Coleção pessoal de testeteste123

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“Errar é humano; permanecer paralisado pelo medo de errar é desnecessário. Aprenda, corrija o rumo e continue caminhando com equilíbrio e serenidade.”

“Errar faz parte da condição humana; ninguém vive sem cometer equívocos. O importante não é nunca errar, mas aprender com os erros, corrigi-los e seguir em frente com serenidade.”

Tem gente que não merece nem a dó que sentimos.

O branco, em sua aparente neutralidade, delimita fronteiras rígidas. Apenas um pequeno percentual do absurdo humano é capaz de de fato transcender o branco, rompendo as linhas da diferença social e o peso dos padrões impostos pela sociedade.

Suas memórias não são escolhas suas.

Deus, hoje eu só preciso que o Senhor me enxergue.

Não vim fazer uma oração bonita. Não vim repetir palavras que já não conseguem traduzir o que existe dentro de mim. Hoje eu só vim porque já não consigo carregar sozinha o peso que tenho sentido.

O Senhor conhece cada renúncia que fiz. Conhece cada desejo que calei, cada lágrima que escondi, cada vez que escolhi obedecer mesmo quando tudo em mim queria desistir. Eu tentei ser fiel. Tentei acreditar que toda espera teria um propósito e que nenhuma entrega feita ao Senhor seria em vão.

Mas existe um lado da espera sobre o qual quase ninguém fala.

Ninguém fala da angústia de um corpo que também sente. Da mulher que também deseja ser acolhida, amada, escolhida, desejada e cuidada. Ninguém fala da solidão que visita o quarto quando a noite chega, nem da batalha silenciosa entre a carne e o espírito. Como se viver um propósito anulasse aquilo que também fomos criados para sentir.

E eu sinto, Deus.

Sinto falta de um abraço que permaneça. De um olhar que me encontre. De alguém que faça o meu coração descansar sem que eu precise lutar tanto para acreditar que vale a pena continuar esperando.

Há dias em que me pergunto se não estou apenas assistindo à vida passar pela janela. Enquanto tantos vivem, constroem histórias e encontram companhia, eu permaneço aqui, presa entre crenças, renúncias e promessas que ainda não consigo tocar. Às vezes, tudo parece distante demais. Até a esperança.

Perdoa-me por dizer isso, mas hoje a espera pesa.

Pesa porque eu também sou carne. Sou mulher. Tenho emoções, tenho desejos, tenho medos. E, por mais que o meu espírito queira Te honrar, há dias em que meu corpo se cansa de esperar por respostas que nunca chegam.

Então eu Te pergunto, com toda a sinceridade que ainda me resta: o que o Senhor quer de mim que eu ainda não consegui compreender? Onde estou falhando? O que ainda preciso aprender? Porque eu tenho tentado. Tenho obedecido dentro das minhas limitações. Tenho permanecido quando tudo em mim queria correr para qualquer lugar onde a dor parecesse menor.

Se for para continuar esperando, faz com que essa espera se torne leve. Se ainda não chegou o tempo da resposta, sustenta-me até ela. Mas, por favor, não permita que eu me perca de mim enquanto caminho em direção à Tua vontade.

Olha para mim, Deus.

Não para a mulher que tenta parecer forte diante dos outros, mas para a filha que hoje se sente cansada, confusa e profundamente aflita. Acolhe aquilo que nem eu consigo nomear. Abraça o que em mim está ferido. E, se eu estiver caminhando na direção certa, dá-me apenas a graça de continuar.

Porque hoje eu não preciso de explicações.

Hoje eu só preciso sentir que o Senhor continua aqui.

Ela é a combinação que o tempo demorou para explicar.
Inteligente, determinada e cheia de propósito.
Compreensiva sim, mas sem abrir mão da sua personalidade, dos seus valores, das suas convicções...
Linda por dentro e por fora, ainda mais porque escolheu ser luz e não sombra.


Rara. Real. Insubstituível.

