Coleção pessoal de michelfm
A Menina Bá e o Balão Laranja
De conto em conto o canto encanta
Contando enquanto acalanta.
Num pedaço fantasioso da realidade,
Em que o compasso traça
Porções desproporcionais,
Uma Bárbara Menina
Confirmou ser astral,
Totalmente celeste,
Ser mais que espacial.
Atracou-se com um amigo,
Que a seguia onde fosse,
Deu-lhe um nome especial,
Batizou-lhe de Pliê,
Seu balão, sua posse.
A Menina Bá e o Balão Laranja,
Por onde passa, alegria esbanja.
Não fazia falta o amigo não falar,
Porque Bá falava pelos dois.
Pliê flutuava a observar,
Balança lá e pra cá depois.
- Já pra casa Bá, logo vai chover !
Mas ela é teimosa, quer o tudo ver.
Uma Bárbara Menina, com seu Balão Laranja,
Por onde caminha, só energia e dança,
Que contagia e alegria esbanja.
A sabedoria é o sorriso de uma criança.
Por onde passa, alegria esbanja,
A Menina Bá e o Balão Laranja.
Uma Bárbara Menina, com seu Balão Laranja,
Por onde caminha, só energia e dança,
Que contagia e alegria esbanja.
A sabedoria é o sorriso de uma criança.
Não fazia falta o amigo não falar,
Porque Bá falava pelos dois.
Pliê flutuava a observar,
Balança lá e pra cá depois.
- Já pra casa Bá, logo vai chover !
Mas ela é teimosa, quer o tudo ver.
Atracou-se com um amigo,
Que a seguia onde fosse,
Deu-lhe um nome especial,
Batizou-lhe de Pliê,
Seu balão, sua posse.
Num pedaço fantasioso da realidade,
Em que o compasso traça
Porções desproporcionais,
Uma Bárbara Menina
Confirmou ser astral,
Totalmente celeste,
Ser mais que espacial.
O grito se encorpa,
Outra voz entoada,
Alinhadas as hordas,
Invocados para a valsa.
São a alça pros descrentes,
E nesta data lembramos deles.
Ironicamente sabem,
Não farão bustos para eles,
No entanto se comprazem
E nesta data lembramos deles.
As pessoas sempre dizem para corrermos atrás dos nossos objetivos, provavelmente este seja o erro catastrófico, se corrêssemos na frente deles, talvez chegássemos em algum lugar.
Marinheiro do Farol
Um velho marinheiro
em sua última viagem,
Sem nenhum dinheiro,
rico em camaradagem,
Juntou as suas tralhas
pra desembarcar,
No convés a residência
que devia abandonar.
O mercado a direita
e a taberna à esquerda,
Foram sua família
na época das cheias,
E encostada num barril
estava á jóia mais cara,
A conquista de um pirata,
a mulher que ele amara.
Saindo da labuta,
No abrigo marítimo,
Ele ditaria
serenamente seu ritmo.
O amor é tão lindo,
Que fez aquele velho,
Se sentir um menino.
O amor no farol,
Fez aquele marinheiro
se orientar melhor.
O amor no farol,
Fez daquele marinheiro
um homem melhor.
