Coleção pessoal de testeteste123

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Habitue a mente à serenidade, pois quem não a disciplina acaba ferido pela própria boca.

O sujeito é produzido por sua trajetória histórica e pelo contexto social.

A taça Azul
(porque nem tudo que vemos, compreendemos)

E, ao lembrar — apenas recordar — daquela taça azul, percebo que já não a vejo como antes, pois ela está meio limpa e meio suja; meio eu a vejo, meio eu a entendo.

Às vezes, as palavras se aprisionam em nossa mente, e nem precisam ser ouvidas. É justamente nesses silêncios que, tantas vezes, os problemas vêm ao nosso encontro.

Exploração intelectual e a reação diversas... e contra indicação.
Com elementos psicológico.
Essa cartilha da desinformação e espectro da alienação social.

“Julgamo-nos prontos até que a vida nos prova o contrário. Depois, ao revisitar o caminho, narramos com eloquência o que, no instante vivido, carecia de sabedoria.” - Leonardo Azevedo.

A dignidade humana
O mundo fala de amor, mas isso não basta. Amor sem dignidade é palavra vazia. O que falta ao nosso tempo não é afeto — é caráter.

Vivemos cercados por homens que desejam poder, mas não responsabilidade. Homens que preferem a aparência à verdade, o aplauso à consciência, o privilégio à justiça. Homens que se alimentam da boa-fé alheia e constroem sua força sobre a ignorância que eles mesmos cultivam.

Devemos destruir essa lógica. Recusar a normalização da mentira. Rejeitar amanipulação que transforma cidadãos em massa de manobra.

A dignidade não é luxo: é fundamento. A honra não é ornamento: é dever. A honestidade não é virtude rara: é obrigação mínima.

Defender ideais que não excluem, não dividem, não exploram. Ideais que eduquem, que libertem, que ampliem horizontes. Ideais que tratem a informação como direito, não como moeda de controle.

Porque a ignorância não é acidente — é estratégia. E quem deseja dominar alimenta pouco, para manter dependência. Quem teme a liberdade alheia oferece migalhas, para que a fome nunca acabe.

Não podemos aceitar migalhas e a manipulação como destino e o poder sem moral, como regra.

Vamos conclamar a quem ainda acredita na força da verdade. A quem sabe que igualdade não é utopia, mas projeto. A quem entende que informação é libertação. A quem não se curva ao cinismo dos que lucram com a miséria intelectual e moral.

O mundo precisa de amor, sim. Mas precisa, sobretudo, de homens e mulheres dignos, que escolham a honra antes do benefício, a justiça antes da conveniência, a verdade antes do conforto.

Que seja nosso compromisso. E que ele se cumpra até que a dignidade deixe de ser exceção e volte a ser regra.

Há presenças vazias que pesam sobre a alma; e ausências que, mesmo distantes, continuam cuidando.

Vivemos entre despertos adormecidos. Pessoas caminham em sonambulismo consciente, num sono de olhos abertos. O palco segue montado; o "livre-arbítrio" é o roteiro. Restam as máscaras.

Grandes Olhos
O oculto permeia com a generosidade da presença, da verdade e do sentir.
Olhos grandes se apresentam.
Firmam que o presente do amor é o verdadeiro presente.
E então, ainda diz...
Que sepode seguir.
Vejo e sinto!
E no sustentar desse campo...
Tudo se faz!
Potente oportunidade.
Presente da vida.
Reencontros de almas.
Algumas...
Velhas conhecidas!
E agora...
Reconectadas.
E do gritar não dado.
Da expressão não posta.
E pelo campo da presença dos olhos.
Um esplendoroso sentir.
Eh seguro soltar!
E o que se resta...?
É segurar as mãos...
E confiar!
Na generosidade abundante, o reverberar.
Coração grandioso e teimoso.
insiste... insiste... insiste em confiar!
A coragem da criança solta e amada..
Conduz a chama da verdade.
Volto pra mim!
Começo a me olhar.
Restauro o que muitas vezes...
Eu nem consegui vislumbrar.
E ainda no sustentar...
Exponho, grito e solto.
É um verdadeiro transbordar.
Passos firmes.
Ora ou outra apoiado.
Num sustentar da presença a me presentear.
Coragem para soltar e curar
E no desalinhar do que foi..
A gratidão me conduz.
E o fogo transmuta tudo o q há em mim.
Sigo no fluir e na presença.
Fluo com os presentes dos encontros e dos laços reconhecidos.
Vejo um caminho...
Encontros continuam no ressoar.
Afino meu caminhar e vou adiante a confiar. Porque no florir da vida, a frutificação vem.
Pautada dos pilares...
Da confiança do sentir e na verdade da presença que só com o alinhamento dos olhos se consegue ver.
Erikah Aparecida - Abril2026

