Coleção pessoal de pensador
Soneto de Natal
Um homem, – era aquela noite amiga,
Noite cristã, berço do Nazareno, –
Ao relembrar os dias de pequeno,
E a viva dança, e a lépida cantiga,
Quis transportar ao verso doce e ameno
As sensações da sua idade antiga,
Naquela mesma velha noite amiga,
Noite cristã, berço do Nazareno.
Escolheu o soneto... A folha branca
Pede-lhe a inspiração; mas, frouxa e manca.
A pena não acode ao gesto seu.
E, em vão lutando contra o metro adverso,
Só lhe saiu este pequeno verso:
“Mudaria o Natal ou mudei eu?”
Se o time precisa, você tem que se sacrificar. Mas não é um sacrifício, você está contribuindo para o time.
Você precisa elevar seu jogo ao nível daqueles ao seu redor. Então você tem que manter esse nível alto e, com isso, acho que estou melhorando naturalmente.
Não gosto de perder nada e trato de ser mais um a ajudar a chegar ao triunfo. Entro em campo com o pensamento na vitória e não em marcar muitos gols.
O que mais nos define é que os argentinos sempre foram capazes de superar as adversidades que surgem. Todos nós temos a capacidade de nos unir e lutar juntos para sair das dificuldades, e isso é algo que também valorizo muito em nosso povo.
Com o passar dos anos também percebi que não é bom deixar o desejo virar uma obsessão, pois a pressão aumenta e as chances de torná-lo realidade costumam diminuir.
Eu não me considero o melhor, eu me considero apenas mais um jogador. No campo, somos todos iguais quando o jogo começa.
Me parecia que minha vida não era diferente da de qualquer outra pessoa. Éramos como peixes sendo educados em grupos, inconscientes da água e indiferentes a qualquer coisa fora de nossas próprias cabeças egoístas.
O cérebro está mais para um palco onde nossa vida é encenada do que como o diretor nos bastidores dando seus pitacos.
