Coleção pessoal de testeteste123

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As pessoas não enxergam quem você pensa ser — enxergam quem você demonstra ser.

Que angústia....
O amor não morre.
(Só quem ama sabe.)

O Ateu e As "Mãos de Deus"

Demétrio Sena - Magé

O ateísmo não é a certeza; é o pressuposto da não Existência Divina. Ao invés da certeza de que Deus não Existe, o ateu acredita na não Existência; não acredita que, ainda que Deus Seja Real, o ser humano tenha condições de saber. Muito menos de saber quais são os Gostos, Desgostos, Prazeres, Preferências e Preconceitos Divinos. "Está escrito"? Sim; está. Escrito por homens. "Homens inspirados por Deus"? Aí é por conta da fé pessoal; do "acreditar em coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem, independente daquilo que vemos, ou ouvimos". Logo, fé não é uma ciência baseada em pesquisas físicas, evidências, escavações. É um sentimento; uma intuição; convicção abstrata. Louvável em quem a cultiva com coerência e princípios humanitários baseados na suposta espiritualidade. Porém deplorável em quem a usa como base de superioridade pessoal ou corporativa, por alguma forma de poder contra outra pessoa; outro grupo.
Quem tem raiva de Deus não é ateu. Blásfemo sim, porque blasfêmia inclui ofensa ao divino. Ateu, não. Como pode alguém ter amor ou ódio do que não há? A raiva da imagem criada pelo ser humano para justificar o auto empoderamento e as ambições que o fazem subjugar é bem compreensível. Principalmente quando se é vítima dos preconceitos, da perseguição e até das atrocidades praticadas pelos que se armam até os dentes, de fé. Pelos que têm como Generais Carrrascos dos não religiosos ou religiosos diferentes, o suposto Deus e o próprio Cristo. Esse Cristo em quem muitos ateus acreditam como ser humano admirável, digno de ser seguido, a exemplo do que tantos cristãos não fazem, diariamente. Há muitas lendas em torno dos ateus, criadas pelos cristãos. Uma delas é de que o ateu é perverso; insensível; sem coração. É difícil para um ateu, acreditar em Um Ser Perfeito, criador de tantas imperfeições reunidas na sua maior criação.
No fim das contas, o ateu é frágil. E a maior prova de que não é perverso, insensível, sem coração, está no quanto é perseguido pela sociedade religiosa como um todo, sem "dar o troco". Salvo "raras exceções" (perdoem a redundância, mas o raras é necessário neste caso, como exceção das exceções), não há notícias de religiosos vítimas de ateus. O que há, de forma vezeira e maciça, são notícias de ateus vítimas de religiosos armados até os dentes, de sua fé belicosa, intolerante. Fé que justifica suas armadilhas em nome do "deixar nas Mãos de Deus", com os devidos impulsos ou empurrões humanos, quando as Mãos de Deus estão prestes a deixá-los na mão. Aí vem plano b: Com as próprias mãos, em Nome de Deus. Viva um dia de ateu, buscando portas, corações, ombros, olhos, inclusão e oportunidades na sociedade que você compõe. Só assim você sentirá, no corpo e na alma, o que tento lhe dizer, mas apenas as palavras não dão conta.
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Respeite autorias. É lei

"O que o outro resolveu viver, não é problema seu. Foque no que te faz feliz!"

⁠"Quando for pescar, coloque a isca no anzol e lance: às vezes vem a manjubinha, outras, o tubarão."

Sobre Ans.


E a existência de Deus


Nesse argumento que é ontológico


A primazia de ser sem duvidar


E ser e pensar que existe


Permite a existência.

Quando você descobre que até no avesso da alma tem força,
Nada te para,
Você corre o risco mesmo sem anestesia.

⁠Qualquer Deslize estando sob o escrutínio popular é muito perigoso, não porque o povo em sua maioria se considere infalível, mas por quase sempre não admitir a livre concorrência.


Vivemos um tempo bastante curioso — e, de certo modo, muito contraditório.


Nunca se falou tanto em liberdade de expressão, e, ao mesmo tempo, nunca se viu tanta vigilância sobre o que é dito, pensado ou sentido.


