Coleção pessoal de testeteste123
Se o poeta disse que amar é um verbo intransitivo
e entre outros adjetivos tem seu sentido completo,
eu te digo que o amor é um tanto quanto relativo,
um sentimento cativo, que não aceita decreto.
Se ele se basta em si mesmo e não pede complemento,
como explicar o aperto que dá no meu coração?
Como entender esse laço, esse doce tormento,
que me rouba o pensamento e me joga na tua mão?
O amor pode até ser livre na teoria da gramática,
mas na vida prática ele é dependente sim.
Precisa de um sujeito que lhe dê a voz exata,
que mude a sua fonética e faça ninho em mim.
Não me venha com a lógica de que o amor é isolado,
pois quando estou do teu lado a regra perde o valor.
O meu amor só é pleno se for conjugado contigo,
no presente do indicativo...
No plural do nosso amor.
Conhecimento é poder, e o poder reside em como você o utiliza para alcançar feitos extraordinários. Certifique-se de usá-lo com sabedoria.!
Conhecimento é poder e poder é como você utiliza esse conhecimento para fazer coisas incríveis, utilize-o de forma sábia.
Vencedores autênticos não necessitam de um palco, de fato, fazem questão de não expor suas vitórias para não serem erroneamente julgados. Aqueles que carecem de destaque são os que falharam, tentando se enganar em relação a algo que jamais conseguiram.
Eu jamais vou entender a incapacidade cognitiva masculina de preferir e instigar a convivência com a monstruosidade das minhas vulnerabilidades à paz das minhas seguranças.
Se quiser controlar a mente dos homens, negue toda informação a eles ou então inunde-os de informação.
O resultado é o mesmo.
O que é o suficiente?
Bem, eu tento ser o suficiente, mas acho que não consigo, meus 8 não são o suficiente para minha mãe, acho que eu ser simpática não é o suficiente para a sociedade, eu preciso ser perfeita. Preciso ser boa, mas não de mais, se não sou trouxa, mas também não de menos se não sou grossa, preciso ser magra, mas não de mais, senão estou doente, mas também não de menos, por que senão sou “gorda”, preciso ser madura o suficiente, senão ou, tenho muitos traumas, ou sou infantil, tenho que ser inteligente, mas não de mais, por que aí estou focando de mais nos estudos e esquecendo o restou mas também não de menos, por que sou burra, ou estou focando mais em outras coisas, preciso ser sociável, mas não de mais, se não sou sem noção, mas não de menos, se não sou tímida. Se não faço a coisas, que eles nem pediram, sou preguiçosa e se faço sou puxa saco.
Então o que é preciso para ser o suficiente para a sociedade? O que é preciso para estar dentro do padrão? Existe alguém que é TOTALMENTE dentro dos padrões que a sociedade espera? Se sim, essa pessoa é feliz consigo mesma? E se não, por que existe um padrão tão alto se ninguém o alcança?
Desde de que nascemos já temos que atingir as expectativas que esperam de nós. Quando somos bebês, toda vez que aprendemos algo novo, não podemos guardar em família e ficar feliz por isso? Eles querem que mostremos o que sabemos fazer. Aprendemos a falar “papai” e depois querem que repetimos mais 30 vezes para os outros saberem o que aprendemos. Isso é mesmo necessário?
Não podemos sair do padrão por que se não estamos errados, afinal, para que existe um padrão de aparência – loiro(a) e olhos azuis/ moreno e olhos azuis – se nós não podemos escolher com que aparência nascemos? Por que mudar quem você é, só por que o outro não gostou de você? Só por que apontam que você não deve ser assim? Por que todo mundo não pode só... conviver bem com nós mesmos?
Ainda nem cheguei da fala da cor da pele, né?! Por que o outro é considerado diferente, por alguns, só por que a pele é mais morena? Se o diferente está no outro, por que eu tenho que reclamar disso? A pessoa não escolheu ser mais morena, ou mais clara, então por que bater, xingar e desprezar essa pessoa? Só por que ela é diferente? Por isso ela não merece paz? Não merece conforto e amor? Não merece ser acolhida? Ser feliz?
Por que não podemos só acordar um dia e descobrir que não há padrões? Que não há racismo, que não há preconceito? Será que tudo não seria melhor?
Será que todos somos o suficiente, ou a palavra o suficiente não pode ser definida para a raça humana? Ou será que ela não tem um significado concreto, pode ser que seja relativa. Mas mesmo assim, não podemos só ser feliz com o que somos, e com o que o outro é?
