Coleção pessoal de manuel_santos_1
@s privilegiad@s, na SAÚDE!...
Tu, na saúde, privilegiado;
És por tal felizardo nesta vida;
Devido a haver cá tanto desgraçado;
A já nascer, com tanta em si perdida!
Desfruta da nossa maior riqueza;
Que a ti cá, foi ofertada nesse dar;
Talvez por sorte, ou qualquer gentileza;
Que em verso, aqui nem consigo expressar!
Aproveita mui bem, essa em ti tida;
Para cultivares o interior;
Que em ti tens, com anseio de viver!...
Porque o garantir, de uma longa vida;
Não depende só desse: em ti valor;
Mas da tua maneira, de a tal ver.
Com um dela desejar;
@S Privilegiad@s, no DINHEIRO!...
Tu, no dinheiro, privilegiado;
Agradece a quem deves, tua sorte;
Mas jamais te julgues, por tal honrado;
Pois a honra, não tem no tal; um suporte!
Não te julgues também, mui inteligente;
Por ela nada ter a ver com tal;
Cuida-te é para a tida, em ti assente;
Não te transformar num vil animal!
Porque o dinheiro, compra a tudo cá;
Mas não pode comprar, o pertencente;
A tudo o que a esta Terra, não pertença!...
Por isso cuida é bem, do que em ti há;
Pra seres considerado, a tal gente;
Que a ele, enquanto viveu; deu boa atença.
Com carinho;
@s privilegiad@s, no AMOR!...
Tu no Lindo AMOR, privilegiado;
Tens em ti, O Bom Sabor DO Criador;
Que a nós, mostrou no SEU FILHINHO Amado;
Quando a nós, QUIS mostrar, o que era O AMOR!
Que sorte em ti, tão tens, por em ti teres;
Todo O sabor DO AMOR, que está no AMAR;
Pra dar, a todos quantos conheceres;
Como ESSE FILHO a nós, veio ensinar!
Que felizardos são: esses tais brindados;
Com tal valor, no rápido morrer;
Que a nós é dado, cá neste habitar!...
Por terem em si, todos os cuidados;
Que são indispensáveis, para o VIVER;
Em Todos, que sentirem; seu passar.
Com Alegria;
Que pena, na nossa FAMÍLIA; a nós tão matarmos!
Por ser tão curto, este nosso passar;
Devido a toda a vida, cá morrer;
Devemos na mente e na Alma gravar;
Um da MESMA, jamais; cá esquecer!
Pois nada nesta vida, há de melhor;
Que o tido na FAMÍLIA, que cá temos;
Por isso, esquecermos o seu valor;
Será morrer, num viver, que a tal demos!
Que pena, por trabalho, a tão esqueçamos;
Tal como, por distração, ou vil prazer;
Quando em nós, não há qualquer necessidade!...
Por tal, ser vida que desperdiçamos;
Nesse em, dela a nós ter, por mal fazer;
Nesse MATAR, de nós; continuidade.
Com prudência e carinho;
Acreditarmos na existência de DEUS?!...
Com tanto contar, na Terra, a se dar;
Por quem de cá, já se foi; e retornou!
Será pra nós, muito bom, o escutar;
Do dizer, de quem; do outro lado andou.
Pois muito embora, não fique provado;
Viver, que existiu, no que ele prova;
Pelo menos, n@ TAL, vemos gravado;
Que após, seu morrer; viu A Vida Nova!
Que feliz será quem acreditar;
Antes deste morrer, pra nós tão certo;
Que A VIDA, doutro alguém; já continuou!…
Por nesse acreditar, também provar;
Que não é burro, mas sim; é esperto…
Por num sem ver; crer EM; Quem Tal Criou.
Com a devida ponderação;
Negarmos a existência de DEUS…
Por parecer tão culto, esse negar;
Mui facilmente, entra em nosso pensado;
Mas quando chega a hora, de a tal provar;
Toda a cultura em nós, não tem chegado!
Por ELE, pra nós, não ter aparência;
Mais mil razões nos dá pra duvidar;
Levando-nos a esquecer, que a prudência;
É algo, que a nós não deve faltar!
Usemos toda a nossa inteligência;
Tal como a tecnologia existente;
Que cá nos dá acesso a tanta ausência…
Para provarmos a DELE existência;
Ou tal negarmos, com provar assente;
No bom rigor que existe na ciência.
