Coleção pessoal de testeteste123

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Sobre a Luanna


Recentemente, peguei-me assistindo a um filme que jamais saberia apreciar;
A beleza de sua história, em outros tempos, eu a desprezaria.
Mantinha meus gostos atrelados à situação à qual me impus,
Não que estivesse enganado — apenas fui omisso com a vida.


Então, foi ao olhar para você, libertando a própria alma,
Apesar das cicatrizes marcadas em seu corpo,
Cingiu-se de amor, esperança e alegria,
E buscou a luz nas trevas para refletir àqueles que se encontravam nela.


Outrora, minhas noites, de tão escuras, fizeram-me esquecer da lua,
Que seguia em seu contínuo e incansável ofício, mesmo sob o céu noturno.
Agradeço por isso: por oferecer a luz e a cura de sua grande jornada,
Pois hoje eu recrimino as nuvens por não me permitirem contemplá-la.


Desejo que brilhe, mesmo que ainda que lhe peçam ou a convençam do contrário.
Quero que persista, mesmo quando sentir que não consiga.
Queria ter forças para sair da noite e, enfim, aceitar o dia;
Mas, enquanto eu tiver a lua, eu sei que isso me bastará.


DRAL

Do apagão ao intenso brilho,
penso com o coração,
para que o meu raciocínio encontre
- na e em -
paz :sentido.

O diabo não gasta flecha com quem já jaz caído.
Para os que se afogam na ilusão, ele oferece banquete e riso,
para que durmam tranquilos no berço da distração,
sem ouvir o eco da própria ruína.


Mas aos que sangram de pé,
aos que seguram a fé como quem segura a vida,
a esses ele persegue.
Porque são os únicos que ainda podem escapar.
E é deles que ele quer roubar a alma,
arrastando-os para o brilho falso da sua festa.


A festa e o ilusionista
Por marcio melo

Às vezes, com certos amigos, você se dá conta de que sozinho está melhor acompanhado.

Você se dá conta, às vezes, de que com certos amigos sozinho você está melhor acompanhado.

"O conhecimento ergue a mente como quem ergue uma casa: abre janelas, amplia os cômodos.
Só que ao clarear os cômodos, ele mostra quem não consegue mais morar ali com você."


Marcio Melo

Manifesto:
Pelo Humano por Trás da Máscara


Nós não somos a soma das nossas etiquetas.
Não somos um conjunto de pautas, identidades e algoritmos.
Somos pessoas contraditórias, com medo, desejo e uma história que não cabe em 15 segundos.


Durante décadas escondemos o medo atrás de máscaras.
Hoje expomos tudo e chamamos de liberdade.
Mas expor sem escolher virou uma nova prisão: livre pra ser tudo, preso pra não ser nada por tempo suficiente pra virar real.


A tradição assusta porque lembra o que nos sufocou.
O novo assusta porque ameaça o chão que conhecemos.
E no meio desse choque, a gente esqueceu do mais básico: ver o outro como gente, não como categoria.


Identidade não pode virar armadura.
Quando vira, protegemos a imagem e matamos o encontro.
Quando vira, discutimos, performamos, cancelamos — mas não nos tocamos.


Não vamos trocar uma desumanização pela outra.
Não vamos trocar o silêncio forçado pela gritaria vazia.


Queremos um espaço onde seja possível nomear sem congelar.
Mudar sem ser apagado.
Errar sem ser cancelado.
Ficar em silêncio sem ser acusado.


O futuro não vai ser construído por quem grita mais alto,
mas por quem tem coragem de parar, olhar nos olhos, e perguntar:
“Por trás dessa máscara, quem é você?”


Porque no fim, nunca foram os lobos na árvore.
Sempre foi o medo que a gente se recusou a encarar.
E é hora de encarar.


Se você também está cansado de performar e quer voltar a existir, compartilha isso.


Análise
Psicossocial
Por marcio melo

Com certos amigos, às vezes, você se dá conta de que sozinho você está melhor acompanhado.

"Quem é você?"
É a pergunta que a identidade-armadura não aguenta, porque ela exige resposta sem etiqueta, sem hashtag, sem palco.


E a resposta que você deu depois é o contragolpe:
A árvore não precisa declarar “sou árvore” o tempo todo. Ela só é.
O gato não passa o dia explicando por que não é cachorro. Ele caça, dorme, mia. Pronto.


O problema começou quando a gente esqueceu que ser humano também tem um “só ser”.
A gente trocou o ser pelo provar, pelo performar, pelo justificar.


Então a pergunta pra Gen Z e pras que vêm depois não é “qual identidade você escolhe hoje?”.
É: o que sobra de você quando tira todas as identidades?


Se a árvore tirasse a casca, ainda seria árvore.
Se o gato tirasse o pelo, ainda seria gato.
Se você tirar as máscaras, ainda sobra algo que não precisa de aprovação pra existir.


É aí que mora o “quem é você” de verdade. E é isso que nenhuma pauta, geração ou algoritmo consegue te dar ou tirar.


Por Marcio Melo

Sigo sendo a condução das condições
e das condições a condução.
Do nunca mais ao infinito,
da planta dos pés ao coração.

Não me acho.
Me sinto.
Me penso
e (me) reflito.

A pessoa que abriu sua empresa não será a mesma pessoa que a levará ao próximo nível.
No início você vende.
Depois lidera.
Depois desenvolve gestores.
Depois pensa estrategicamente.
Empresas crescem.
E exigem crescimento proporcional dos seus líderes.
Muitos negócios travam porque seus fundadores continuam operando como iniciantes.
O maior desafio do empreendedor não é crescer a empresa.
É crescer junto com ela.

Passei tanto tempo construindo muralhas contra a dor que, quando o amor finalmente chegou, encontrou apenas ruínas e portas enferrujadas.

Todo ato da necessidade de um início pois sem ação não se tem reação.
Na resiliência da ação.
Neste fato Feedback da alienação apenas é desculpa para continuar a musica do rebola.

"A vitória é a recompensa daqueles que ainda insistem em lutar."

O deserto é uma ponte estreita sobre um vulcão; entre o pecado e o propósito.

A flexão fortalece o corpo; a reflexão fortalece o músculo que o controla.

O bom gosto não grita; ele sussurra e todo mundo escuta.
"Moda é arquitetura em movimento."
Suedson_Corey

Estilo é o sotaque do seu visual.
Suedson_Corey

Deixa a nossa música tocar, ela é remédio para os sonhos.