Coleção pessoal de pensador

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Estou colocando você em um novo time.

Mike, temos mais tempo atrás de nós do que na frente.

Calças justas e carros velozes não fazem de você o Batman.

Eu nunca confiei em ninguém além de você.

Veja isso! Eu dei nove milhões de passos hoje.

Esse é o meu poder e estou usando ele para proteger os meus amigos.

Onde estou? Em que ano estamos? O The Rock é o presidente?

Para salvar o meu planeta, eu tenho que ir ao seu.

Eu sou o Sonic. Uma bolinha de super energia, em um pacote extremamente bonito. No meu planeta, as pessoas estavam sempre atrás dos meus poderes. Então eu vim para o seu. Estou um pouco solitário, mas tudo bem. Estou vivendo minha melhor vida na terra.

Poupar é indispensável. Investir a grana guardada é fundamental. E escolher bem os produtos financeiros nos quais você investirá é tão importante quanto. Senão, é possível que todo o esforço de poupar, que é enorme, seja perdido.

Precisamos perseverar e entender que o investimento consistente se dá a longo prazo, com muito estudo, trabalho e conhecimento.

O sinal vermelho se dá quando mais da metade da população brasileira (...) continua acreditando que será sustentada apenas pelo governo quando chegar à aposentadoria.

Investir não é um luxo. Pelo contrário, é uma necessidade cada vez mais urgente.

Tenho absoluta certeza de que só conseguimos progredir e alcançar liberdade por meio do conhecimento.

Tapuia

As florestas ergueram braços peludos para esconder-te
A tua carne triste se desabotoa nos seios
recém-chegados do fundo das selvas.
Pararam no teu olhar as noites do Amazonas
mornas e imensas
E no teu corpo longo.
ficou dormindo a sombra das cinco estrelas do Cruzeiro.
O mato acorda no teu sangue
sonhos de tribos desaparecidas
- filha de raças anônimas
que se misturam em grandes adultérios!
E erras sem rumo assim pelas beiras do rio
que os teus antepassados te deixaram de herança
O vento desarruma os teus cabelos soltos
e modela o vestido na intimidade do teu corpo exato.
À noite o rio te chama.
Chamam-te vozes do fundo do mato.
Então entregas à água
demoradamente
como uma flor selvagem
ante a curiosidade das estrelas.

Quero porque te quero
Nas formas do bem-querer.
Querzinho de ficar junto
que é bom de fazer doer.

Eh Pagu eh!
Dói porque é bom de fazer doer.

Um dia
ainda eu hei de morar nas terras do Sem-Fim.
Vou andando, caminhando, caminhando;
me misturo rio ventre do mato, mordendo raízes.
Depois
faço puçanga de flor de tajá de lagoa
e mando chamar a Cobra Norato.
— Quero contar-te uma história:
Vamos passear naquelas ilhas decotadas?
Faz de conta que há luar.
A noite chega mansinho.
Estrelas conversam em voz baixa.
O mato já se vestiu.
Brinco então de amarrar uma fita no pescoço
e estrangulo a cobra.
Agora, sim,
me enfio nessa pele de seda elástica
e saio a correr mundo:

Vou visitar a rainha Luzia.
Quero me casar com sua filha.
— Então você tem que apagar os olhos primeiro.
O sono desceu devagar pelas pálpebras pesadas.
Um chão de lama rouba a força dos meus passos.

O coração como engrenagem

Uma passarinha voava
Um passarinho olhava
A gravidade do ar acabou

Passarinho ficou flutuando
Passarinha caiu de amor.

Timidez

Move, contida, as ancas
ri em parcelas
na horizontal, carnaval.

Cachimbo de domingo

Cadê o gado?
Buscar na Índia.

E o pasto?
Derrubar árvore, plantar capim.

E o capim?
Braquiária: buscar na África.

E a fome?
Come carne, toma leite.

Vila verde
fome saciada.

Escorre água,
mareja areia.

Pasto pisado de gado.
Casa de capim.
Rio doce assoreado.
Calores!