A praça pública deixou de ser um espaço de encontro para se tornar um tribunal permanente, onde cada palavra pode ser retirada de contexto, amplificada e transformada em sentença.


O problema não está apenas no erro — errar é inerente à condição humana —, mas na forma como lidamos com ele.


Há uma espécie de monopólio moral em disputa, como se apenas alguns poucos estivessem autorizados a falhar, rever, aprender e seguir adiante.


Aos demais, resta apenas a condenação imediata, quase sempre desproporcional, quase nunca reflexiva.


Talvez o que mais assuste não seja a crítica em si, que é necessária e saudável, mas a ausência de espaço para o contraditório honesto.


Não se trata mais de dialogar, mas de vencer; não de compreender, mas de expor; não de construir, mas de demolir.


A intolerância moderna não grita — ela aponta, rotula e descarta.


E assim, pouco a pouco, vamos nos tornando mais cautelosos, menos autênticos, mais silenciosos…


Não por falta de ideias, mas por medo das consequências.


O pensamento deixa de ser livre não quando é proibido, mas quando se torna perigoso demais exercê-lo.


Talvez seja hora de reaprender algo simples e profundamente humano: ninguém é definitivo.


Somos todos versões em construção, sujeitos a revisões, quedas e recomeços.


Admitir isso não nos torna frágeis — nos torna possíveis.


Porque, no fim das contas, uma sociedade que não tolera o erro também não sabe reconhecer o acerto.


E sem essa medida, tudo se perde: o senso, o equilíbrio e, sobretudo, a própria humanidade.

Onde você está hoje é o laboratório para o seu próximo nível 🚀
Já se perguntou por que aquela oportunidade específica não aconteceu, mesmo você tendo se preparado tanto, entregado alta performance e possuindo o perfil ideal? 🤔
Com o tempo, a maturidade nos ensina que a verdadeira evolução acontece exatamente onde você está e com as ferramentas que você tem agora. Às vezes, o próximo patamar exige competências que você só conseguirá desenvolver enfrentando os desafios do seu cenário atual. 🛠️
A evolução pessoal é o que lapida a profissional. Aquele posto que você tanto almeja pode estar esperando apenas o momento em que você esteja pronto para gerenciá-lo com a maestria necessária. 💎
O que aprendi nessa jornada:
• Fundamento no Processo: Cada etapa tem um porquê. Quando mudamos nossa forma de pensar, nossa trajetória se transforma. 🔄
• Inteligência Emocional: Os "gatilhos" do futuro são superados pelas vivências de hoje. Quando a cena se repetir lá na frente, você já saberá exatamente o que fazer. 🧠
• Preparação Silenciosa: Nenhum outro lugar vai te desenvolver tanto quanto o campo de batalha onde você se encontra agora.
No final das contas, tudo fará sentido. Cada desafio atual é um treino para que, quando a sua hora chegar, a oportunidade seja indiscutivelmente sua. ✨
E você, já fez uma autorreflexão hoje? Está atuando nos campos certos para quando o seu momento chegar? 👇

CONTROVÉRSIA DA LUCIDEZ
(​À deriva no tempo)

​Estamos lúcidos quanto à vida que nos foi destinada, mas a aceitação da mesma perdeu-se de tal forma que, às vezes, não sabemos o caminho de volta. Ficamos estagnados no tempo, como se lançássemos a âncora em alto-mar, sem saber em que solo ela irá prender.

​Lu Lena / 2026

Sempre exalamos a energia acumulada em nossa mente, essa na qual é absorvida e emanada conforme nossas relações com a vida.

