Coleção pessoal de LEandRO_ALissON

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Aikido é primeiramente uma forma de conseguir a própria maestria física e psicológica.

[...] Podemos dizer que o Aikido tem algo em comum com os ensinamentos de Cristo: Amor! Tudo começa e termina nele. O Amor é a vida do Universo.

Oramos sem parar para que o combate não tenha lugar. Por essa razão proibimos formalmente os combates no Aikido. O espírito do Aikido é aquele de um ataque amoroso e de uma reconciliação pacífica. [...]

Há verdades nas religiões não-cristãs? Como poderia não haver, se verdades existem até no marxismo?
Só que há verdades irredutíveis entre si, separadas por universos epistemológicos intransponíveis. Tente, por exemplo, fazer uma síntese do marxismo com a geometria de Euclides.

"As hierarquias são celestiais. No inferno tudo será igual".

"Primeiro o aborto é autorizado, depois recomendado, por fim imposto obrigatoriamente. É sempre assim. Cada novo 'direito' contém em si o germe de uma imposição totalitária. Quando vão entender isso?"

"Depois que comecei a falar abertamente que era de direita perdi muito dinheiro, claro. Mas nunca mais perdi uma noite de sono."

Onde está a verdadeira amizade, aí está o mesmo querer e o mesmo não querer, tanto mais agradável, quanto mais sincero.
(Ubi talis est amicitia, ibi profecto est idem velle et idem nolle, tanto utique dulcius, quanto sincerius.)

Legalidade ou ilegalidade reduzem-se, para o Partido Comunista, a uma mera questão de tática.

A ética comunista faz com que agir com malícia se torne o mais alto dever moral.

A coisa mais inútil do mundo é discutir se o Islam é uma religião da concórdia universal ou uma religião da violência e da guerra. O próprio Corão está gritando em cada página que ele é inseparavelmente as duas coisas. O predomínio de um lado ou do outro é questão de momento apenas. O problema é que, quando predomina o lado violento, o outro lado não tem argumentos para neutralizá-lo que não possam ser eles próprios neutralizados.

TODA religião que contenha em si um projeto de ordem estatal é inseparavelmente pacífica e guerreira, porque assim o são os Estados, por definição. Só o cristianismo e o budismo não contêm esse projeto, podendo, portanto, amoldar-se a qualquer ordem estatal, impregnando-se temporariamente das suas qualidades e defeitos.

A verdade ou falsidade de uma via religiosa não pode aferir-se pelo seu pacifismo ou belicismo, nem pelos belos argumentos que a sustentam, os quais variam como o tempo, mas sim e somente pela sua capacidade prática de servir de canal à ação real de Deus no mundo. O próprio [propósito] de Deus é fazer milagres, isto é, não estar limitado pelo quadro das determinações espaçotemporais que Ele mesmo impôs à natureza e à história.

O segredo do sucesso da Escola de Frankfurt é simples: Se você fala contra TUDO, sempre acaba acertando em algum ponto.

Quando alguém diz "Estou com dor de cabeça", ele se refere a uma cabeça e a uma dor que existem fora e independentemente da frase e aliás do sistema linguístico inteiro, no qual não há cabeças nem dores, apenas signos e relações. Dizer que não existe significado transcendental, que tudo só existe no sistema linguístico, é abolir a diferença entre ter uma dor de cabeça e dizer que tem dor de cabeça.

Jesus ensinou a rezar: 'Perdoa as nossas dívidas ASSIM COMO perdoamos os nossos devedores' e ainda esclareceu: 'Com o mesmo critério com que julgardes sereis julgados'. A conclusão é ÓBVIA: ou você aprende a perdoar, ou quanto mais estrita seja a sua obediência a todas as demais regras daquilo que você entende por 'moral cristã', tanto mais elas servirão para endurecer o critério com que você será julgado e muito provavelmente condenado.
Nossa ÚNICA saída neste vale de lágrimas é perdoar sempre, perdoar tudo, perdoar de todo o coração.
Para ser sincero, só encontrei na vida uns três ou quatro cristãos que compreendessem isso.

O cúmulo da indecência não está na vestimenta, nem nas palavras, nem nos gestos, está em ficar reparando em detalhes que a pessoa mesma não está nos mostrando de vontade própria. Respeitar o FOCO do interlocutor é tudo.

O tempo é a imagem móvel da eternidade imóvel.

A lei do sacrifício é universal e irrevogável. TUDO no mundo depende de que alguém dê alguma coisa sem receber nada em troca. Karl Marx nunca entendeu isso, embora com "O Capital" ele jamais ganhasse nem o suficiente para tratar das suas hemorróidas.

Pouco importando qual seja o modo de produção, para um sujeito ganhar alguma coisa é preciso que alguém ganhe MUITO MAIS.

Se eu fosse receber o "justo valor" de tudo o que produzi, não teria conseguido produzir NADA. Isso vale para todos os seres humanos.

Não é preciso pensar mais de um minuto para chegar a quatro conclusões: (1) A exploração da mais-valia existe em todos os modos de produção e não só no capitalista. (2) Sem ela nenhuma atividade econômica é possível em escala social. (3) O socialismo não vai acabar com ela NUNCA. (4) Proletários do mundo todo, fodam-se.