Coleção pessoal de manuel_santos_1

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A má, doença FATAL; e a sua amiga!

Que pena, a tanto inocente apanhar;
Esse mal, por tanto gostar de nós;
Por de nós mesmos se ir alimentar;
Até com a tal, tão nos deixar sós!

Por ser mal, que mais dia, menos dia;
Connosco e sem ter dó, virá morar;
Vamos aproveitar, para A outra via;
Preservar, por desta má livre estar!

Por isso, e por sabermos que a má morte;
Já se encontra, no de nós, corredor;
Vamos aproveitando o bom sabor!...

Que elas, não estando em nós, por grande SORTE;
Nos vão deixando, a semear O AMOR;
Que um dia, afagará; a delas dor!

Com desejo, que a mesma por cá se vá mantendo esquecida, principalmente de quem for BOM;

O vigarista e o seu conto!...

Por tanto a todos nós, tão mal fazer;
É chaga que temos que erradicar;
Tentando a essa má praga desfazer;
Sempre que a tal cá virmos, a actuar!

Pra tal, só nos resta o denunciar;
A todos os de nós, cá vigaristas;
Sempre que os tais cá tentem aldrabar;
A alguém com seus actos malabaristas!

Porque a dor do sermos vigarizados;
Tem duplo mau sentir, em nós sentido;
Pelo amargo sabor, desse enganar!...

Nos obrigar a ver o quão gozados;
Tão fomos, por em tal conto caído;
Ter vigarista a rir, nosso chorar.

Com a mágoa, de quem nela já caiu;

A injusta justiça, ou INJUSTIÇA…

É chaga que aparece a todos nós;
Nesta tão curta vida que cá temos;
Devido à da justa, fraca vós;
Ter som, que nós por cá tanto perdemos!

Perdemos, sempre que vemos ganhar;
Mentir, à verdade ou realidade;
Por o ouvir de quem está a julgar;
Ser surdo, par’ à do pobre; verdade!

Que pena a cá cegueira da justiça;
Ser pobre a julgar rico, pois tal cega;
Julgando a tanto tal, inocentado!...

Por transformar tal cega em injustiça;
Com o absolver quem à verdade nega;
No condenar o inocente a culpado.

Com profunda mágoa, por ver tanta injustiça;

A nossa humana esperteza…

É sorte que tivemos por nascer;
Com tudo no seu devido lugar;
No cérebro, onde todo o conhecer;
Facilmente em tal tem, um bom entrar.

Por isso, o ser esperto, ou ser sortudo;
Por tal virtude em nós, tão se encontrar;
Neste passar que irá cá matar tudo;
É do sabor da sorte, um bom provar!

Guardemos, em nós O bonito SER;
Que um dia, como ela a nós foi cá dado;
Mas pra nós vindo de Um outro Lugar!...

Porque ELE sim, é em nós O bom ter;
Que valerá a pena ser guardado;
Na esperteza que iremos ver matar.

Com Carinho;

A ingenuidade… ignorância…

Mesmo a burrice, nada ter em tal;
É triste o seu sentir, quando em nós tido;
Por culpar, da grande variedade;
Do tanto aprender que existe escondido.

Não é vergonha alguma, quando vista;
Por sábio da gente pra a tal, olhar!
Por tal, ser para todos boa pista;
Pra o dela em nós, por cá tanto encontrar!

Por isso jamais caias nessa asneira;
Que tantas vezes, te faz até rir;
Quando a encontras mui vista noutro ser!...

Ou também irás cair, na ratoeira;
Que por a tal em ti, tanto existir;
Provoca, esse pobre em ti; a tal não ver!

Com prudência;

Ignorante, é o que julga;
Que esse tal, é O que não sabe;
Por tanto a tal ter, como a pulga;
Que em todos nós, cá tanto cabe!

A tod@s dedico este recitar.

A de cada um, Personalidade…

Nada mais é que um de nós, tão só ser;
Cujo igual, não encontrado em lado algum;
Por só cada um ter, como parecer;
Arquivo, em seu ser; como mais nenhum!

É do nosso registado, arquivado;
De todas as vivências, por nós tidas;
O filtrado de todo o já filtrado;
Gravado durante estas nossas vidas!

É conteúdo, nas nossas memórias;
Gravado no nosso pobre morrer;
Que nos distingue, em cá; tanta existência!...

Que a nós vem dar derrotas ou vitórias;
De acordo, com nosso cá escolher;
De acordo; com nossa resiliência!

Com cautela;

Descobertas… Invenções…

Por todo o descobrir, já existir;
Só em nós, tal acontecer se dá!...
Daí, tudo o que seja um descobrir;
Tão só ser, demonstrar o que já há.

Por isso, é tão importante o seu ver;
Por ir dar pra espalhar por todos nós;
Esse ver, que no nosso conhecer;
Entrou, para fluir por nossa voz!

Oxalá, comece a haver o bom senso;
De só coisas boas, pra nós trazermos;
Desse tanto descobrir, que ainda há cá!...

