Coleção pessoal de michelfm

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⁠Cíclicos são calendários,
Periódicos são aniversários,
Meu bom-humor é sazonal,
Reservado a feriados.

⁠Nascemos inacabados,
Mas prontos pra eternidade.

⁠Sangue Tribal

Manifestações dos ícones
Sugerem os índices.
Rastejando no mangue
A revanche dos garrotes.
Resquícios disso ou daquilo.

Tatuagens tribais
Ou um tribal tatuado.
Unicamente tribos,
Disputando com enfeites.

Artesanais, manuais, cirúrgicos,
Modificações da própria estrutura,
Meio artificial, meio humano, animalesco.

Sangue Tribal,
Salpicando na veia.
O Espiritual queimando a artéria.

Forjando, guinando, atrevendo,
Pulsando, marcando, ardendo.

Não escaparás do escopo.
Esmerilhando as incompatibilidades,
Causamos a fusão em nosso corpo.

Nunca inteiro ou completo,
Sempre meio ou metade.
Nascemos inacabados,
Mas prontos pra eternidade.

⁠Nunca inteiro ou completo,
Sempre meio ou metade.
Nascemos inacabados,
Mas prontos pra eternidade.

⁠Não escaparás do escopo.
Esmerilhando as incompatibilidades,
Causamos a fusão em nosso corpo.

⁠Forjando, guinando, atrevendo,
Pulsando, marcando, ardendo.

⁠Sangue Tribal,
Salpicando na veia.
O Espiritual queimando a artéria.

⁠Artesanais, manuais, cirúrgicos,
Modificações da própria estrutura,
Meio artificial, meio humano, animalesco.

⁠Tatuagens tribais
Ou um tribal tatuado.
Unicamente tribos,
Disputando com enfeites.

⁠Manifestações dos ícones
Sugerem os índices.
Rastejando no mangue
A revanche dos garrotes.
Resquícios disso ou daquilo.

⁠Toca dos Temores

Houve quando fui pupilo,
Compassivo e inofensivo,
Em afazeres intranqüilos.

Me mantive apreensivo,
Fui purgado, fui punido,
Apedrejado e comovido.

Em meu cerne fui falido,
Arruinado e ofendido,
Derrubado e impelido.

No infalível arremate,
Arruinei o estandarte,
Fiz poeira dos czares.

Não tomei conhecimento,
De estorvo ou empecilho,
Que pudesse me deter.

Dos temores fui o filho,
Fui gerado, fui parido,
Renascido ao me reger.

Entre todos os ardores,
Entre tantos desamores,
Afrontei-os sem tremer.

Ao toque dos tambores,
Na toca dos temores,
Não há o que temer.

⁠Ao toque dos tambores,
Na toca dos temores,
Não há o que temer.

⁠Entre todos os ardores,
Entre tantos desamores,
Afrontei-os sem tremer.

⁠Dos temores fui o filho,
Fui gerado, fui parido,
Renascido ao me reger.

⁠Não tomei conhecimento,
De estorvo ou empecilho,
Que pudesse me deter.

⁠No infalível arremate,
Arruinei o estandarte,
Fiz poeira dos czares.

⁠Em meu cerne fui falido,
Arruinado e ofendido,
Derrubado e impelido.

⁠Me mantive apreensivo,
Fui purgado, fui punido,
Apedrejado e comovido.

⁠Houve quando fui pupilo,
Compassivo e inofensivo,
Em afazeres intranqüilos.

⁠⁠Difícil Distinguir

⁠Narre-me o que não me convence,
Banhe-me de lorotas que me alimentem.
Não sei mais se pago pela sua prece,
Por ter me nutrido como os que sentem.

⁠É pesado demais,
mas não cobiço.

Já estou há tanto nisto,
Que não mais distingo.
⁠Seja lá o que distinguir.

Logre-me, ludibrie-me.
Faça-me crer que é admissível,
Seja razoável e me faça cabível.

⁠Se não lhe couber não se acuse.
Viste como é pesado demais o que visto ?
Vestimenta abençoada que amaldiçoa-me.

Mas gosto-a.

⁠Já estou há tanto nisto,
Que não mais distingo.