Coleção pessoal de testeteste123

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Pervertidos por bandalha e atenção, bajuladores nível baba-ovos sem coração e pedintes por migalhas de biscoitos sabor afeição.

O Funk é um serial killer do amor romântico, do carinho mútuo entre casais e do respeito e admiração pelo companheiro(a)

“A dor nem sempre nos visita com o único propósito de ferir, porque sua verdadeira vocação é transformar. É no romper da carapaça que ela inicia, em absoluto silêncio, a obra de nossa mais profunda reconstrução.”

Consequências da exclusão e da incompreensão, mostra como o desprezo pode transformar um salvador em destruidor.

“Meu foco hoje é converter o que está na minha mente em ação, e meus rascunhos em realizações.”


—By Coelhinha

Pra Deus nada é impossível.
Só que este Deus nada quer fazer.
Só ver.

Se eu voar
Se eu tivesse asas para me levar
Sei que iria ser incrível

Eu não sei se me convidou
Mas alguma coisa me chamou
Num foguete eu já vou

Como achar? Qual é o caminho?
Isso eu vou ver
Pra provar que o amor é eterno
E nunca vai morrer

A maior heresia dos homens foi colocar cercas elétricas no jardim do Éden e cobrar ingresso de quem nasceu para colher os frutos de graça.

"Senhor meu Deus, agradeço pela coragem que colocaste em meu coração para reconhecer o que já não me serve. Ajuda-me a compreender que evoluir não é me perder, mas sim me reencontrar na minha versão mais verdadeira. Dá-me discernimento para deixar para trás os pesos, as dores e os ciclos que já cumpriram seu propósito. Que a cada despedida do que não me agrega, eu renove o meu propósito e fortaleça a minha essência. Que o medo do desconhecido não me paralise, mas que a Tua luz guie os meus passos rumo a um caminho de paz, luz e crescimento. Amém."


—By Coelhinha

Hoje, o
meu luxo
é ter paz.

Ela tocava baixo,
como quem conversa com a própria dor
sem querer acordar o mundo.


Enquanto a casa ria atrás dela,
Tentava afinar o peito
na mesma frequência do violão velho.


Porque existem noites
em que a gente não quer companhia,
não quer respostas,
não quer promessas.
Só quer sobreviver
mais algumas horas
sem desabar por dentro.


E talvez fosse exatamente isso
que aquela música fazia:
segurava sua alma
no lugar
enquanto o resto dela
ainda aprendia a ficar.






Livro: La Vereda por Lucci Santz

“A luta antimanicomial não é apenas contra muros de concreto; é contra todos os muros simbólicos que ainda transformam sofrimento em exclusão.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A história dos manicômios no Brasil é também a história dos corpos pobres, negros, femininos e vulneráveis que foram silenciados em nome da ordem.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando o sofrimento humano vira número, leito ou prontuário, a ciência perde sua alma e o cuidado perde seu rosto.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A loucura foi muitas vezes tratada como ameaça porque a sociedade preferiu conter a dor antes de aprender a ouvi-la.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Por trás dos muros havia mais do que diagnósticos: havia nomes, histórias, corpos, medos e vidas que pediam escuta.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O manicômio não começou no prédio; começou no gesto social de afastar aquilo que não se queria compreender.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A roda precisa girar agora em outro sentido: não mais para esconder a dor, mas para devolver nome, memória e dignidade aos esquecidos.”
Do livro A Roda dos Excluídos — Histórias Giradas ao Silêncio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O anonimato protegia a vergonha social, mas muitas vezes roubava da criança o direito sagrado de saber de onde veio.”
Do livro A Roda dos Excluídos — Histórias Giradas ao Silêncio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A caridade pode salvar vidas, mas também pode apagar nomes quando não reconhece a história de quem recebe.”
Do livro A Roda dos Excluídos — Histórias Giradas ao Silêncio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.