Para que a má destruição, em que eu tão penso;
Por do tal cuidar, tão de nós abstermos;
Ser o inverter do que em tal, de bom há.

Com Carinho;

O DEFICIENTE profundo…

Que pena, tantos haver, nesta morte;
Que por tal, têm suas ALMINHAS presas;
Da que neste viver tivemos, sorte;
Para exibirmos As DELAS belezas!

Tivemos sorte por nascermos aptos;
Para por cá tudo saborear;
Tal como podermos provar tais factos;
Que a nós, vieram tanto embelezar!

Oxalá, eles sejam compensados;
Quando um dia, se forem desta vida;
VIVER na Linda Terra da verdade!...

Por nesta cá terem sido privados;
Até de AMAR com A ALMA em tais tão TIDA;
Para AMAREM, por toda a ETERNIDADE.

Com AMOR;

A nossa inteligente, animal inteligência; e a nossa INTELIGÊNCIA!

A nossa tão Suprema e BOA Essência;
nada tem a ver com sabedoria;
daí, nossa de cá; boa ciência,
não ter para ELA, uma grande valia!...

Só tal tem, por sermos tão dependentes;
da de cá, experiência adquirida;
mas a que a nós define: INTELIGENTES;
é a PURA, que é; de nós fluida!...

É de: esse fluir dela pra arquivar;
no INTERIOR bom, das nossas memórias;
que em nós separa, O BOM; do mau vilão!...

Por A Tal, só em nossa ALMA habitar;
da nossa animal, só temos vitórias;
Que um dia, em tais memórias, morrerão.

Com Carinho;

Como certo dia, O Grande Poeta, António Aleixo; numa linda quadra disse:

“Há tanto burro a mandar;
Em homens de inteligência;
Que às vezes fico a pensar;
Que a burrice, é uma ciência!”

Sobre essa grande verdade/razão, aqui deixo este recitar:

Que pena neste viver, tal se dê;
por tamanha injustiça em tal tão ter;
porque ser mandado, por quem não vê;
é mágoa, que fere; por tão doer!...

Doer, por ver no faltar da prudência;
da caridade e da pura humildade;
mandar, até na Pura inteligência;
por tão “sortuda”, cá; ser a maldade!...

Por tal, o António achou; e viu ciência,
no julgar da humana, “Chico espertice”;
que por cá põe, tanto burro a mandar!...

Em tanto ser de grande inteligência;
que por tal ter, pra tal; tal “malandrice”,
em si; por seu querer, não tem lugar!!!

Com a: de um por HONESTIDADE, ser “mandado”; mágoa,

Festejar o acordar de cada dia!…

Por ser pra nós, um milagre da vida;
Cá termos a sorte de ir acordando;
Deveremos nossa vida querida;
Por cá, pós cada qual, ir festejando;

Porque iremos passar por milhões de anos;
Sem esse bom sentir, em nós se dar;
Daí cá ser tão bom, quando acordamos;
Por mais um viver nele se encontrar.

Festejemos o tal, todos os dias;
Fazendo por cá bem, a todo o ser;
Que como nós, tal sorte, A Alguém tão deve!...

Pra quando chegarem, as marés frias;
Podermos ser para Alguém aquecer;
Por todo este viver, que a gente teve.

Com a alegria, de quem acordou mais um dia;

Por termos sido traídos/as; jamais deveremos desculpar, ou fazer mal ao traidor/a!...

Por muito que nos custe esse fazer;
Por tal, devemos optar nesse caso;
Porque o desculpar ou nele bater;
A coisa boa alguma, dará aso!

Devemos é festejar nesta vida;
O cá termos descoberto a um traidor;
Que a ser por nós pessoa, tão querida;
Nos saiu por tal, um tão grande estupor!

Por isso, só nos resta abandonar;
A quem O Amor, com traição nos pagou;
Esse Amar, que tanto lhe dedicamos!...

Tal como após chorar, cá festejar;
Esse trair que do tal, nos livrou;
Desmascarando, a uma besta que amamos.

Com a alegria, do pago dado;

A Ti, que ganhaste coragem, para te libertares; dedico este recitar:

Que feliz é nesta tão curta vida;
Quem coragem ganhar pra se livrar;
De quem cá só a queria encolhida;
Por dela não ter qualquer respeitar!

Por isso, a Ti que já te libertaste;
De alguma besta, que tão te matava;
Por tal, por cá nova vida ganhaste;
Para viveres a que a Ti, faltava!

Bem hajas, por teres essa coragem;
Bem hajas, por Te teres libertado;
Bem hajas por tua grande esperteza!...

Oxalá, encontres por cá a aragem;
Que afinal, tanto te tem procurado;
Devido a tua tão Linda Beleza.

Com Carinho;

A Ti, que andas desiludido/a, com alguém, por te ter traído; dedico este recitar:

Não penses que o desculpar a um traidor;
A ti trará algo de bom na vida;
Porque esse tal, só pra ti trará dor;
Por nele, não ter a Tua; sentida!

Se tal não tem, é-o por não te Amar;
Tal como, nem sequer te ter Amado;
Logo muito a ti cá, fará chorar;
Um viver com traidor sempre a teu lado!