Com a devida prudência, que a Fé me exige;
Os nossos melhores SENTIRES…
Seguido do, de AMAR, em nós sentir;
Está, o da em nós, paz interior;
Por quer um, quer o outro em nós só advir;
Lá dO nosso Canto Lindo, dO AMOR!
Que bom, é tal sentir, em nós sentido;
Devido, a tanto DAR, haver em tal;
Nesse rico doar, por nós querido;
Mas tão esquecido, em nosso; fazer mal!
Vamos doar a tod@s, deste AMAR;
Enquanto cá andámos nesta vida;
Tão feita pra ver nosso semear!...
Pra que quando ela, em nós cá acabar;
Fiquemos VIV@s, na semente tida;
No de nós, por cá tanto a tod@s DAR.
Com a alegria, do por em mim, tal sentir;
Acabar com a fome…
Nesta era da em nós globalização;
Acabar com a fome e seu fazer;
É pra nós uma questão de intenção;
É pra nós uma questão de querer!
Oxalá os políticos da Terra;
Se unam para a tal chaga erradicar;
Trocando os maus artefactos da guerra;
Por pão, para com a tal acabar!
Oxalá, tais resolvam, tal fazer;
Por tão fácil, ser pra os tais combinar;
Esse fazer, bastando haver vontade!...
Pra que em nós, pelos tais nasça um bom ver;
Que nos faça a em tais ver, um precisar;
Por os vermos, a inverter tal maldade.
Com esperança, nessa VONTADE, unicamente POLÍTICA;
A fome…
Não há chaga maior entre nós humanos;
Que a que é tida na maldita fome;
Devido a seus factos tão desumanos;
Nos permitirem consentir tal nome!
Que pena, os tantos milhões, que estragamos;
Não sejam aplicados pra acabar;
Com a maldita chaga que criamos;
Com o nosso tanto, pra o lado olhar!
Andamos à procura de outras vidas;
Tal como, a procurar outro habitar;
Não vendo as que em nós temos, a morrer!...
Não vendo que pra consolar, tais tidas;
Bastar-nos-ia, tão só, não estragar;
Pra essa chaga, cá da Terra varrer.
Com mágoa, por assim sermos;
Que pena, de cá; tod@s termos que morrer!
Que pena, tod@s termos que ir morrer;
No dia em que pra nós foi decidido;
Por quem em nós colocou, um outro ser;
Pra do morrer, por nós ser defendido!
Que pena este viver seja tão curto;
Quando comparado ao outro viver;
Por ir fugir de nós, como por furto;
Nos foge a tal vida, a tanto correr!
Que pena, em nós tão falte o tal conter;
Tão tido no viver que alimentamos;
Na tida, e a todos cá oferecida!...
Pois tal, iria permitir-nos ver;
O quão afinal, foi bom por cá andarmos;
A viver, nessa vida; tão querida.
Com mágoa por tal;
AMAR, mas como manda O AMOR!
Se queres o teu AMAR, em ti testar;
Espero que em ti tenhas este Ter;
Que pra tal Ser, terá que mais gostar;
De outrem, que o maior gostar; pra teu ser!
Espero que em ti tenhas o Poder;
Do sentir, sentido no LINDO AMOR;
Por em teu interior, Tal se esconder;
Como em nós tão se esconde, O CRIADOR!
Pois se isso em ti tiveres, pra entregar;
A outrem, com um dobrar, pra ti querer;
Então, em ti; tens esse tão bom VALOR!...
Que entre todos nós, te permite AMAR;
Por em ti existir, tão Lindo VALER;
Como em Si Tem JESUS, nosso SENHOR.
Com uma permanente vontade e querer, de em mim, TAL cultivar;
@ narcisista…
É um ser daqueles, que a si ama tanto;
Que em si não tem vagar, pra amar ninguém;
Que não seja, ao pobre, por si encanto;
Que não seja, a pobreza; que em si tem!
É pobre que em si vê tanta riqueza;
Que a nada, em seu mau ver, tal se compara;
Devido a em tal ver ter tanta pobreza;
A cujo tal, por tal; tão se equipara!
Coitados desses pobres narcisistas;
Que por tanto a si amarem nesta vida;
Não conseguem, AMAR, a mais ninguém!...
Por seu mau ver, tão lhes cegar as vistas;
Que só conseguem ver na tal perdida;
Todo esse AMAR, que deviam ter a outrem.
