Coleção pessoal de lenizemartins

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A falsa modéstia é o último requinte da vaidade.

Agradar a si mesmo é orgulho; aos demais, vaidade.

A bajulação é a moeda falsa que só circula por causa da vaidade humana.

A vaidade é um princípio de corrupção.

Deve-se deixar a vaidade aos que não têm outra coisa para exibir.

O egoísmo, o orgulho, a vaidade, a ambição, a cupidez, o ódio, a inveja, o ciúme, a maledicência são para a alma ervas venenosas das quais é preciso a cada dia arrancar algumas hastes e que têm como contraveneno: a caridade e a humildade.

Nosso egoísmo é, em grande parte, produto da sociedade.

O valor do homem é determinado, em primeira linha, pelo grau e pelo sentido em que se libertou do seu ego.

Egoísta é um sujeito mais interessado em si próprio do que em mim.

Não há paixão mais egoísta do que a luxúria.

O desejo de agradar aos amigos é por assim dizer uma desforra da ambição.

Toda a ambição é legítima, salvo as que se erguem sobre as misérias e as crendices da humanidade..

A ambição comete, em relação ao poder, o mesmo erro que a ganância em relação à riqueza: começa a acumulá-la como meio de felicidade, e acaba a acumulá-la como objetivo.

A ambição embriaga mais do que a glória.

Devido à sua ambição e egoísmo, o homem faz da sua vida um verdadeiro naufrágio.

É a ambição de possuir, mais do que qualquer outra coisa, que impede os homens de viverem de uma maneira livre e nobre.

A maior ambição da mulher é despertar o amor.

Os homens quando não são forçados a lutar por necessidade, lutam por ambição.

Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição.

Necessitamos sempre de ambicionar alguma coisa que, alcançada, não nos torna sem ambição.