Por isso livra-te de tal parceiro;
Agora que acabou de te trair;
Por pra ti ser boa oportunidade!...

Para te livrares, de um estrangeiro;
Por o dele trair, te permitir;
Libertar, sem deixar qualquer saudade!

Com a devida ponderação;

A Ti, que andas a pensar, que do teu pensar, a alguém deves pensar em dispensar; dedico este pensar!...

Pensar…

Se pensas, que em meu pensar, penso em ti;
Eu penso, que em teu pensar pensas mal;
Pois nunca em meu pensar, pensar te vi;
Nem penso em tal pensar, pensar ver tal!

Porque para em meu pensar, pensar ter;
Pensado, pra pensar em teu pensar;
Nesse de ti pensar tinha que ver;
Um pensar, pra o meu pensar desejar!

Por tal, que jamais penses que em ti penso;
É pensar, que cá tenho em meu pensar;
Pra que jamais penses, pensar em tal!...

Porque onde houver um pensar sem consenso;
Nunca haverá pensar, pra compensar;
Pensar, pensado sem de ambos aval.

Por assim pensar;

Orgulho… Humildade… Caridade… Egoísmo… Honra…

Quem por cá trocar a Honra, por o orgulho;
Tal como a Humildade, por o egoísmo;
Estará a enterrar-se nesse entulho;
Que tanto em si tem, nesse egocentrismo!

Que pena entre nós andar tanto ser;
Sem qualquer bom sentir da caridade;
A tanto ser, tanto mal cá fazer;
Por não ter ver, para ver tal verdade!

Pois quem troca a Virtude por defeito;
Por não saber, Bem do mal, separar;
Devido a em si, tão faltar a humildade…

Demonstra a grande falta de respeito;
Tal como a cegueira que tem no olhar;
Por tanto desprezar, a essa vontade!

Com profunda mágoa, por eles;

Para Ti, meu FILHINHO; Manuel Santos

Que linda é essa beleza Tua;
Meu Filhinho querido e muito Amado;
Tão pura como a pureza da lua;
A reflectir luz do seu namorado!

O Brilhar que de Ti, tanto erradias;
Tem em si, a linda Luz do Criador;
Daí, por tal só me dar alegrias;
Ver esse teu tão Lindo resplendor!

Ai que sorte eu cá tive nesta vida;
No dia em que pra mim foste enviado;
Meu LINDO Botão de uma Rosa Linda!...

Por Teres em Ti, A COISA tão Querida;
Que no a Ti ver eu cá tenho encontrado;
Nessa BELEZA do PAI, pra nós Vinda.

Com o Carinho e alegria de um Pai;

Para Ti, FILHINHA LINDA…

Que beleza Há em Ti, Linda donzela;
Tão grande que nem dá pra te explicar;
Por meu olhar para Ti, para a ver a ela;
Pelo teu lindo olhar, tão ter que entrar!

Tens em teu SER, o cheirinho das flores;
Mais lindas, que existem neste habitar;
Por estar recheadinho de Amores;
Tão lindos que em ti tanto tens pra dar!

Bem hajas, musa Linda, por tal seres;
Bem hajas, ó rainha da beleza;
Bem hajas, dona de tão Lindo SER!...

Por tão grande beleza em Ti, tão teres;
Nesse vestir que a Ti deu a natureza;
Tão bonito, para todo o olhar ver.

Com O Carinho que de mim mereces;

Alterações físicas, por vaidade!

Tu que andas, por vaidade, a estragar-te;
Injectando em teu corpo porcarias;
Num ser não natural, vais tornar-te;
Por ires perder as tuas valias!

Vais destruir também tuas defesas;
Por essas mesmas, às tais anularem;
Transformando-te, as naturais, em presas;
Para essas fortes falsas devorarem!

Devoram, porque o mesmo, vão levar;
A achar, que de as produzir não precisa;
Logo a deixar-te morrer, sem querer!...

Tudo por causa do teu fraco olhar;
Que a ver-te, contigo não simpatiza;
Indo levar-te a tal morrer, não ver.

Com pena de ti;

Porque nada há de mais bonito, que sabermos; em todas as situações, somente ocuparmos o lugar da RAZÃO;

Se não tens em ti a dela, só certeza;
Aprende a ser humilde e a respeitar;
Que essa, que a todos nós tanto embeleza;
Só se encontra num único lugar!

A Razão…

É força, que a fraco torna invencível;
Perante toda a em nós só discussão;
Em que afirmarmos seu sabor incrível;
Só baseado em tal situação!

Pois só nela existe tamanha força;
Devido a estar em factos, bem firmada;
Que a torna, mui mais veloz, que uma corsa;
A demonstrar, ond’ é tal não encontrada!

Por isso, haja em nós sempre o tão bom senso;
Tal como a tão útil, boa prudência;
De somente nela nos ancorarmos!...

Para que jamais pensem o que eu penso;
Quando a discutir, peç’ à paciência;
Pra mais ter, por dela nos afastarmos.

Com o devido respeito e prudência que ela de mim merece: