Coleção pessoal de pensador

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O que os olhos não veem o coração não sente
Eu tenho um jeito de amar bem diferente
O que você não vê é que as outras mentem
Eu tô dizendo a verdade na tua frente

Aqui quem decide o que é justo sou eu. Nesse tribunal aqui o juiz é o crime.

Cagueta morre. Porque quem faz isso não é homem, é rato.

Se a gente se unir, a ratoeira vai ficar pequena. E a cidade inteira vai entrar em choque de medo com a nossa revolução. Porque a gente existe. E a gente vai lutar por justiça.

Trairagem não tem perdão. Nenhum desvio aqui vai ser perdoado.

Fica tranquilo que você vai ser tratado igual você trata seus inimigos aqui.

A partir de hoje vocês são a Irmandade. Aqui ninguém faz caridade pra ninguém não.

A gente não vai abaixar a cabeça pra sistema opressor não, rapaz!

Se retrair é uma defesa, mas se retrair também é perder as coisas boas.

Quando uma coisa engraçada acontece, você é a única pra quem eu quero contar, quando uma coisa triste acontece, eu quero saber se você também acha triste.

Eu nem questionei, eu só vivi. A vida me ofereceu e eu aceitei.

Acima de tudo, a neve tem o poder de unir as pessoas. E, às vezes, só por um momento, principalmente na véspera de Natal, é exatamente disso que precisamos.

Nós somos hoje responsáveis pelo futuro mais longínquo da humanidade.

Em uma escala cósmica, nossa vida é insignificante, mas esse breve período em que aparecemos no mundo é o momento em que todas as questões significativas surgem.

Se é verdade que sempre há mais de uma forma de interpretar um texto, não é verdade que todas as interpretações são iguais.

A ficção é o caminho privilegiado da redescrição da realidade.

A virtude da justiça se estabelece com base numa relação de distância com o outro, tão originária quanto à relação de proximidade com outrem ofertado em seu rosto e em sua voz. Essa relação com o outro é, ouso dizer, imediatamente mediada pela instituição. O outro, segundo a amizade, é o tu; o outro segundo a justiça, é o cada um o que é seu.

Eu tive que filosofar. Caso contrário, eu não poderia viver neste mundo.

É pela intencionalidade que podemos elucidar a estrutura da própria consciência imaginante. Só assim se põe em relevo o ponto mais importante desta vivência.

Não é da Filosofia que deve partir o impulso da investigação, mas sim das coisas e dos problemas.