Coleção pessoal de pensador

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Eu não sei mais pra onde ir
Eu não quero mais mentir
Eu só quero poder sorrir

Meu pais cansaram de mim
Juro, eu não sou assim
Eu não quero mais o fim
Mas já faz parte de mim

É só uma fase, não preocupa
Só estuda, só escuta
Eu só queria tá à altura, mas ninguém me dá uma ajuda
Eu só queria ser você

Ah, se eu pudesse enxergar
Eu ia recolher os cacos, sonhos quebrados
Se o teu coração quiser que seja, será
E volta a incendiar a luz que enfraqueceu

Me afogo nas memórias sem você pra me salvar
Me ensina a voar
Esse ano tudo se refaz, o absurdo ficou pra trás

Eu vou te procurar depois do entardecer
Fiz esse som pra inventar
Um jeito de te ver

A gente cresce e deixa de se encantar
E aquele encanto deixa o universo de repente

Do nada batem essas bobagens que a gente viveu
Há muito tempo atrás

Quem atribui um grande valor à opinião dos homens presta-lhes demasiada honra.

Por vezes é um ato de bravura até mesmo viver.

Quando um homem não sabe a qual porto ele está indo, nenhum vento é o vento certo.

É com a vida como é com uma peça de teatro, – não importa por quanto tempo a ação é tecida, mas quão boa é a atuação.

Se você quer escapar de seus problemas, não precisa de outro lugar, mas de outra personalidade.

Para examinar a verdade é necessário, pelo menos uma vez na vida, pôr todas as coisas em dúvida, tanto quanto se puder.

Esse teu amor...
Eu não estou entendendo
Um dia você não me quer
No outro tu tá me querendo

Não sou de marcar bobeira
Pra cima de mim não dá
Quando vinha com teu milho
Eu já ia com meu fubá

Ai, que vontade que eu tenho de ser feliz
E levar a minha vida do jeito que eu sempre quis
Eu queria ser uma flor mais bela no jardim lá da favela ao morar em frente ao mar
Eu queria dar tudo de bom para ela, pôr um cravo na lapela e sair pra passear
Depois pegar meu barco à vela e navegar, tirar onda nas ondas do mar e não marejar

Quando eu ouço um banjo bem tocado
Fico todo arrepiada
E nem sei o que me dá
Ao chegar o tom em meu ouvido
Eu me vejo comovida
Com vontade de cantar

Do outro lado, nego desempregado
Bastante desesperado, se rende correndo e cai

Mas caiu com a mão na cabeça
Para que ninguém esqueça
O quanto pediu clemência
E não foi ouvido, por causa da violência

Eu sempre me preocupei com o meu destino, é
Trago no sorriso aberto o desatino que vem da paixão
Pra iludir meu coração