Coleção pessoal de lubaffa

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O ato do prestar atenção nos detalhes da vida,
consiste em pequenos momentos existentes
em nossos subconscientes, claros como água,
que escorrem sobre os caminhos existentes em
nossas mentes, pelo coração inconscientemente
ligado, a um ato já consistente a ser realizado.

Prece. – Minha alma vai estar por alguns instantes com os outros Espíritos. Venham os bons ajudar-me com seus conselhos. Faze, meu anjo guardião, que, ao despertar, eu conserve durável e salutar impressão desse convívio. “

"Deixa ir aquilo que te rasga o peito. deixa ir, apesar da saudade daquilo que poderia ter sido.
a presença de alguém não pode excluir a sua.
deixa ir, porque tem gente que não entende as estrelas que correm nas tuas veias.
deixa ir, porque enquanto você é infinito, tem gente que só sabe ser fim.

sempre tive medo de ser um acumulo de todas as pessoas que me abandonaram. sempre tive medo de ser só.
a gente precisa de muita coragem pra ficar sozinho, pra se tirar pra dançar e pra encarar a crueldade do mundo com olhos gentis.
você não merece quem vai e volta como se nada tivesse acontecido. como se você nunca tivesse acontecido.
abre mão do cheiro, do gosto agridoce e das mensagens clichês e ensaiadas de "sinto tua falta." não sente. não sente. não sente.

deixa ir e para de olhar pra esse telefone como se a melhor coisa do mundo fosse voltar.
deixa ir, e um dia você vai apagar o número, as fotos, as músicas, e os memes. não pela obrigação de não-sentir-nada, mas é que já não faz (sentido)

deixa ir, porque tu já eras incrível antes de qualquer um.
deixa ir, porque você não merece esse amor meia-boca.
você merece se bastar, se queimar por inteiro, e não carbonizar por esse amor que te faz chorar mais do que sorrir.

deixar ir quem te faz acreditar que você precisa diminuir só pra caber neles.
você é grande demais, intensa demais pra essas meias coisas.
e eu sei que o mundo é esse vácuo, esse tiro no escuro, essa vontade de ser, e dá um medo danado de abrir mão de algumas pessoas, mas, você precisa da paz de ser responsável pelos teus céus e infernos.
você não merece quem não lembra, quem não toca, quem não tá lá.
para de amar fantasmas.
deixa ir, porque você não precisa que ninguém mate os dragões e te salve da torre do castelo. você pode fazer isso sozinho.

se pertença intensamente e profundamente, o bastante para dizer que acabou, mesmo com calos no peito, entretanto, certo de que carrega amor o suficiente por você e pelo mundo."

Meu egoísmo é tão egoísta que o auge do meu egoísmo é querer ajudar.

FAZER O BEM

Praticar o bem não é fazer tudo pelo outro.

Para fazer o bem, algumas vezes devemos contrariar uma pessoa e deixar que ele faça algo sozinha.

Para fazer o bem, algumas vezes precisamos deixar que a pessoa caminhe por si mesma.

Para fazer o bem, algumas vezes devemos saber dizer não na hora certa, e não nos submetermos aos caprichos do outro.

Para fazer o bem, algumas vezes devemos deixar nossos filhos errarem sozinhos, pois só pela dura experiência do erro cometido é que virá o aprendizado e o amadurecimento.

Para fazer o bem, algumas vezes devemos não responder uma pergunta, mas estimular uma reflexão e deixar que o outro chegue a resposta sozinho.

Para fazer o bem, algumas vezes devemos mostrar a verdade ao outro, por mais doloroso que seja para ela.

Para fazer o bem, algumas vezes devemos dizer a pessoa que ela está sendo invasiva e impor alguns limites.

Para fazer o bem, algumas vezes devemos terminar uma relação que já está desgastada e dissolver antigas raízes de apego ao outro.

Para fazer o bem, algumas vezes devemos elucidar comportamentos inoportunos que o outro insiste em praticar.

Para fazer o bem, algumas vezes é necessário retirar regalias, privilégios e confortos, para provocar um movimento que levará a pessoa sair do comodismo.

Fazer o bem é dar com amor, mas o amor também pressupõe retirar algo para que a pessoa aprenda a conquistar sozinha.

“Aquele que tem consciência de ter cometido um pecado mortal não deve receber a Sagrada Comunhão, mesmo que esteja profundamente contrito, sem receber previamente a absolvição sacramental, a menos que tenha um motivo grave para comungar e lhe seja impossível chegar ao confessor”

A confissão das más ações é o primeiro passo para a prática de boas ações.

CONFISSÃO

Que esta minha paz e este meu amado silêncio
Não iludam a ninguém
Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta
Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios
Acho-me relativamente feliz
Porque nada de exterior me acontece...
Mas,
Em mim, na minha alma,
Pressinto que vou ter um terremoto!

A modernidade é a era em que nossa existência social depende do olhar dos outros: somos quem conseguimos fazer que os outros acreditem que somos.

Desconfio dos que propõem doutrinas de valor universal a partir dos arranjos singulares que eles ou elas encontraram para conviver com os percalços de suas vidas.

