Coleção pessoal de pensador
Nenhuma relação amorosa parece ser verdadeira se não tiver uma dose de intensidade, caos e destruição mútua.
Nada é mais popular em redes sociais do que parecer inconformado, excessivo, imprevisível, uma forma mais modesta do clichê que vê na genialidade um prolongamento da loucura.
Existe um velho ditado no mundo dos negócios: você é a média das cinco pessoas com quem passa mais tempo.
A tecnologia é um mecanismo de liberação de recursos. Ela pode tornar abundante o que antes era escasso.
Abundância não é dar a todos neste planeta uma vida de luxo, mas sim dar a todos uma vida de possibilidades.
A raiz do problema é, simplesmente, a globalização e a resultante monopolização da riqueza por uma elite global.
Por essa definição, estamos no meio de uma revolução: algo mais amplo do que um golpe político puro e mais restrito do que as revoluções sociais clássicas do século XX. A partir dos próprios valores e práticas do capitalismo de livre mercado - individualismo, escolha, respeito pelos direitos humanos, a rede, a hierarquia plana - as massas desenvolveram uma nova prática coletiva.
Quando o povo decidir viver, o destino obedecerá, a escuridão desaparecerá e as correntes serão quebradas.
Certa vez, ouvi dizer que a insanidade é definida como um processo pelo qual um indivíduo ou um sistema faz algo várias vezes da mesma maneira, mas espera resultados diferentes.
Uma característica universal da insanidade é fazer inflexivelmente a mesma coisa várias vezes e esperar resultados diferentes.
Não quero alguém por inteiro e não quero que me tenham por inteiro. Isso não acontece nem em relacionamentos ou casamentos. É um conto de fadas. Um filme ruim.
A maravilha de Paris é que ninguém te julga por não fazer nada. Aqui, é quase uma arte. Tem até um nome pra isso. Somos flâneurs.