Caminhar
.
Agora e antes,
Amanhã e depois,
como foi, e cada dia será...
Um só caminho
Onde eu possa te encontrar.
.
Se a vida é uma caminhada,
Seja ela longa sem nunca findar...
E passando sempre,
Onde eu possa ser seu par...
.
O destino é o porto
Onde a vida nos levar,
Que nos deixe o tempo
Toda a vida caminhar.
.
Edney Valentim Araújo

Eu desempenhei um papel central na preservação e promoção do legado de Oswaldo Goeldi (1895–1961), um dos maiores expoentes da xilogravura no Brasil. Minha atuação no Projeto Oswaldo Goeldi, especialmente em São Paulo, foi na curadoria e consultorias pois atuando como curador e consultor dos projetos dedicados ao artista na capital paulista, inclusive em parceria com a BM&F (atual B3). Fiz a gestão de acervos como curador do projeto, trabalhando ao lado de Lani Goeldi (sobrinha neta do artista que é a atual gestora da curadoria executiva) para organizar exposições e catálogos que promovam a obra de Goeldi, amplamente.

Caráter atrai caráter, honra só caminha com honra; a integridade sempre reconhece seus pares.⁠

O convívio é um espelho: quem preza pela própria decência não se demora em terrenos onde o caráter é escasso.⁠

As doenças psíquicas tornaram-se quase ordinárias no nosso tempo porque o sujeito foi lançado num campo que exige resposta contínua: produzir, aparecer, interpretar, escolher, otimizar — sempre mais, sempre agora. Nesse ritmo, foi-lhe negado o intervalo onde a experiência se decanta e ganha forma. Sem pausa, não há assimilação; sem assimilação, não há consistência. E o que não se sustenta por dentro acaba por ruir em silêncio — ainda que, por fora, permaneça funcional.

⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.


E comprar cabeças não exige dinheiro em espécie.


Exige, antes, acessos…


Acesso às emoções, aos medos mais íntimos, às esperanças mais frágeis…


Exige repetição até que a mentira soe familiar, e familiaridade até que a dúvida se torne desconfortável.


Aos poucos, não se impõe uma ideia — planta-se.


E, como toda semente, ela cresce melhor quando o terreno já foi preparado.


A compra de algumas consciências inaugura o ciclo.


São vozes estratégicas, rostos confiáveis, figuras que inspiram pertencimento, quiçá instrumentalização da fé religiosa.


Elas funcionam como pontes: ligam o estranho ao aceitável, o absurdo ao plausível.


Quando essas vozes falam, não parece imposição; parece consenso.


E é aí que o aluguel começa — quando pensar por conta própria passa a ser mais difícil do que repetir.


Nenhuma mente é tomada de uma vez.


O processo é gradual, quase imperceptível.


Pequenas concessões aqui, uma simplificação ali, uma narrativa conveniente acolá.


De repente, o que antes causava estranhamento passa a ser defendido com fervor.


E o que era questionamento vira ameaça.


Mas talvez o ponto mais inquietante não seja o ato de comprar algumas cabeças — e sim o silêncio das demais.


Porque onde há ausência de reflexão, há espaço de sobra para a ocupação.


E onde há medo de discordar, o aluguel se renova automaticamente.


No fim, não se trata apenas de quem compra ou de quem aluga.


Trata-se de quem resiste a vender — e, mais ainda, de quem insiste em pensar com a própria cabeça.

Não custa lembrar: são os erros que nos ensinam a errar menos. Porém, o maior erro que podemos cometer é ter medo de errar — assassino da criatividade, do desenvolvimento, da evolução e do sucesso.

Realizamos vários projetos pioneiros de arte pública na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro em parceria com a extinta Rio Arte e vários artistas brasileiros, a exemplo o renomado artista e designer gráfico brasileiro, Aloísio Magalhães, muitos em parceria com o Vicariato Oeste, com o eterno e saudoso amigo, o sacerdote católico Manoel Max Lin Rodrigues, mais conhecido como padre Max,sobre a batuta do saudoso amigo o renomado poeta Gerardo Mello Mourão, ficcionista, político, ensaísta e biógrafo brasileiro, considerado uma das figura-chave tanto da epopéia nacional quanto de toda literatura lusófona. Gerardo, era pai do saudoso artista contemporâneo, o escultor, desenhista e artista performático contemporâneo, Tunga.

Quem não lê acaba sendo engolido pela névoa do desconhecimento, engolido e lido pelos que leem o mundo. A leitura deve ser de prazer e levar à cura. Mas ninguém lê só palavras. É necessário ler as pessoas sem julgar o final da história antes do fim.
Nildinha Freitas