Coleção pessoal de pensador
Quando comecei a escrever, não tinha noção de que seria publicada - eu estava escrevendo para mim e não imaginava que alguém mais fosse ler.
Ontem fizemos todas as coisas que fazemos todas as terças-feiras, porque não sabíamos que hoje um atirador chegaria.
Eu esperei que meus sentimentos secassem, e então peguei uma fita na cozinha e pendurei na parede do meu esconderijo.
Solidão é quando você quer estar com alguém, e é um sentimento triste. Estar sozinho não precisa ser ruim, porque você pode se sentir bem quando está sozinho. Decidimos que nós dois gostamos disso, algumas vezes, de ficar sozinhos.
Pensando bem
Melhor assim
Você e eu
Até pensei
Que não era pra acabar
Você faz muita falta
Dá saudade de lembrar
De onde a gente iria
Tanta coisa pra viver
Que a gente nem dormia
Canto pra me convencer
A encarar os dias
Nunca vi chorar tanto por alguém
Que não te quis, deixe estar
Que ele vai voltar, louco pra te ver
Então verá que você cresceu
E apareceu em seu lugar
E hoje está louca pra sair
Sem saber que horas vai voltar
Você, sol de verão que faz chover
Som da maré, é luz e cor
Pro bom da vida acontecer
Onda que invade é o amor
Pensa num cara que anda feliz
Pra cachorro
Mas pensa assim num cachorro
Pra lá de feliz
Desde que te vi, que o chão não
Tem fundo, que o céu não tem forro
Cantarolo e morro de rir
Deixa pra lá
Que de nada adianta esse papo de agora não dá
Que eu te quero é agora
E não posso e nem vou te esperar
Que esse lance de um tempo nunca funcionou pra nós dois
A construção do Brasil dos nossos sonhos vai demorar mais do que a gente imagina, porque envolve mudanças de natureza cultural.
Acho que as manifestações são um sinal de vitalidade da nossa democracia, mas levantam algumas questões complicadas: democracia não se faz no grito, e sim nas práticas diárias nas escolas, nas empresas, nas ONGs, nos partidos políticos, nos sindicatos, nas urnas... Esse aspecto ainda não foi percebido pelo brasileiro, que vai bonitão pra rua como cara-pintada.
O Brasil acostumou-se a ser um país de salvadores da pátria, de soluções milagrosas, isso é típico de uma monarquia. Mas numa democracia republicana quem resolve nossos problemas somos nós.
Eu diria que hoje estudar história é talvez a coisa mais importante que a gente possa fazer, para entender quem somos.
As pessoas participam pouco da atividade política, não vão a reuniões de condomínio ou de pais e mestres, desprezam os partidos políticos, não ligam a mínima para os sindicatos e associações de bairro, ou seja, são totalmente ausentes das decisões que afetam a sua vida. Mas cobram muito do Estado.
Onde quer que a cooperação de pessoas, no intuito de alcançar objetivos comuns, torne-se organizada e formal, o componente essencial e fundamental dessa associação é a administração – a função de conseguir fazer as coisas por meio das pessoas e com os melhores resultados.
Ter conhecimento, habilidade para utilizá-lo, julgamento para aplicá-lo adequadamente e coragem para fazê-lo acontecer e produzir resultados na organização. Isso é quase tudo o que o administrador precisa.
O caminho para o desenvolvimento social e econômico – seja de um país ou de uma organização – passa necessariamente pela administração.
As pessoas passam a significar o diferencial competitivo que mantém e promove o sucesso organizacional: elas passam a ser a competência básica da organização, a sua principal vantagem competitiva em um mundo globalizado, instável, mutável e fortemente competitivo.