Com mágoa por tais;
Corrermos, ao encontro de quem AMAMOS…
Como é bom, o correr de corpo e Alma.
Pra nos encontrarmos com quem AMAMOS;
Por esse correr nos dar tanta calma;
Que nem sentimos, o quão tanto andamos!
Que bom, é lá chegarmos, após tal;
Que bom, é vermos lá o nosso AMOR;
Que bom, é tal sentir, por nada igual;
Ter pra nós, o sabor, do tal sabor!
Que bom, é tal correr, por ter sabor;
A vida, bem vivida, nesta vida;
Devido a não ter nela, um perder tempo!...
Por nada haver, como o sentir do AMOR;
Que nos vai permitir, essa querida;
Com ida a tão correr, pra tanto alento.
Com o desejo apressado, de um correr para TI, AMADA Linda;
Cartomantes/ tarólog@s/ videntes/ mentiros@s…
Mas que grande cambada de aldrabonas;
São essas pseudo-bruxas, ou cartomantes;
Que por cá apanham tantas morconas;
Nas suas teias más, tão conspurcantes!
Armam-se em adivinhas essas rascas;
Mas nada adivinham essas tais falsas;
Sendo é na verdade umas enrascas;
Que a tod@s cá roubarão, até as calças!
Foge das tais, enquanto tens tostões;
E não te esqueças que se adivinhassem;
Essas más bestas, não iam cá andar;
Porque acertariam no euro-milhões;
Tantas vezes, quantas, nele jogassem;
Indo perder vagar, pra te roubar.
Com prudência;
O sorriso de escárnio…
É o de todos nós, sorrir mais pobre;
Por ser sorriso, a troçar de outro ser;
Por demonstrar, não haver nada de nobre;
Em quem for capaz, tal troçar, tão ter!
Cuidemo-nos, dos parvos, que o usam;
Por serem, incapazes de o tal ver;
Em tais terem, daí dele abusam;
Por nada de bom neles já haver!
Porque esse escarnecer, que em tais persiste;
Nada mais é que um bom, a nós mostrar;
Do pobre interior, nos tais, patente!...
Pelo tão mal fazer, que em tais existe;
Por nada de bom neles, se encontrar;
Nessa tanta maldade, em tais latente.
Com mágoa;
Confortarmos os moribundos…
Que bom é os que sofrem, confortarmos;
Nesta vida em suas últimas dores;
Por ser parecido com lhe acartarmos;
A cruz, carregando os seus dissabores!
Que bom, é isso por alguém fazermos;
Nesta vida tão cheia de amargura;
Por ser dar a alegria que trazemos;
A esses pobres seres, sem qualquer cura!
Que bom, é podermos ver a sorrir;
Quem tem tanta vontade de chorar;
Por sentir, que em breve nos vai deixar…
Que bom, é desses tais poder ouvir;
Nem que seja a nós um deles ralhar;
Por sentirmos, nisso um; aliviar!
Com esse de agora, sentir;
A estupidez…
Que pena ela a nenhum de nós poupar;
Devido a tanto mal, a nós fazer;
Por tanto em todos nós, tão se encontrar;
Tão só, para a nós desmanchar prazer!
Que pena essa sacana, a nós apanhe;
Que pena a sacana a ninguém poupar;
Que pena essa sacana, tão se entranhe;
Em nós, por cá tanto em nós, tão morar!
Por isso, a ela estamos cá condenados;
Tão mais, quão maior for nosso actuar;
Em tudo o que fizermos e dissermos!...
Só não se reflectindo nos coitados;
Que cá, não são capazes de amostrar;
Seu fazer, pelo medo; de os tais vermos!
Com prudência;
Em tristezas, não te deixes afundar!...
Sempre que a má tristeza em ti, se entranhe;
Agarra-te às memórias felizes;
Para a expulsares, sem que ela a ti apanhe;
No mau afundar das dela, más raízes!
Porque as memórias da felicidade;
São força que em nós temos, para usar;
Em todos os momentos, que a maldade;
De nós, tão se prepare pra abusar!
Por isso, agarra a tal felicidade;
Que em ti, tens lá guardada nessas tais;
E desfruta o teu restante viver!...
Jamais deixando entrar, em ti maldade;
Pra te trazer tristeza e nada mais;
Por nada, nela de bom; pra ti haver.
