Coleção pessoal de pensador

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⁠Somos todos uma máquina que você alimenta com elogios e chocolate.

⁠Eu olho para você e não vejo nada além de feiura.

⁠Você não conhece o mundo e você o teme.

⁠Há um mundo para apreciar e circum-navegar.

⁠Precisamos vivenciar tudo. Isso nos faz inteiros.

⁠O foco central do meu trabalho é entender os jogadores e, depois disso, desenvolver a parte tática.

⁠Só consigo defender o que eu conheço do amor, que é o início, mas, meu Deus! Você não faz ideia de como eu gostaria de saber o que é uma história sem final.

⁠Não se pode deixar de viver um único minuto de amor porque ele vai terminar.

⁠Eu também conheço essa força imparável do amor. Não se pode negociar com um tsunami.

⁠Quando você tá apaixonada, é como se você vivesse dentro de uma música. E eu era essa música. Só não me dei conta que uma música não dura mais do que três minutos.

⁠É tremendamente triste trabalhar com gente que não tem esperança.

⁠[O amor] é uma doença que tem várias fases. A ansiedade pra conseguir, o medo de perder. E a depressão, quando te abandona.

⁠Existem quatro bilhões de mulheres no mundo. As possibilidades de conhecer uma que realmente te fascine são escassas. E não estamos aqui pra desperdiçar oportunidades.

⁠Quem se importa se o amor acaba ou se gasta, se ele é a única razão pra viver?

⁠O amor acaba. E não vale a pena perder a vida por ele.

⁠Essa é a grandeza do amor. Ele tira o melhor da gente.

⁠Só duas coisas podem transformar um dia de cão num dia maravilhoso. A primeira é o amor. A segunda é um golpe de mais de 10 milhões de euros.

⁠Confiemos o novo ano à mãe de Deus. Consagremos-lhe a nossa vida. Ela, com ternura, saberá revelar a sua plenitude. Porque nos levará a Jesus, plenitude dos tempos, de todos os tempos. Que este ano seja repleto da consolação do Senhor.

Ano Novo

Meia-noite. Fim
de um ano, início
de outro. Olho o céu:
nenhum indício.

Olho o céu:
o abismo vence o
olhar. O mesmo
espantoso silêncio
da Via-Láctea feito
um ectoplasma
sobre a minha cabeça
nada ali indica
que um ano novo começa.

E não começa
nem no céu nem no chão
do planeta:
começa no coração.

Começa como a esperança
de vida melhor
que entre os astros
não se escuta
nem se vê
nem pode haver:
que isso é coisa de homem
esse bicho
estelar
que sonha
(e luta).

⁠O tempo é bastante amável com a gente, seus passageiros fugazes, e nos dá permissão para crer que hoje pode ser o primeiro dos dias, e para querer que seja alegre como as cores de uma quitanda.