Coleção pessoal de testeteste123

34521 - 34540 do total de 118357 pensamentos na coleção de testeteste123

Somos as entranhas da terra os ventos do apogeu...
No apocalíptico o caminho é caótico do pó para o pó...
Nossas consciências estrangeira o que falamos nos dias de hoje é o globalização e polarização de um sistema orgânico e digital...
Nas diretrizes da alma somos fruto do desconhecido...
Para o mundo somos alienígenas.

​O Último Espetáculo


​A boca, que era um arco avermelhado,
Caiu em um traço de amargura.
O choro, antes tanto disfarçado,
Hoje transborda em linha pura.
​Não há aplausos na lona vazia,
Não há piruetas na escuridão.
Atrás da capa da dita folia,
Bate um cansado e ferido coração.
​O circo desfez sua lona de ilusão,
A piada perdeu a graça e o sentido.
Na solidão de sua própria solidão,
O palhaço não está mais sorrindo.
​As roupas largas pesam como chumbo,
Os sapatos gigantes não sabem para onde andar.
Perdeu a graça, perdeu o rumo,
Só restou o silêncio para chorar.

Que venham as pedras, elas é que me fazem voar.

As luzes do picadeiro se apagaram,
O eco das risadas já sumiu.
As tintas que no rosto desenharam
A falsa alegria... o tempo esbofeteou e destruiu.
​Diante do espelho borrado,
A máscara de outrora desabou.
O homem que vivia fantasiado
Olha o vazio que restou.

Escrevo sobre autoconhecimento, espiritualidade e as transformações silenciosas da consciência. Acredito que toda dor é um chamado à evolução e que escrever é um modo de iluminar o caminho de si mesmo. Sou pausa e movimento. Escrevo para lembrar à alma o que ela já sabe, mas que o ruído do mundo a fez esquecer.

Enquanto a maioria espera motivação, a disciplina age. É assim que pessoas medianas se tornam fora de série.

Tem certas pessoas que eu não quero ver nunca mais.

Foda - se aqueles que me ignoram ,vou continuar seguindo o meu caminho na música,mas estou fora desse negocio de ser crente:isso é uma grande perca de tempo.

O rei Salomão foi sábio diante de muitas nações da sua época, mas tolo perante Deus, porque adorou deuses que não lhe deram sabedoria, riqueza nem paz.


📖 1Rs 3:12-13; 1Rs 11:4-6; Pv 9:10

Você é bom até quebrarem seu coração. O amor acaba quando a traição começa.

Tudo o que escapa das nossas mãos, cai, invariavelmente, nas do universo.

O universo não significaria nada se as pessoas que amamos não vivessem nele.

Risco não desaparece com entusiasmo. Só com preparação.

O que realmente me assusta nessa engrenagem religiosa não é o eco cansativo da palavra 'submissão'. O que me revira o estômago é o silêncio cirúrgico que vem depois. Há um arsenal de versículos prontos para moldar o corpo, o tom de voz e o tamanho da saia da mulher. Mas quando essa mesma fiel senta no banco do templo com a alma em frangalhos — ou com manchas roxas que o casaco comprido tenta sufocar —, a teologia deles convenientemente perde a voz.
​Não existe um sermão de domingo contra o terrorismo doméstico praticado por maridos que, do lado de fora, simulam santidade. Não há clamor no altar contra o homem que usa as Escrituras como mordaça e o lar como cativeiro. Ao empurrarem a obediência cega e ignorarem o espancamento e a tortura psicológica, essas instituições não estão salvando casamentos; estão blindando criminosos. A igreja, que deveria ser o refúgio, escolhe ser o biombo que esconde o monstro.
​Há uma pressa vergonhosa em exigir o perdão da agredida, obrigando-a a engolir o próprio choro para manter as aparências de uma 'família tradicional'. Mas na hora de estender a mão para arrancá-la daquele inferno, o discurso muda: dizem para ela orar mais, aguentar mais, carregar a cruz. Esse abandono não é apenas covardia, é cumplicidade de púlpito. A lição urgente que essas lideranças precisam aprender é que Deus não habita onde a violência é acobertada. Se a sua fé serve para controlar a vida de uma mulher, mas falha miseravelmente na hora de salvá-la da morte dentro de casa, ela não é religião; é apenas um pacto de silêncio mascarado de santidade.

"Como poderei irritar-me com aquele que tenta sobressair-se sobre mim, já que o mesmo se ilude com seu poder, seu medo e sua insignificância.


Eu, pelo contrário, serei muito mais cobrado se, mesmo compreendendo suas condições, me igualar a ele."

Bendita é a alma que não se demora na queda, mas usa os fragmentos do chão para pavimentar o próprio retorno.

Feliz daquele que faz do próprio abismo o cenário perfeito para aprender a voar.

Sábio é aquele que transforma o peso do obstáculo na matéria-prima do seu próprio alicerce.

O insulto é o refúgio dos fracos. Quando faltam razões e sobra soberba, a boca só sabe disparar ofensas para tentar diminuir o valor alheio.
Você pode tentar fazer alguém se sentir um objeto, mas lembre-se: a consciência do próprio valor é um território que nenhuma palavra maldita consegue invadir.

Quando nos tornamos superficiais e artificiais e a máquina se mostra profunda e natural, tudo vai mal!