Coleção pessoal de pensador
Apenas o conhecimento é capaz de transformar o mundo, ao mesmo tempo que o deixa exatamente como está. Quando você olha para o mundo com conhecimento, você percebe que as coisas são imutáveis e ao mesmo tempo estão sendo constantemente transformadas.
Assim como muito poder leva ao despotismo, muito pouco leva à anarquia e, eventualmente, à ruína do povo.
Você sabe a opinião que eu tenho da humanidade e o quanto é meu desejo me manter livre de apegos particulares e manter minha felicidade independente dos caprichos dos outros.
Como costuma acontecer com os vícios, a noção fantasiosa de uma descontinuação gradual apenas fornecia um pretexto reconfortante para uma indulgência mais sustentada.
A Revolução Americana teve sucesso porque foi empreendida por homens céticos que sabiam que as mesmas paixões que derrubaram as tiranias poderiam ser aplicadas para fins destrutivos.
Preconceito e interesse privado serão antagonistas poderosos demais para o espírito e o bem público.
Como as máscaras são o sinal de que existem rostos, as palavras são o sinal de que existem coisas. E essas coisas são o sinal do incompreensível.
Que o seu caminho não vá de uma ponta a outra; porque tal caminho não existe; mas que cada passo que você dê marque uma projeção corrigida.
Com o pé esquerdo, você limpará a pegada do pé direito.
O Natal pra mim hoje é o dia perfeito pra parar, respirar e sentir que a vida é mais do que acontece com a gente enquanto trabalhamos e pagamos as contas.
Parece que eu acordei de um sonho, e aí eu olhei pra você, nossos filhos, nossa vida. E isso me fez perceber que tudo isso aqui é valioso. É como se eu dissesse pra mim mesmo que eu preciso viver esse momento.
Se eu tomei uma pancada na cabeça e perdi a memória, basta baterem na minha cabeça novamente que a memória volta.
Não se chama uma pessoa gagá de gagá na frente da pessoa gagá. A pessoa gagá pode ficar magoada e até ficar meio gagá.
Quando me perguntam por que que eu não gosto do Natal, eu tenho uma razão bem simples: eu nasci no Natal.
Quando tento reconstituir essas histórias para dormir que meu pai me contou anos atrás, percebo que, muito além de suas tramas fascinantes, elas pretendiam me ensinar alguma coisa. Algo sobre a necessidade humana quase desesperadora de encontrar o bem nos lugares menos prováveis. Algo sobre o desejo não de embelezar a realidade, mas de insistir na busca por um ângulo que coloque a feiura em uma luz melhor e crie afeto e empatia por cada verruga e ruga em sua cara marcada.
