Coleção pessoal de LeoniaTeixeira

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Eu bebo tuas palavras
Canto teu sorriso,
Como tua voz.
Tudo em mim vem de você !

Eu vivo o ontem e o agora: o depois a gente vê !

Parecem rostos humanos, mas são apenas rostos.
A humanidade está perdida...sem alma !

Os poetas e a poesia são cores que pintam minha alma.

Não se apaga o que se foi, nem se vive !

Sim, a vida me dá sonhos e risos
todo dia acordo para ser feliz.

Pessoas sapatos altos não fazem minha cabeça.

Doce, tão puro mel de mar,
São teus olhos quando me fitam.

Teu olhar é dose diária de momentos especiais,
amo teu cheiro, tua cor...amo teu sorriso que brinca
teu olhar que dança com os olhos meus.

Sinto teu cheiro que me banha em águas de sonhos.

Somos todos viajantes de um planeta
Terra de anjos e demônios !

Porque o amor é oceano
enxurradas,
tempestades de bem querer.

Somos versos da mesma canção
somos flores do mesmo jardim
dormimos e acordamos,
vivemos os mesmos sonhos.
Somos frutos da mesma árvore
somos águas do mesmo rio,
ondas do mesmo mar !
Se faz frio sentimos juntos
somos cúmplices do mesmo amor.

Não me faça cara de inocente
Não mente,
por trás desse homem frio
esconde explosões,
vulcões...
fogo de amor !

Vi um rio, vi flor
corri,
passei no vento
falei,
contei histórias
cantei
em versos,
sonhos,
risos de amor !

As vezes me faço companhia
Me abraço !
De mãos dadas passeio por mim.

Há flores que me encantam, me dançam
Há rosas que perfumam, respiro.
Há músicas que me tocam, me cantam !
Há saudades que me abraçam, viajam
Há lembranças que guardo, lembro.
Há pessoas que apaguei, apagadas.
Há gente sem nada, calada
Há gente sem risos, sem graça...
Há coisas que marcam, que ficam,
Há outras se vão com o tempo, com o vento.
Há sonhos que tenho nas madrugadas,
Há sonhos que dormem nos meus braços
Há sonhos que se deitam na minha cama
Há palavras que se vestem, outras se desnudam.
Há sonhos que tenho dobrados, guardados.
Há coisas que dizer não faz sentido,
Há outras coisas que calar é um erro.
Há forças fracas, cansadas...
Há amores que não se esquecem
Há amores que não se lembram,
Há tantos nadas, poucos tantos !
Há quantos, tal vezes...quem sabe.
Há como encontrar saídas,
Há também como ficar parado.
Há o quê se quer e não dá,
Há o que não se quer e tem.
Há enfim tantos meios, tantos lados
Há tantas passagens, viagens...paradas.
Há começos e fins, como há fins e começos,
Há o que for, o quê tiver de ser...
Há e será: o destino é o há !
Há de acontecer o que está escrito.

Amo esse olhar que bate em mim como chuva de verão e escorre pelo meu corpo como águas de mar.

Não queira entender minha lucidez, é que o normal de mim é meio louco !

Bati de frente com a minha normalidade, não gostei: tem cara de pateta !