Coleção pessoal de pensador

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⁠Quando foi que viramos crianças crescidas num mundo assim tão sem graça?

⁠Antes que esse mundo acabe, eu só quero que você desabe nos meus braços ao menos uma vez, porque pode ser a última, nunca se sabe.

⁠Definições são pontos de partida fundamentais para a imaginação. O que não podemos imaginar não pode vir a ser.

⁠Amar é um ato da vontade - isto é, tanto uma intenção quanto uma ação. A vontade também implica escolha. Nós não temos que amar. Escolhemos amar.

⁠No fim das contas, o cinismo é uma grande máscara para um coração decepcionado e traído.

⁠Só o amor pode curar as feridas do passado.

⁠Todo mundo admite que o amor é maravilhoso e necessário, mas ninguém consegue concordar a respeito de sua definição. O amor é o grande inatingível.

⁠Os historiadores exercem um grande poder e alguns deles sabem disso. Os historiadores recriam o passado, alterando-o para se adequar às suas próprias interpretações. Dessa forma, também mudam o futuro.

⁠Historiador: um romancista malsucedido.

⁠A idade é uma posição diante da vida.

⁠Para os crimes, existe a lei; para o preconceito, o segredo é a educação.

⁠O segredo talvez seja esse, a gente viver no dia a dia as pequenas alegrias, não ficar esperando a suprema felicidade que não vai chegar nunca.

⁠Meu bordão é sempre este: a educação emancipa a mulher.

⁠A parte mais importante do trabalho do historiador é com documentos – o historiador vai atrás de documentos e a maior parte desses documentos são vozes anônimas.

⁠Quando se imagina que a história já está predeterminada, perdem-se de vista os caminhos possíveis. Isso leva a um conformismo e a uma passividade perigosa.

⁠Hoje, enfrentamos o paradoxo de um país que reconhece de várias maneiras a importância do negro na constituição da sua cultura e sociedade, mas que continua a discriminá-lo.

⁠A escravidão em grande parte persiste até hoje no comportamento das nossas elites.

⁠A Lei Áurea abolia a escravidão mas não seu legado. Trezentos anos de opressão não se eliminam com uma penada.

⁠Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado.

⁠Eu acho que o ensino obrigatório de História é de uma importância muito grande para a formação do cidadão. O cidadão que só conhece o presente e a sua vida vivida, que não conhece da onde socialmente e coletivamente ele veio, não é um cidadão por inteiro. É um cidadão pela metade.