Coleção pessoal de testeteste123

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Já não temo a tristeza como antes. Hoje compreendo que ela também é uma linguagem através da qual a existência tenta conversar conosco.

O Mundo Dentro do Meu Gloss

No amor bastam lábios e gloss?
É uma matemática com regras e fórmulas?
Uma literatura avançada?
Uma parte do direito, com regras e cláusulas a serem seguidas?

Interessante… talvez tudo faça parte do amor e dos sentimentos.

Fingir e dançar para o mundo, confrontar os lados e descobrir que a complacência, às vezes, dói; que a igualdade nem sempre existe; que o direito de ir e vir pode ser apenas uma balela. Quantas dúvidas!

Mas quando a ficha vai caindo, uma peça de cada vez, outro mundo se forma em minha mente.

E é nele que penso: será que os espíritos também sofrem?
Tudo o que sentimos aqui, eles também sentem?
Mas quem ratifica a minha tese?
Talvez sejam somente histórias.

É… realmente o amor tem muito a ver com a matemática. Tem a ver com equilíbrio. Tem a ver com cumplicidade. Um leque de suposições, comentários certos, errados, duvidosos e teses que nunca se fecham.

Então o susto vem e bate à minha porta.
Fico sem direção e peço opiniões, mas elas não vêm, e isso dói.

Viro as costas. Queria enxergar outro rosto, mas o sopro da crua realidade chega.

E o amor virou um gloss que mal disfarça a imperfeição dos lábios.

Confrontar, afrontar ou simplesmente amar? Porque, às vezes, nada tem a ver com o que parece ser.

A literatura tem lágrimas e teus lábios são fogo selvagem.

De repente o mesmo sonho pode ser a realidade te julgado...

Todo contraste tem suas consequências em suas convicções é seus atos.
Mesmo na escuridão de seus pensamentos.

Saudade


Singularidade do teu olhar
Nossos encontros e desencontro
Ausência caótica do meu amar
Demasiado das sensações
Ecoa instantes do amor a distância.

CAFÉ.PT2


Eu vejo distopia, eu vejo alegria, vejo felicidade.
Vejo missão, vejo oração, vejo asas retiradas.
Vejo rachaduras, feridas que ardem, mesmo quando invisíveis em nossa pele e a olho nu.
Mas que aos poucos se cicatrizam e se curam, não importa quanto tempo dure.
Eu vejo romance, eu vejo fantasia, eu vejo charme, vejo flerte, vejo conversa.
Vejo o balançar da inocência da vida.
Eu vejo o nascer de um novo ser, o renascer, o reinventar, eu vejo a infância, a adolescência e o construir do mundo adulta, o amadurecimento de alguém.
Eu vejo força, resistência, determinação.
Eu vejo lágrimas, eu vejo fogo, eu vejo calor.
Eu escuto soluços, choros, chorinhos e rimas.
Eu vejo literatura, eu vejo teatro, eu vejo máquina de escrever, eu vejo o encantar, o descobrir, o desbravar.
Eu vejo um olhar, uma janela, que sempre parece estar aberta, sempre com uma vista diferente, pronta para nos surpreender.
Eu vejo o medo de voar, eu vejo a ânsia em decolar.
Eu vejo alguém que procura se manter firme na corda bamba que é a vida onde não sabemos quando iremos cair e nem se teremos força para nos levantar algumas vezes.
Eu vejo o entardecer, o pôr de um dia, os desafios da vida. Poetas que um dia eram aclamados, cheios de vida e arte para dar e vender e abraçar o mundo como uma platéia em um teatro, mas que agora se encontram mortos, vivendo escondidos, desunidos, e que procuram se encontrar.
Vejo casa de vó, onde tudo parecia se amarrar em um sonho do qual desejávamos nunca sair.
Um porto seguro, terra firme, a âncora que muitos procuram para não se afogar em mundo cheio de máquinas e pouca vida.
Que aos poucos lhe retira a própria, fazendo de uma mente cheia de histórias para contar, uma mente vazia, da onde havia um mundo inteiro a se compartilhar.
Como um gatilho de uma arma em rápido tiro.
Em uma breve despedida sem destino.
Mas que sabemos que um dia irá tornar a nos ver outra vez. Eu vejo torcida.
Eu vejo o café.

O amor nasce nas brechas da razão.