Com Carinho;
Porque este VIVER, que para todos poderia ser tão belo; NÃO O É!... devido à grande maioria de nós, só pensarmos no nosso comodismo/bem-estar, em vez de pensarmos em dar o devido apoio aos nossos JOVENS; NELES, isto vejo:
Aos JOVENS...
Que pena...
Por ter que ir morrer;
Quem me dera ver;
Meu pobre nascer;
Pra a tal inverter!...
Ond’ é que eu falhei?!
Neste mundo triste;
Em que me formei;
Será que a tal viste?!...
Muito trabalhei;
Meu curso acabei;
Mas não me encontrei!...
Pra que me formei?...
Procuro trabalho;
Comigo mui ralho;
Encontro, nem alho;
Onde afinal falho?!...
Pois não vejo emprego;
Isso a ti, não nego;
Mas só desemprego;
Será desapego?!...
Mas que mundo triste;
Onde o mal persiste;
E o bem, mal existe!...
Será que o não viste?!...
Tu que a mim fizeste;
E tudo a mim deste;
Vendo quem me veste;
Achas que sou peste?!...
Sinto que não sou;
Este que aparento;
Porque em mim ficou;
Número azarento!...
Sinto-me tão triste;
Nesta pobre pele;
Com que me vestiste!...
Será que o já viste?!
Se fosse mais belo;
Este pobre mundo;
Quem sabe, o sê-lo;
Limpava ao imundo…
Que eu cá tanto vejo;
Daí me sentir;
Com tanto desejo;
De daqui sumir.
Não sei que fazer;
Para me entreter;
Por ter que ir morrer,
Será bom viver?!...
Oxalá tal seja;
Mas eu, que a tal veja!...
Pois só vejo inveja.
Tal bem, me deseja!...
Será que sorrir;
Resolverá tal?!...
Ou será dormir;
Cura deste mal!...
Pois por ir morrer;
Quem me dera ver;
Meu pobre nascer;
Pra a tal, inverter.
Posto tal, com esperança, de que COM A AJUDA DE TOD@S; Eles [A nossa Continuação] se Encontrem;
Vamos AJUDAR!...
Vamos ajudar;
Os JOVENS a ver;
Que neste morar;
Há LINDO viver!...
Que A LÁ do ALTO, Vista;
De UMA: Vida LINDA;
Pra quem não desista;
NASCE, pós cá finda!...
Que nunca o pensar;
De um cá Jovenzinho;
O faça julgar;
Que está cá sozinho!...
Porque sempre está;
Em seu INTERIOR;
Com O que Pôs Lá;
Nosso CRIADOR.
Ai que pena, um ser;
Outro ser, querer;
Por em seu viver;
O seu SER, não ver!...
Ver O que Tão Tem;
Em SEU, cá não ver;
Por TAL SER, do Além;
Em nós; ver não Ter!...
Mas o tal não TER;
Por TER bom Sentir;
É Bom de Entender;
Tal como de Ouvir!...
Nesse ouvir Da Essência;
Que todos nós temos;
Lá na consciência;
Com que já nascemos!...
Por ser lá que Habita;
Não Tendo aparência;
Nossa Linda ALMITA;
Também, CONSCIÊNCIA.
Vamos AJUDAR;
Os JOVENS a ver;
Que neste morar;
Há LINDO VIVER!!!!!!!!!!!!
Tenham calma, pois nós adultos, sabemos bem; que somos os culpados dessas vossas dúvidas, pelo que tudo faremos [mais dia menos dia] para mitigarmos tal!!!!!!!!!
Com Carinho;
60 anos…
Que sorte eu estou a cá ter, neste morrer;
Por a sessenta, vivo, ter chegado;
Devido a haver por cá tanto viver;
A pela má morte, ser apanhado!
Que felizardo sou por tal viver;
Em mim cá se encontrar, por ter fintado;
A sacana da morte e seu querer;
Ao tanto a ela, já ter escapado!
Obrigado meu DEUS, pois sei que EXISTES;
Pois vi-O nas vezes que, já me SALVASTE;
Dessa peste que me vinha apanhar!...
Mas que a levar-me, TU não PERMITISTE;
Talvez pra que eu, por cá mais tempo gaste;
A TI, em meus poemas; cá tão espalhar.
Com alegria, por tal;
02-11-2019
