Coleção pessoal de pensador
Eu jamais voltarei a confiar em alguém que diz que gosta de mim. Já ouvi isso antes e sei como termina.
E assim voltara à estaca zero: ansiando por um homem com um título antigo, porém maculado, com uma reputação sombria, sem dinheiro e especialista em tumultos e malandragens. Só que, desta vez, ele a queria tanto quanto ela o queria.
Sabe (...), quando tudo isso começou, eu só queria lhe ensinar uma lição sobre as consequências de partir o coração de alguém. O que não percebi era que você também tinha algo a me ensinar: que as pessoas podem mudar, e que, às vezes, pode-se confiar no coração. O meu está apaixonado por você há muito tempo (...).
Fazer Tristan Carroway se apaixonar por ela era arriscado por mais de um motivo, mas era uma lição que ele precisava desesperadamente aprender. O visconde havia brincando com o coração de mulheres demais, e Georgiana garantiria que isso não aconteceria mais. Nunca mais.
Na época da dispersão absoluta, da cultura do instantâneo, da falta de escuta e da superficialidade, há, dentro de cada pessoa, uma chave capaz de abrir novamente as portas da atenção, da harmonia e do amor à vida.
Essa chave se chama Ichigo-ichie.
Violet Crawley: – No que estou sentada?
Matthew: – Cadeira giratória. Inventada por Thomas Jefferson.
Violet Crawley: – Por que todo dia envolve uma briga com um americano?
Isobel Crawley: – Como você odeia estar errada.
Violet Crawley: – Eu não saberia. Não estou familiarizada com a sensação.
Eu acho que o lugar da mulher é, eventualmente, em casa, mas não vejo mal algum em ter divertimento antes de chegar lá.
(Violet Crawley)
Quando acontecem tragédias, tentamos achar alguém pra culpar. Na ausência de um candidato melhor, culpamos a nós mesmos. Você não é culpado. Ninguém é culpado.
(Violet Crawley)
Eu não sou romântica, mas até eu considero que o coração não existe meramente para bombear sangue.
(Violet Crawley)
Eu estava sempre ansiosa, pensando em como deixar de ser quem era, em como me tornar alguém melhor, alguém de quem as pessoas gostassem. Mas era incapaz disso – sempre que tentavam se aproximar, eu fazia alguma coisa errada.
E, sempre que vejo um fusca azul, lembro que dentro dele cabem pessoas o suficiente para me estender a mão se um dia eu precisar. Isso é força.