Amores


O primeiro amor, é aquele da adolescência
Aquele amor que te deixa louca pra fugir de casa e viver só de amor
Como se isso fosse o suficiente, o meu primeiro amor foi exatamente assim
Lembro vagamente de querer sair de casa e ser a "mulher" de alguém, me tornar dona de casa, ser mãe de um garotinho de olhos azuis
Era o meu sonho casar, ter uma vida morna e sem fortes "emoções", ter alguém estável e previsível na minha vida
Mas, por algum motivo, não foi assim
Chorei por meses, pensei que iria morrer
Mal eu sabia, que os piores dias estavam por vir
E num belo dia de Dezembro de 2006, apareceu o cara com cara de anjo e um coração perverso
Que eu amei desde que os nossos olhos se encontraram
Se eu soubesse, como seria amar você
Eu deveria ter saído correndo, mas eu fui de encontro a você
E essa foi a minha ruína emocional e mental
Eu pude sentir Tudo, em tantos níveis de amor, de paixão e de tristeza
Com você sempre foi em escala global
Era sempre intenso, e essa nem é a palavra certa, foi muito mais que isso
Se eu tivesse como saber que te conhecer e amar você seria tão incrível
Mas, te perder foi a pior coisa que me aconteceu até hoje
Eu discordo daquele ditado, que diz que é melhor amar e perder do que nunca ter amado
Eu adoraria não ter te conhecido, não teria que passar pelo inferno ao te perder
E me descobrir sozinha sem você, foi e ainda é um grande desafio
Eu ainda não me encontrei longe de você, tem dias que ainda não sei quem sou sem você
A única coisa boa que ao perder você, eu encontrei a minha voz
Sou uma escritora muito melhor por causa de você
E sou grata a você por isso


27 de abril de 2026

Há certa sonolência na sociedade: pessoas vagam numa espécie de sonambulismo desperto; em sono profundo, embora de olhos abertos. É o teatro da vida, com o livre-arbítrio ensaiado. Cada personagem com sua máscara.

Que tudo o que transborda de bom em mim alcance a todos: os que me querem bem e os que não me querem, também.

Quanto mais eu errava


Mais conselhos eu dava

A amizade não mede o que falta; permanece. A conveniência só chega quando os frutos já estão maduros sobre a mesa.

O cubismo da ignorância...
Virtude da consciência.
O braçar dos temores...
Apropriação de lucros com lucidez.
* Veja a verdade em si e conhecerá a verdade que te cerca*
Seja a verdade que todos os dias te faz viver.
A dominação onírica da verdade não oculta os fatos e nem os manipula.

A coragem não é o rugido do leão na arena, mas a voz baixa que, ao final de um dia terrível, sussurra para o espelho: "amanhã eu tentarei de novo", com a dignidade de quem sabe que a derrota é apenas uma pausa técnica para ajustar o fôlego.

As palavras atravessam a rotina como vento leve que sopra entre becos sujos; recolhem sentidos e sentimentos, sem pressa, em meio à vida comum e seus ruídos. Algo simples transforma instantes em pensamento — aquilo que chamamos de ideia.

Os realty shows a pragmática da diversão na imersão da realidade.
Objetivo é claro de confinamento mental,
A proposta de reações comportamentos que é implantação de gatilhos e implantes de morais e éticos da existência demonstrando que perdeu natureza pura.
* natureza pura e sua relação moral e suas verbais*
O domínio astronômico por audiência demonstra a pragmática da evolução dão alienação , da lucro, vitalício ponto final.

Quando se confia, abre-se a porta da alma; a decepção nasce quando quem entra não está à altura do lugar que recebeu.

“A tortura constitui a forma mais abjeta de perversão do poder, pois converte a autoridade em instrumento de suplício e faz da força, que deveria proteger, um meio deliberado de aniquilar a dignidade humana. Por isso, onde a dor é imposta como método, não subsiste honra a preservar nem função a dignamente exercer.”