“Ser mãe atípica mudou completamente a forma como eu vejo a vida. Aprendi que existem batalhas que ninguém vê, dores que ficam guardadas no silêncio e forças que nascem justamente nos momentos mais difíceis. Nem sempre é fácil continuar, porque o cansaço emocional pesa, a preocupação nunca dorme e muitas vezes falta apoio e compreensão. 💙
Mas ao mesmo tempo, aprendi a valorizar coisas simples que antes passavam despercebidas. Um abraço, uma evolução, uma palavra, um olhar… tudo ganha um significado enorme. Cada pequena conquista do meu filho se transforma em uma vitória gigante no meu coração. ✨
Ser mãe atípica é viver entre lágrimas e sorrisos, entre medo e esperança, mas acima de tudo é viver um amor tão forte que supera qualquer dificuldade.”
Se algum sentido nessa vida existiu,
deve ser como uma pérola bem escondida, numa ostra que jamais ninguém abriu.
"Quero morrer mais que tudo, mas antes...
Quero ver as belas rosas e sentir seus aromas.
Quero os mais ricos livros em minhas estantes.
Quero ser livre e encher de glamour a vida pacata.
Quero ver a Lua nas finas noites que me aguardam.
Quero viver sabendo que o amanhã não é promessa.
Quero ter em meu coração, o privilégio de sentir o amor.
Quero ser dopado pela paixão e cegado pelas perfeições.
Quero viver uma vida com momentos de carinho e tristezas.
Quero que nada seja o gatuno de minha razão, senão a paixão.
Quero sentar na mesa dos companheiros e sentir o cheiro das cartas.
Quero ser visto pelos bons olhos dos bem aventurados que exclamam a vida.
Quero, mais que tudo, viver uma vida pacata que seja rica em detalhes e poesias...
Poemas que me mostrem as filosofias mais assustadoras e que me afastem da morte.
Tudo isso, então, para poder lembrar-me de tudo e não estar só na hora que a foice me alcançar."
Hoje o dia amanheceu nublado, cinzento, com preguiça de acordar. Acordei bem antes dele com um cheiro forte de café, que eu nem sei de onde vinha. Fiz uma breve oração, joguei a preguiça para o lado, vesti meu casaco de flores e colori os lábios sem cor com pó de riso carmim.
Já parou para pensar em como certos líderes religiosos se desestabilizam quando encontram alguém que pensa por conta própria? É quase um padrão: no instante em que você deixa de balançar a cabeça positivamente para cada palavra dita no altar e passa a questionar as incoerências flagrantes, a indignação deles transborda. Eles não se revoltam contra a injustiça do mundo, mas sim contra a sua capacidade de enxergar através do teatro que eles montaram.
A verdade incômoda é que o templo virou um palco de controle. O mecanismo de manipulação é sutil, operando por meio do medo e da culpa institucionalizada. Usam o sagrado como escudo para blindar vaidades humanas e julgar a vida alheia, enquanto nos bastidores sustentam uma conduta oposta àquela que pregam com tanta veemência. Tentam moldar o comportamento coletivo apontando dedos, criando regras que servem apenas para manter as pessoas submissas, dependentes de uma aprovação humana disfarçada de aprovação divina.
No entanto, há algo crucial que precisa ser dito em alto e bom som: religião não define e jamais transformará o caráter de ninguém. Estar sentado em um banco de igreja todos os domingos ou carregar um livro sagrado debaixo do braço não anula a maldade, a soberba ou a desonestidade. A fé deveria ser um caminho de evolução interna, mas frequentemente torna-se um disfarce conveniente para indivíduos vazios de empatia. O verniz moral de um terno elegante ou de um discurso inflamado não esconde a podridão de quem usa a esperança dos outros em benefício próprio. É uma falência ética deplorável ver homens que se autointitulam guias espirituais agindo como mercadores de ilusões e juízes implacáveis da fraqueza alheia.
Para os pastores que utilizam o rebanho como degrau para o poder e ferramenta de controle, fica um aviso severo: nenhuma estrutura construída sobre a mentira e a opressão psicológica permanece firme. Vocês prestarão contas não da quantidade de joelhos que dobraram diante da sua autoridade, mas das mentes que adoeceram sob o peso dos seus julgamentos hipócritas. Liderança real se conquista pelo exemplo, pelo acolhimento e pela transparência, nunca pelo terrorismo espiritual.
E para quem continua frequentando esses ambientes de olhos fechados, aceitando a ignorância como se fosse virtude, é hora de despertar. Deus não habita no monopólio da palavra de um homem que exige sua obediência cega. Espiritualidade legítima liberta; ela não escraviza, não isola e não pune a inteligência. Continuar aplaudindo discursos manipuladores por comodismo ou medo do desconhecido faz de você cúmplice da própria cegueira. Abra os olhos. A sua integridade, o seu discernimento e a sua dignidade valem muito mais do que qualquer ilusão de pertencimento oferecida por quem só quer governar a sua mente
