha Freitas

Tirando raras excessões, cristãos costumam ser as pessoas mais perversas e com maior potencial de fazer mal pelas razões mais ridículas e sem sentido possíveis! Principalmente a pessoas inocentes, incluindo crianças. O deus bíblico é um ser extremamente perverso, que faz coisas abomináveis, imperdoáveis e sádicas, cometendo inclusive infanticídios, autorizando e regulamentando a escravidão, relativizando abusos, cometendo genocidios em nome do seu frágil ego, além do sentimento continuo de pequenez que claramente tem, e ainda assim é admirado e venerado pelos cristãos.
A história nos mostra os horrores que isso gerou, os absurdos que justificou, e o pior, além de se colocarem, tirando raras excessões, como donos da verdade absoluta, ainda acreditam que qualquer coisa que façam será perdoada, e que qualquer ação verdadeiramente perversa pode ser justificada e seria "fazer o bem" quando em nome do deus deles. A prova disso está nas notícias que aparecem todos os dias, nos livros de história, nos textos bíblicos, e nas ações da maioria dos que se denominam cristãos, sejam católicos ou evangélicos/protestantes.
O discurso cristão desumaniza diversos grupos sociais, além de qualquer um que rejeite a crença ou não se encaixe nela. Combater o cristofacismo é salvar vidas! Questionar a religião em si, é lutar por um mundo melhor, mais justo, empático, com menos desigualdade, ódio gratuito, intolerância descabida, preconceitos, misoginia, além de com mais amor, assim como pensamento crítico. Por menos Jesus e mais conhecimento, sabedoria, empatia e respeito!
- Marcela Lobato

⁠Seria Humanamente impossível usar qualquer Mau Comportamento para relativizar outro sem se togar do Mau-Caratismo.


A tentativa de justificar o erro com outro erro revela mais sobre quem argumenta do que sobre o fato em si.


É como se a consciência, incapaz de sustentar a verdade nuą e crua, buscasse abrigo na comparação: “se o outro fez pior, o meu não é tão grave assim”.


Mas desde quando a gravidade de um ato deixa de existir porque há algo mais grave ao lado?


O peso moral não se dilui por contraste — ele apenas se acumula.


Relativizar desvios é uma forma sutil de normalizá-los.


E a normalização do erro é o terreno mais fértil para a sua repetição.


Quando alguém aponta o erro alheio para suavizar o próprio ou de alguém, não está defendendo justiça, mas tentando escapar dela.


É uma negociação íntima com a própria consciência, um pacto silencioso onde a verdade é sacrificada em nome do conforto.


O problema não está apenas na falha, mas na recusa em encará-la como tal.


Porque reconhecer o erro exige coragem — uma coragem que dispensa comparações e aceita a responsabilidade sem muletas.


Já o mau-caratismo, esse sim, precisa de referências externas, de exemplos piores, de histórias paralelas que sirvam como cortina de fumaça.


No fim, quem relativiza não absolve ninguém — apenas se condena junto.


Afinal, ao escolher medir o certo pelo errado, abandona-se qualquer possibilidade de integridade.


E sem integridade, o julgamento deixa de ser moral e passa a ser apenas conveniente.

"Se você acha que a vida é amarga, e vive sofrendo, experimenta levar um café, pão e mortadela para os que dormem embaixo das marquises. Muitos deles vivem se arrastando e a perna com muitas feridas. Tristeza total, o futuro deles é o óbito" Ademar de Borba

"Que ruim, a vida não é um show para frequentar todo final de semana, é coisa séria! Aqueles que se dedicam ao estudo e levam uma vida honesta com certeza colherão bons frutos" Ademar de Borba

A natureza da perfeição, do conceito mitológico de amor perfeito, do ser homem mulher pelo comportamento Andrógino, sempre foi questionado dentro de um mundo compacto, regido categoricamente por regras e conceitos sociais severos nas filosofias e religiões, que outorgaram, por uma humanidade imperfeita, incompleta e dividida. Não permitindo que ela seja, mesmo que conceitualmente amorosa, superior e binaria. A eterna qualificação imposta entre a divisão de gêneros, em ser o sol masculino ou em ser a terra feminina, impediu durante muito tempo o aparecimento do ser completo estético, a lua andrógina. A contemporaneidade resgata e resinifica velhos medos e conceitos.

No brilho do sol a nascer,
Rafa aprendeu a ver,
Que a vida não é só medir,
Mas também sentir e florir.
Entre folhas, vento e chão,
Descobriu no coração,
Que cuidar é o melhor caminho,
Pra nunca andar sozinho.
"Olho de Vidro "

— Olhar de Vidro: Uma Jornada de Descoberta no Jardim Botânico
Rafa é um menino que enxerga a natureza de forma técnica e distante, como algo a ser estudado e analisado. Durante um passeio escolar, ele conhece Raione, um menino indígena que o convida a olhar o mundo com mais sensibilidade. Ao observar pequenos detalhes da vida natural, Rafa aprende que a verdadeira riqueza da natureza não está em dominá-la, mas em respeitá-la e cuidar dela. Essa experiência transforma seu jeito de ver o mundo, despertando nele empatia e conexão com a vida ao seu redor.
Essência da história: aprender a sentir a natureza é tão importante quanto entendê-la. 🌿

Como jurista aprendi e exerci reflexões no tempo de academia, sobre o principio do Andrógino, e sua origem na obra " O banquete" de Platão, em seu personagem mítico Aristófanes, que fazia parte dos seres humanos originais no planeta que se mistura com o conceito da busca eterna da alma gêmea, pelo castigo de Zeus que os cortou ao meio resultando na busca incessante pela sua "metade perdida". A androginia sempre foi vista como uma representação original, um estado completo e um estado de ser superior anterior à divisão dos gêneros. Este principio da Androginia, literariamente sempre foi dissertado através de icônicas obras de grandes autores,
associado ao amor perfeito.

" Ajude a tua felicidade em cada novo amanhecer e assim ao chegar o anoitecer receberás as bençãos do que viestes. "