O samurai não é lembrado pela vida que levou, mas por como morreu no campo de batalha. 忠

“Aceite que errar é parte da vida; aprenda com seus erros, mas não permita que o medo de errar impeça você de viver, agir e evoluir.”

Não tenha medo de errar; tenha medo apenas de não aprender com os seus erros.

Existe vários tipos de motores na engenharia, mas na natureza o principal é o vento.

Não se faz um avião e menos ainda um foguete sem matemática e desenhos — simples constatação da engenharia.

Da paz

E eu sigo em paz...
quer dizer, então, que não vejo a guerra? Não sou ingênua.
Tenho visto o caos e pressinto o que está por vir.
O porvir... bem, o que posso fazer?
É não atacar ninguém... é não generalizar... é não disseminar ódio pelas redes sociais... já sei que tem gente demais fazendo isso.
Estão esses tão infelizes assim? É a única conclusão a que chego.
Uma pessoa que está em paz e feliz consigo mesma não quer guerra com ninguém.
E você? É da paz ou da guerra?
Estamos precisando demais de pessoas que sentem do lado em que se vê o bom da vida... se continuar nesse ritmo a condução que nos leva vai virar... e é óbvio que todos irão se quebrar.
Eu disse TODOS!

Tadinha, só ela cultivava as flores, tadinha.

Das escolhas
Sua vida é como é por sua própria escolha, né, não?
Neste exato momento você está lendo este texto. Óbvio, né?
Você realmente queria lê-lo. Não tenho dúvidas... se não quisesse, teria passado adiante depois de ler o título, não é?
Sabe aquelas pessoas que ficam o tempo todo falando que gostariam de estar em outro emprego, morando numa Ilha paradisíaca – by the way, eu moro... – que não aguentam mais estar naquele relacionamento que suga todas as suas energias, que queriam estar fazendo isso ou aquilo... mas estão presas em uma camisa de força que é a sua própria vida?
Pois é. Essas pessoas se esqueceram de que foram elas – e somente elas – que se colocaram em tal situação.
Aaaaaa mas as circunstâncias!!!!! sim, há as circunstâncias, mas no fim de tudo foi a própria pessoa que escolheu estar onde está.
As circunstâncias talvez cobrassem um preço muito alto para a não escolha de uma vida diferente... e, às vezes, isso ocorre bem inconscientemente, a pessoa vai optar por uma vida vítima das circunstâncias... inconscientemente.
E o resultado? Bom, no mínimo, o trem da própria vida estará sempre na estação errada... o timão da sua vida estará sempre na mão de outra pessoa.
Sim, Rosangela... mas
Nem 'mas'... nem 'meio mas'... você está onde está por sua livre e espontânea vontade... e pode voar pra bem longe... por sua livre e espontânea vontade.
Claro... haverá consequências.
Porque toda ação tem uma reação. E, sendo assim, suas reações podem ser quaisquer que você queira...
E, quanto às consequências da ação escolhida?
Bem....
Isso você resolve depois 😘

Chore, fingir um sorriso é pior.

Um dia cansei.
Cansei da minha solitude,
cansei de dormir e acordar sozinho,
cansei da minha paz.

E resolvi arrumar um problema —
ou melhor, um amor;
tanto faz o nome.
Resolvi, novamente, trocar minha energia, meus fluidos,
sentir o coração bater mais forte.

Como diria o poeta: "Que seja eterno enquanto dure!"
Vou lá tirar a minha paz — ou a paz de alguém —,
ou buscaremos juntos a paz
e traremos uma nova vida para nós,
e uma nova alma,
uma nova vida para esse mundo de incertezas,
que é único e maravilhoso
e, ao mesmo tempo, o caos.