"Não quero ser feliz. Quero é ter uma vida interessante."

Podemos ter visões e convicções diferentes mas as diferenças tornam as discussões mais proveitosas. Devemos aproveitar as discordâncias.
O intento do debate é articular a complexidade dos fatos e das escolhas possíveis.

O amor ideal precisa de distância.

Em regra, a culpa não produz ação, mas descarrego. Funciona da seguinte maneira: somos autorizados a fazer pouco ou nada para que a situação mude porque o sofrimento de nossa consciência nos absolve.

Ser alegre é gostar de viver mesmo quando as coisas não dão certo ou quando a vida nos castiga.

O diálogo que leva ao amor dá a cada um a vontade de se arriscar, não surge da sedução e do charme, mas da coragem de se apresentar por nossas falhas, feridas e perdas.

Se você encontrar alguém disposto a caminhar na chuva do seu lado, não fuja, molhe-se.

Bom dia amigos!!!

EXPIAÇÃO E ARREPENDIMENTO - Parte 2

O homem perverso, que não reconheceu suas faltas durante a vida, sempre as reconhece depois da morte, então, mais sofre, porque sente em si todo o mal que praticou, ou de que foi voluntariamente causa. Contudo, o arrependimento nem sempre é imediato. Há Espíritos que se obstinam em permanecer no mau caminho, não obstante os sofrimentos por que passam. Porém, cedo ou tarde, reconhecerão errada a senda que tomaram e o arrependimento virá. Para esclarecê-los trabalham os bons Espíritos e também vós podeis trabalhar.

Haverá Espíritos que, sem serem maus, se conservam indiferentes à sua sorte, aliás, há Espíritos que de coisa alguma útil se ocupam. Estão na expectativa. Mas, nesse caso, sofrem proporcionalmente. Devendo em tudo haver progresso, neles o progresso se manifesta pela dor. Esses Espíritos desejam sem dúvida, abreviar seus sofrimentos, mas falta-lhes energia bastante para quererem o que os pode aliviar. Quantos indivíduos se contam, entre nós, que preferem morrer de miséria a trabalhar?

Os Espíritos veem o mal que lhes resulta de suas imperfeições, contudo há os que agravam suas situações e prolongam o estado de inferioridade em que se encontram, fazendo o mal como Espíritos, afastando do bom caminho os homens, estes são os de arrependimento tardio e assim procedem, mas, também, pode acontecer que, depois de se haver arrependido, o Espírito se deixe arrastar de novo para o caminho do mal, por outros Espíritos ainda mais atrasados. (971)

971. É sempre boa a influência que os Espíritos exercem uns sobre os outros?

“Sempre boa, está claro, da parte dos bons Espíritos. Os Espíritos perversos, esses procuram desviar da senda do bem e do arrependimento os que lhes parecem suscetíveis de se deixarem levar e que são, muitas vezes, os que eles mesmos arrastaram ao mal durante a vida terrena.”

971a. Assim, a morte não nos livra da tentação?

“Não, mas a ação dos maus Espíritos é sempre menor sobre os outros Espíritos do que sobre os homens, porque lhes falta o auxílio das paixões materiais.”

Veem-se Espíritos, de notória inferioridade, acessíveis aos bons sentimentos e sensíveis às preces que por eles se fazem. Contudo existem outros Espíritos, que os supomos mais esclarecidos, revelarem um endurecimento e um cinismo, dos quais coisa alguma consegue triunfar, mas a prece só tem efeito sobre o Espírito que se arrepende. Com relação aos que, impelidos pelo orgulho, se revoltam contra Deus e persistem nos seus desvarios, chegando mesmo a exagerá-los, como o fazem alguns desgraçados Espíritos, a prece nada pode e nada poderá, senão no dia em que um clarão de arrependimento se produza neles.” (664)

664. Será útil que oremos pelos mortos e pelos Espíritos sofredores? E, neste caso, como lhes podem as nossas preces proporcionar alívio e abreviar os sofrimentos? Têm elas o poder de abrandar a justiça de Deus?

“A prece não pode ter por efeito mudar os desígnios de Deus, mas a alma por quem se ora experimenta alívio, porque recebe assim um testemunho do interesse que inspira àquele que por ela pede e também porque o desgraçado sente sempre um refrigério, quando encontra almas caridosas que se compadecem de suas dores. Por outro lado, mediante a prece, aquele que ora concita o desgraçado ao arrependimento e ao desejo de fazer o que é necessário para ser feliz. Neste sentido é que se lhe pode abreviar a pena, se, por sua parte, ele secunda a prece com a boa-vontade. O desejo de melhorar-se, despertado pela prece, atrai para junto do Espírito sofredor Espíritos melhores, que o vão esclarecer, consolar e dar-lhe esperanças. Jesus orava pelas ovelhas desgarradas, mostrando-vos, desse modo, que culpados vos tornaríeis, se não fizésseis o mesmo pelos que mais necessitam das vossas preces.”

Aceita o conselho dos outros, mas nunca desistas da tua própria opinião.

A origem das angústias está nas possibilidades.