Coleção pessoal de Lenisil
-- Já pensaram -- perguntou, tranquilamente, o professor Dillard -- que a verdade que procuram pode ser mais horrível que os próprios crimes?
Recomeçar
A cada novo dia uma nova descoberta, de mentiras contadas (rotina), de verdades ocultas e de tantos outros acontecimentos, que ao passar do tempo vão me convencendo de qual é o verdadeiro sentido das coisas e da vida. Faz-me rir, e concluir que a posição atual, a curto prazo parece ser algo ruim, mas que ao longo prazo tem se mostrado uma evolução não tão esperada, mas, que de fato, me mostra que valerá a pena e que não se perdeu muito, perto do que, ainda se tem. E não se pode dizer que o que viveu foi tempo perdido, até porque viver é viver, e sempre traz algo de bom ou de ruim, experiencias, aprendizado e claro momentos inesquecíveis nas quais sempre levarei comigo. E isso levo a cada dia, como apenas um começo para um novo recomeço, que caberá a cada um de nós corrigir erros cometidos, e identificar falhas e atitudes. E cá entre nós, "A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original." (Einstein) ! Um ótimo recomeço pra você e pra mim! ;) #P.SFelicidades
O que os homens chamam de civilização é o estado atual dos seus costumes e o que chamam de barbárie são os estados anteriores. Os costumes presentes serão chamados bárbaros quando forem costumes passados.
Chamamos perigosos àqueles cujo espírito é diferente do nosso e imorais aos que não têm a nossa moral.
Só os homens que não se interessam por mulheres interessam-se pelas suas roupas. Os homens que realmente gostam de mulheres nem percebem o que elas estão a usar.
Considero o conhecimento de si mesmo como uma fonte de preocupações, de inquietações e de tormentos. Tenho-me frequentado o menos possível.
Agradeço ao destino por ter-me feito nascer pobre. A pobreza foi-me uma amiga benfazeja; ensinou-me o preço verdadeiro dos bens úteis à vida, que sem ela não teria conhecido. Evitando-me o peso do luxo, devotou-me à arte e à beleza.
Pus-me a cantar minha pena
Com uma palavra tão doce,
De maneira tão serena,
Que até Deus pensou que fosse
felicidade - e não pena.
A minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão.
A bailarina
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.
Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá
Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.
Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.
