Coleção pessoal de pensador
Eu estou cansada desse fascismo social. De conversas vazias, em que posso falar de tudo, menos da coisa mais importante na minha vida.
No começo de um relacionamento, tudo é emocionante e novo, parece que nada pode nos magoar. E gradualmente você percebe que, na verdade, qualquer coisa pode te magoar.
Acho que nós dois vemos o casamento como um meio, e não um fim. Nós o vemos mais como uma plataforma onde podemos nos desenvolver como indivíduos.
Eu acho que essa palavra "sucesso" está carregada de uma concepção cultural errada sobre o casamento.
Quando começamos nossa jornada, penso no mundo que estamos deixando para trás. E como eu vi o seu melhor e o seu pior e como teremos os nossos tempos ruins.
O que há lá fora? Por que estamos aqui? Para onde vamos? Não chegarei a ver a resposta, mas… Talvez eu possa nos fazer chegar um pouco mais perto.
Essa é nossa melhor chance de achar um planeta habitável. Um que possamos colonizar e garantir nossa sobrevivência.
Sei como é sofrer e querer machucar alguém. Mas a pessoa que sai mais machucada é sempre você mesma.
Esperam que você seja um ídolo poderoso que sabe de tudo, divino. Praticamente. Alguém que se garante da cabeça às unhas feitas. Mas a confiança vem aos poucos. Ninguém é totalmente seguro de si.
Para ser Deus, preciso me importar com todos os humanos do planeta. Um feito impossível, já que acho a maioria deles insuportável.
Nenhum problema é pequeno demais. Qualquer boa ação que fizer, tipo ajudar alguém do seu bairro ou, sei lá, organizar um jantar caprichado para suas amigas, te torna um herói tanto quanto se lutasse uma guerra pelo trono do Céu.
O acesso que damos a nossas vidas hoje é sem precedentes. É socialmente aceitável… não, socialmente esperado que nós possamos espiar pessoas, conhecidas ou não, para conhecer uma versão parcialmente verdadeira de suas vidas.