Há lembranças que não envelhecem, permanecem intactas dentro da alma, como feridas preservadas pelo próprio tempo.

Não vemos, mas sentimos!... Agradecer é o mínimo que devemos fazer à quem nos sustenta e nos carrega o tempo inteiro: Deus!
Saúde, paz, amor e sensatez é do que precisamos, com oração, fé, confiança e gratidão, o resto Ele nos acrescentará!


Pezão da Timba

Seja recíproco em tudo o que for bom, justo e verdadeiro, mas nunca na maldade; antes, vença o mal com o bem.”

café.
Muita gente pensa que o café é algo simples,
que foi feito apenas para dar energia.
E ajudar os pensamentos a fluirem, mesmo quando as engrenagens dentro de si parecem enferrujadas, mas que a sociedade parece gostar de forçá-las a funcionar, mas eu, não vejo isso.
Uma mancha de café por exemplo, não é apenas uma mancha em uma blusa, nunca foi apenas uma pequena gota incômoda, onde muitos veêm acidente, eu vejo um mundo falho, uma mente brilhante fardada ao fracasso de uma mente em fogo, por um sistema que nos destrói de pouco em pouco.
Que primeiro nos abraça e nos acolhe, como fantoches, brincando com nossos corações com a famosa esperança de um mundo melhor.
Para depois nos atacar pelas costas com um tapinha amigável que dói mais do que uma estaca em nosso peito.
Que nos faz sangrar lentamente, até que consigamos nos perder de nós mesmos.
Eu vejo um ser despedaçado, ombros pesados, suspiros sem fim.
Cansaço, exaustão, o esforço para sair da cama todos os dias, que como um escravo, se levanta sob seus pés todos os dias para enfrentar o mundo em sua própria companhia.
Eu vejo alguém que toma a torra, que arde por dentro, queimando como fogo, que afoga dentro de si aquilo que ele é, para vestir aquilo que o mundo diz que o fará mais feliz, que deixa para trás cinzas do que um dia ele foi.
Eu vejo alguém que toma a vida, que a ama, mesmo quando as muralhas parecem se reerguer diante de seus olhos. Eu vejo trabalho duro, sacrifício, sonhos a serem realizados, eu vejo confiança, laços no que uma vez foi símbolo de status nas páginas de nosso passado.
Eu enxergo noites sem dormir, trabalho sem fim, manhãs em frente a um computador, preso em escritório ou dentro do próprio quarto, eu enxergo solidão e solitude, que dançam juntos como uma canção, de nota em nota, passo a passo, sempre ao lado do outro, claro e escuro, escuridão e luz, eu vejo bondade, eu vejo história, que atravessam o mundo todo através dos setes oceanos que abraçam o mundo como se fosse um só ser que anda por esta terra procurando o seu viver. O que fazer, pra onde olhar, por onde começar, que se pergunta, estou aonde deveria estar?, será isto um acerto ou um erro?, quais as respostas que o destino esconde de mim.
Eu me vejo olhando pro teto, com a cabeça cheia de perguntas sem fim, que de uma única linha, se fazem textos enormes que parecem intermináveis, sem sono. Esperando pelo nascer de um novo dia, alguém que se descreve como minimamente entediante, que não vive muito e tem medo do futuro, eu vejo alguém que se sente perdida e sem rumo, e que aos poucos tem tentado encontrar o seu lugar nesse mundo.
Eu vejo um coração, que ancia por viver e ter algo do qual se lembrar. Ter algo para poder olhar e se orgulhar.
Alguém que procura ser lembrada, inesquecível.
Alguém que procura ser amada, acolhida.
Alguém que se descreve como ondas do mar, areia fria, que desejava ter os olhos do oceano, mas que vê a beleza por trás do castanho, sem saber por onde começar a escrever a própria história, sem saber que tipo de personagem é dentro de seu próprio livro nunca preenchido.
Que toma cappucino por ser mais doce, já que prefere gentileza e amor, no qual procura se afogar e se encontrar, sem saber que título dar aos próprios poemas.
