Coleção pessoal de Marcelo_C_Monteiro
" Sou manuscrito do invisível, rascunho do eterno, página onde o indizível insiste em tornar-se palavra. "
"O calor que emana da beleza não é físico, é ontológico, nasce do encontro entre o olhar e o eterno."
“Os adversários do Espiritismo repetem incessantemente que a prática desta doutrina conduz ao hospício. Ora! Nós lhes podemos dizer, nesta circunstância, que o Espiritismo dele faz sair aqueles que lá haviam entrado.”
Allan Kardec.
Um objeto só poderia legitimamente ser considerado arte se fosse uma manifestação externa e não adulterada da psique do artista - dos seus pensamentos e sentimentos autênticos.
DÁ O QUE PENSAR.
" Quanto aos princípios Espíritas e o radicalismo na anêmica e quase petrificada num eterno loop de alguns Espíritas que dizem:_ Isso é antidoutrinário porque Kardec não falou sobre isso. Apenas evoco uma pergunta:_ E se Kardec não houvesse reencarnado aqui no séc. XIX? Os princípios e os fatos desde antes dele até os dias atuais também não tem existência?
" - Observações preliminares: ...Esta classificação, de resto, NADA TEM DE ABSOLUTA; cada categoria não apresenta um caráter nítido senão no seu conjunto... Pode-se, pois, formar maior ou menor número de classes, segundo o ponto de vista sobre o qual se considera a questão."
Allan Kardec.
{É, de certo modo, a chave da ciência espírita, porquanto só ele pode explicar as anomalias que as comunicações apresentam, esclarecendo-nos acerca das desigualdades intelectuais e morais dos Espíritos. Faremos, todavia, notar que estes não ficam pertencendo, exclusivamente, a tal ou tal classe. Sendo sempre gradual o progresso deles e muitas vezes mais acentuado num sentido do que em outro, pode acontecer que muitos reúnam em si os caracteres de várias categorias, o que seus atos e linguagem tornam possível apreciar-se.}
(Allan Kardec.
“A ingratidão é uma prova para a vossa perseverança na prática do bem; ser-vos-á levada em conta e os que vos forem ingratos serão tanto mais punidos, quanto maior lhes tenha sido a ingratidão”.
Allan Kardec.