Do silêncio

Somos responsáveis pelo nosso silêncio...
Se eu der minha opinião, se eu alertar alguém, se eu persuadir alguém, se eu gritar aos quatro-ventos...
Se... tudo isso aí e unas cositas mais, serei responsável de alguma maneira.
Claro, terei me implicado na situação de forma bem clara. Serei responsável pelo que falei, pelo que fiz. Minhas palavras podem voar ao vento, mas... antes de voarem, passaram pelos ouvidos de alguém, pelos olhos de alguém.
Então, penso eu, em certas situações, o melhor a fazer é manter-me passivamente passiva. Farei do silêncio minha arma de comunicação. Assim, não poderei ser responsabilizada por me manter calada. Se alguém fizer alguma bobagem... disser alguma mentira... ah! a melhor opção, pra mim, é o silêncio mortal.
Não sou eu quem vai expor esse alguém. Não, não mesmo. Não sou conivente, sei que o que esse alguém fez não está certo. Mas... não quero ter prejuízos afetivos... ops... então, não é o outro, sou eu a minha real preocupação... é só por isso que, muitas, muitas vezes, o silêncio se instala em mim.
Claro, claro... não vou sair por aí atirando com uma metralhadora honestidade o tempo todo e em todo lugar. Há vezes em que meu silêncio se faz necessário por pura cortesia. Então, sim, me esconderei atrás da cortina da boa convivência, da gentileza. Agirei virtuosamente como se estivesse a passear pelos corredores da corte... silenciosamente.

Metáforas de cores reluzentes transcendem a percepção aguda sob um ângulo corretivo.
​A percepção do azul, na velocidade magnética, atinge o ápice do ego expressivo; no espaço contínuo, essa mesma velocidade projeta o vermelho como cor de fenda, num pequeno rasgo do espaço-tempo.
​A translação do ar reflete o status do fluxo no meio ambiente. Quando o ar é quebrado pela velocidade do som, as ondas de impacto materializam a sonoridade em cor que se dissipa no exato instante do estampido.
​O ar comprimido da existência — metáfora quadriculada em estado primitivo de inércia — desperta. A energia se manifesta na primazia do branco, como o rastro da difusão de uma viagem temporal que deixa em seu rastro a pura sensação do vazio.

Da mudança


Mudar dói... mas mais do que permanecer no mesmo lugar desértico, frio e desesperançável?
Minha zona de conforto se amplia a cada dia. Estou feliz nela? Acho que não. Não... definitivamente não. Mas... Já a conheço tão bem... tudo nela é tão previsível... não há canto escuro ou obscuro pelo qual eu já não tenha passado, olhado, acariciado e colocado bem no fundo do baú. Mas dentro do meu campo de visão... bem à minha mão.
Oras, não sou boba nem nada... o conhecível me faz bem, me dá segurança... tudo bem que tenho de engolir todos os sapos que pululam ao meu redor, mas sei o chá que devo tomar pra não sofrer intoxicação mortal. E há sapos que não são tão venenosos... dá pra engolir de boa mesmo.
Então, não mudo, não sofro. Resignadamente me resigno a tudo e a todos, todos os dias. Mas na segurança do caminho conhecido, of course. Vou eu enfrentar preocupações com mudanças? Sei onde estou. Sei o que tenho. Punto e basta.
Mesmo?
Não sou boba nem nada. Conheço a frase 'melhor um pássaro na mão do que dois voando'... mas sei que isso me diz: 'fique com o menor, assegure-se, mantenha firme o pouco que você tem... deixa ir o maior... dispense o grande'.
Por que, então, conhecedora de que pode haver o melhor, o maior, o mais confortável, o sucesso, a alegria, a paz... e mil e umas outras coisinhas maravilhosas com uma mudançazinha aqui e acolá, eu fico amarrada no mesmo lugar?
Por que fico pagando um preço (talvez alto demais) por uma pseudosegurança?
Se eu agir é sempre fitty-fiffty. E mesmo que seja, como resultado, o fifty
-50%, só o fato de eu ter disposição para correr risco já me faz ganhar... e vai que o resultado seja mesmo o +50%?
Entonces... mudar dói (exige um certo esforço)... mas... se não se mudar nunca se poderá saber o resultado do passo em direção à mudança... e essa adrenalina é boa... ah!!!! se é.