Eu vejo poesia, onde muitos veêm problemas incovenientes, eu vejo poemas, eu vejo histórias, eu vejo sentimentos, eu vejo emoções.
Eu vejo dores, eu vejo almas, eu vejo frustrações. Eu vejo aconchego, união, memórias, celebração. Eu vejo festa, brisa fresca, rede, terço na mão, sertão da terra rachada, nordeste, lago de água fresca.
Eu vejo alguém contruir seu próprio mundo com as próprias mãos. Que como um anjo, aos poucos abre as suas para decolar, para nunca mais voltar ao que costumava ser.
Eu vejo desejos, metas, segredos.
Toque, pensamento, tempo, dedicação, azul do céu, nuvens fofas, cada um com seu formato, o brilho da vida, as cores colorindo o mundo e a mim mesma e a todos ao meu redor.
Eu vejo arte. Eu vejo poema, eu vejo barco e rema, terra vista.
Eu vejo passado, presente e futuro.
Eu vejo o impossível se tornar real.
Eu vejo não somente a escuridão, o marrom de chocolate, cor da terra e da vida, de cada respiração, de cada flor que nasce desse chão sobre o qual caminhamos todos os dias e desabrocham, fazendo da vida mais bonita.
Eu vejo algo que jamais deixará de existir.
Imortal, que une, que abraça, que amarra a todos nós em seus braços, sem se importar com quem nós fomos, somos ou seremos.
Que sereno em seu silêncio, recebe com um sorriso em seu rosto como uma mãe.
Que pode até se tornar excasso com o corre corre que mais parece decolagem ou voo do tempo, que ultimamente tem parecido somente querer correr o tempo todo, como se estivesse apressado, atrasado, para um compromisso nunca marcado, como o coelho de Alice no país das maravilhas.
Mas que sua história será contada de lábio em lábio, de sorriso a sorriso, que voaram com a brisa e a ventania, trazendo brilho novamente para oque costumava ser um olhar de morto vivo, que ergue a caminhada desleixada e pesada.
Eu vejo café, eu vejo nomes, eu vejo seres, eu vejo contos, eu vejo pinturas, eu vejo fotografias, eu vejo biografias, eu vejo histórias, eu vejo almas. Eu escuto os sussuros do tempo.
Eu vejo plantações, mãos entrelaçadas.
Começos, meios e fins, papel, caneta, celular e dedos.
Eu vejo uma escuridão onde a tudo, menos o medo. Onde tem preguiça e plantação, música e violão.
Eu vejo amor. Eu vejo colheita, câmera, luzes, ação, criatividade, genialidade, talento, profundidade, coragem, ousadia, honestidade, sinceridade. Eu vejo beleza.
Eu vejo colheita. Eu vejo o desbotar, o florescer de uma primavera nova. Eu vejo energia.
Eu vejo certeza. Incerteza. Ansiedade, conforto.
Segurança. Importância. Eu vejo todos os tipos de coisas, eu vejo o incomum, eu me afogo onde ninguém ousa se afogar, eu vejo família, eu vejo criação, eu vejo ideias, vejo calma, vejo pressa, vejo foco.
Vejo narrativas serem construídas. Eu vejo oque ninguém parecer enxergar.
Eu vejo ousadia, eu vejo oque é ser um ser novo e único, eu vejo independência, eu vejo autoridade, eu vejo respeito.
Eu vejo alguém se reerguer. Eu vejo crescimento. Eu vejo querer. Eu vejo borrão, eu vejo visão, eu vejo a mim, eu vejo a você.
Eu vejo a todos, eu vejo descrença, eu vejo crença.
Eu vejo bença, eu vejo fé. Vejo religião, vejo países, vejo etnias, vejos origens, vejo raízes.
Eu vejo os mais diferentes mundos.
Eu vejo ecos. Eu vejo magia. Eu vejo nostalgia.
Eu escuto bocejos, eu escuto alguém acordar de sua cama.
Eu vejo carinho, lembrança.
Eu vejo câmeras antigas, dias nublados, dias chuvosos.
Vejo acampamentos, nós amarras, fogueiras, rondas.
Eu vejo café.

... Kenosis ... Daqui pra Lá ... Titãs? ...
Alô Alô Marciano!
Aqui quem fala é da Terra
Pra variar
Estamos em guerra ...
De Lá: isso é novidade?
Claro que não!
Novidade é O Jovem Do Impossível:
Coração Levitação
Elongação Incombustão (Criação) ...
De Lá: uai sô! Não se assuste
É apenas Um dos Nossos
Pássaros a Voar por aí ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...

