Coleção pessoal de pensador

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⁠Me fale e eu esqueço, me ensine e eu lembro, me envolva e eu aprendo.

⁠Em 30 anos de casamento, você percebe que se casou com cinco mulheres diferentes e os homens que não sabem isso, não conseguem se adaptar.

Declare o que você quer, realmente acredite nisso e o seu cérebro vai responder. Ele é moldável, como plasticina, é um instrumento muito poderoso para dar o que você realmente quer.

⁠A fórmula que decide a compra: atenção, emoção e memória.

Enquanto as histórias negativas atraem atenção, as histórias positivas atraem ações. ⁠

Você sabe a verdade sobre a magia. O maior poder surge apenas do sofrimento.

⁠Ela agora entendia que o mundo não era gentil com as mulheres jovens, especialmente quando elas se comportavam de maneiras que os homens não gostavam e falavam verdades que os homens não estavam prontos para ouvir.

⁠O conhecimento sempre tem potencial para ser perigoso. É uma arma mais poderosa do que qualquer espada ou feitiço.

⁠Era sensato ser educado com os livros, quer eles pudessem ouvir você ou não.

⁠Quando coisas terríveis acontecem com você, até a promessa de algo bom pode ser assustadora.

⁠O capitão começou a perceber que para amar uma pessoa era preciso admirá-la.

⁠Há mais de dois mil e quinhentos anos nasceu no Nepal um homem chamado Siddharta Gautama, um príncipe pertencente a uma casta nobre e que vivia num palácio. Ao constatar, porém, que para lá do palácio a vida era feita de sofrimento, Siddharta abandonou tudo e foi para a Índia viver numa floresta como um asceta, dilacerado por uma pergunta: 'para quê viver quando tudo é dor?' Durante sete anos deambulou pela floresta em busca da resposta a essa pergunta. Cinco ascetas convenceram-no a jejuar, por acreditarem que a renúncia às necessidades do corpo criaria a energia espiritual que os conduziria à iluminação. Siddharta jejuou tanto que ficou esquelético e o seu umbigo tocou-lhe na coluna vertebral. No final, constatou que o corpo necessita de energia para alimentar a mente na sua busca. Decidiu, por isso, abandonar os caminhos extremos. Para ele, o verdadeiro caminho não era o da luxúria dos dois extremos. escolheu antes o caminho do meio, o do equilíbrio.

Aas pessoas passam pela vida como sonâmbulas, preocupam-se com o que não é importante, querem ter dinheiro e notoriedade, invejam os outros e esmifram-se por coisas que não valem a pena. Levam vidas sem sentido.

⁠Os escritores são pessoas que têm opiniões pensadas a propósito dos mais variados temas; podemos discordar do que dizem, mas é preciso reconhecer que exprimem geralmente considerações profundas sobre a escrita, o mundo e a vida.

⁠A arte surge quando alguém transforma um acto animal num objecto cultural que se pode tornar sublime. Ao pintar uma cena na floresta, o homem torna- se Deus porque cria numa tela a natureza, ao contar uma história num romance o homem torna-se Deus porque cria no papel a vida de pessoas, mesmo que imaginárias.

⁠Na vida, concluiria um dia, todos têm direito a um grande amor. Uns achá-lo-iam num cruzamento perdido e com ele seguiriam até ao fim do caminho, teimosos e abnegados, até que a morte desfizesse o que a vida fizera. Outros estavam destinados a desconhecê-lo, a procurarem sem o descobrirem, a cruzarem-se numa esquina sem jamais se olharem, a ignorarem a sua perda até desaparecerem na neblina que pairava sobre o soliário trilho para onde a vida os conduzira. E havia aqueles fadados para a tragédia, os amores que se encontravam e cedo percebiam que o encontro era afinal efémero, furtivo, um mero sopro na corrente do tempo, um cruel interlúdio antes da dolorosa separação, um beijo de despedida no caminho da solidão, a alma abalada pela sombria angústia de saberem que havia um outro percurso, uma outra existência, uma passagem alternativa que lhes fora para sempre vedada. Esses eram os infelizes, os dilacerados pela revolta até serem abatidos pela resignação, os que percorrem a estrada da vida vergados pela saudade do que podia ter sido, do futuro que não existiu, do trilho que nunca percorreriam a dois. Eram esses os que estavam indelevelmente marcados pela amarga e profunda nostalgia de um amor por viver.

⁠A tecnologia oferece a ilusão de companheirismo sem as demandas de intimidade e comunicação sem risco emocional, enquanto na verdade faz as pessoas se sentirem mais solitárias e sobrecarregadas.

⁠O objetivo da propaganda moderna não é apenas desinformar ou promover uma agenda. É exaurir seu pensamento crítico, para aniquilar a verdade.

⁠O nacionalismo, o tribalismo, o deslocamento, o medo da transformação social e o ódio de estranhos estão aumentando novamente à medida que as pessoas, presas em seus silos partidários e "bolhas" filtradas, estão perdendo o senso da realidade compartilhada e a capacidade de se comunicar através das linhas sociais e sectárias.

⁠Os líderes de massas totalitários basearam sua propaganda no pressuposto psicológico correto de que, sob certas condições, alguém poderia fazer as pessoas acreditarem nas declarações mais fantásticas e confiar que, se no dia seguinte elas recebessem uma prova irrefutável de sua falsidade, se refugiariam no cinismo. Em vez de abandonar os líderes que mentiram para elas, protestariam que sabiam o tempo todo que a declaração era uma mentira e admirariam os líderes por sua habilidade tática superior.