Coleção pessoal de pensador

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Felicidade não existe, só ser feliz a cada dia.

Na vida, a pessoa tem que ver, ouvir e ficar quieta. Outras vezes, deve ver, ouvir e falar. Mas, quase sempre, não precisamos ver e nem ouvir.

A pior parte não é os mais fortes te perseguirem todos os dias, o pior é te pegarem.

Não espero nem mereço perdão. Mas acho que saber a verdade te ajudará.

Você precisa tentar recuperar a sua vida. Seguir em frente. Faça as coisas que deixam você feliz.

E se eu não me lembrar de nada? E se eu nunca souber o que aconteceu?

Como a minha vida se transformou em um inferno em um dia?

Às vezes temos que nos distanciar para perceber as coisas.

Sabe o que aprendi nesse tempo? Que não se pode viver com medo.

O único jeito de realmente completar uma história é compartilhar com os outros.

Eu não sou bom fazendo maldade, tá? Eu tô fazendo o meu melhor.

Ser uma cavaleira significa fazer escolhas difíceis.

Imperadores vão e vêm, mas você é o nosso Mestre Dragão. Você é uma lenda!

Se necessário, um pajem dará sua vida pelo seu cavaleiro.

O sentido de minha existência residir no fato da vida coloca-me uma questão. Ou, inversamente, sou eu próprio uma questão colocada ao mundo e devo fornecer minha resposta; caso contrário, estarei reduzido à resposta que o mundo me der.

O Twitter (em tradução literal, “gorjeio”) é um nome adequado para a plataforma de mensagens de mídia social, popular tanto entre especialistas quanto entre presidentes. Somos como bandos de pássaros. Assim que um de nós levanta voo, todo nosso bando eleva-se no ar.

Certa vez, um paciente descreveu a sensação de escalar uma rocha: quando ele está na parede, nada existe a não ser uma infinita superfície rochosa justaposta à decisão limitada de onde colocar a seguir cada dedo do pé e da mão. A prática da psicoterapia não é diferente de escalar uma rocha. Mergulho na história, na narrativa e repetição da narrativa, e o restante desaparece.

Todo paciente é um pacote fechado, um romance não lido, uma terra inexplorada.

Uma das constatações neurocientíficas mais extraordinárias do século passado é que o cérebro processa prazer e sofrimento no mesmo lugar. Ou seja, o prazer e o sofrimento funcionam como dois lados de uma balança.

O smartphone é a agulha hipodérmica dos tempos modernos, fornecendo incessantemente dopamina digital para uma geração plugada.