Música: Salve a arte.

Cansado de criar pro descarte?
Hoje eu quero a arte verdadeira, faço arte não pra ser passageira, viva arte, salve-a…

Arte que fica, não o copo que bate e se joga no lixo.
Mais que a taça que o tempo eterniza não se perde no nicho.

Quero ser o refúgio da alma do espaço no peito apertado cheio de saudade,
Onde buscam o vinho mais nobre que cobre a dor da realidade.

Sem fórmula mágica ou rima perfeita, com campo único e harmônico na linha feita moldada pro mundo com digitais minhas.
Não precisa ser surreal,
Tem de ser tom leal, pois estou cansado de ser mesmo, preciso ir além do desgaste.
Hoje eu quero a arte verdadeira, faço arte não pra ser passageira, viva arte, salve-a…!
Composição Dênisson Hélder Nogueira Rocha

Rhodium - Ródio
É metal alcalino terroso
Metal de transição.
Encontrado pelo casal
Pierre e Marie Curie
Numa escavação.
Rhodium veio da Platina
e do Níquel ,isso fascina!
A joalheria para brilho
na joiade ouro branco
gerando estilo e encanto!
Mas traz resistência,a peça!
Isso também interessa!
Na automotiva,no compressor
de escape do veículo , poluidor
do ar nas grandes cidades
Na Cirúrgica, Rhodium
Fica no "Podium"
Está nas Clínicas e hospitais
Na instrumentação e muito mais...
Agora ,Rhodium é da hora!
Viaja pelo mundo afora!

Em fiscalização de empreitadas, vulgo obras, o que não esta documentado não é valido e não existe; Deve haver fundamento para tudo.






Adnelson Tadeu ( el amante da engenharia civil e arquitectura)

O mundo não pode olhar para os meus feitos como se fosse algo normal, mas sim extraordinário, a isto chamo de produção do conhecimento. Não é sobre o normal é sobre o extraordinário, é sobre superar a mediocridade.






Adnelson Tadeu (el amante da engenharia civil e arquitectura)

Hoje é o dia da tua mudança de vida.
Não porque o universo irá te salvar. Não porque alguma força invisível fará o trabalho por ti. Mas porque existe um momento em que o ser desperta… e percebe que passou tempo demais vivendo abaixo do próprio potencial.


Não é sobre ajoelhar-se diante do medo. É sobre consciência. Sobre enxergar as correntes invisíveis que limitam tua mente, tua coragem e tua capacidade de conquistar aquilo que deseja. A luz do conhecimento, a chama da rebeldia contra a ignorância e a prisão mental criada pelo conformismo.


Muitos esperam sinais. Poucos entendem que o sinal sempre foi interno. Está no desconforto que te impede de aceitar uma vida pequena. Está naquela voz silenciosa que diz que tu nasceste para mais.


Toda transformação exige destruição. A antiga versão de ti precisa morrer: os hábitos fracos, o medo da opinião alheia, a necessidade de aprovação, a procrastinação e a submissão aos limites impostos pelos outros.


Hoje pode ser o início da tua ascensão.
O dia em que tu decides assumir o controle da própria existência.
Porque ninguém virá te libertar.
A chave sempre esteve nas tuas mãos.

Rhodium..(Ródio)
É metal alcalino
terroso de transição.
Encontrado pelo casal
Pierre e Marie Curie
nas escavações.....
Metal vindo da Platina
e do Níquel,isso fascina!
Seu uso está também
na joalheria nocomplemento
da jóia de ouro branco,
bom realce de suplemento.
Dá brilho ,resistência e encanto!
Na automotiva ,ele é apoio.
Está no compressor de escape
de gases dos veículos,
o que evita poluir o ar.
Nas lentes das câmeras fotografia
e microscópio de previsão,
Rhodium, _(Ródio) é a atracão!
veio para ficar!no Podium agora!
Aparelhos cirúrgicos a toda hora ele desafia
Nas Clínicas,hospitais eleganhou na hora
na instrumentaçãopelo mundo afora!

“Descobrir o propósito da sua existência é uma das forças mais transformadoras da vida. Quem reconhece sua missão deixa de caminhar ao sabor do acaso e passa a trilhar uma jornada feita de direção, coragem e significado. A consciência do porquê é, em última análise, o que verdadeiramente nos liberta.”