Coleção pessoal de LEandRO_ALissON

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Aquele que conheceu apenas a sua mulher, e a amou, sabe mais de mulheres do que aquele que conheceu mil.

Aquilo que foi e que será, e até mesmo aquilo que é, não somos capazes de saber, mas quanto àquilo que devemos fazer, não apenas somos capazes de saber, como também o sabemos sempre, e somente isso nos é necessário.

O Progressismo é um movimento que depende da ofuscação deliberada dos fatos e da realidade objetiva para a sua sobrevivência. Mas, ao fazê-lo, o Progressismo revelou a sua verdadeira face: uma terra abandonada, uma seita de dogmas forçados aliada à implacável intolerância intelectual e à eliminação de todos os dissidentes. Mas, um novo movimento social está crescendo, uma revolta intelectualmente honesta que tem em seu núcleo uma renovada reverência pela realidade objetiva. Um movimento que rejeita os inquilinos fracassados do pós-modernismo. Um movimento que repudia a noção pseudo-intelectual de que não há verdade objetiva. O Conservadorismo é a nova contracultura que está pronto para banir o progressismo para o monte de cinzas da história.

No fundo, só se sabe que sabemos pouco; com o saber cresce a dúvida.

“Sociedades podem sobreviver a pessoas fazendo coisas imorais. Mas, uma boa sociedade não pode sobreviver se chamar coisas imorais de morais.”

A filosofia vale por si própria – pelo prazer do conhecimento e do pensamento sobre a condição humana.

Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos.

“Não tenho a menor dúvida de que a maioria das pessoas vive, seja física, intelectual ou moralmente, em um círculo deveras restrito do seu ser potencial. Elas usam uma parcela ínfima da sua consciência possível [...], mais ou menos como o homem adquire o hábito de usar e de mover, de todo o seu organismo físico, apenas o dedo mínimo. Todos nós temos reservatórios de vida a serem aproveitados, com que sequer sonhamos”.

O maior prêmio de quem ama é, justamente, estar amando, além daqueles que o afagam, os que o estão apedrejando.

"É engraçado e até irônico: um sapo ser beijado por uma princesa e transformado em príncipe é história da carochinha. Agora, um suposto ser unicelular (inobservado) ao longo de bilhões de anos se transformar em Australopithecus e depois em Charles Darwin (inobservado), isso sim, é considerado ciência!"

Às vezes me divirto, às vezes me entristeço, ao ver a desenvoltura autoconfiante com que alguns jovens me enviam objeções que lhes parecem imbatíveis, sem nem por um segundo suspeitar que um homem que está estudando o assunto há meio século pode já tê-las pensado ele mesmo décadas atrás e até acreditado nelas por algum tempo. A maior tragédia da incultura é sua impossibilidade de imaginar o que se passa na cabeça do homem culto.

“Tempo perdido seria o tempo em que não vivemos como pessoas, em que não fizemos experiências, não aprendemos, não realizamos, não desfrutamos nem sofremos. Tempo perdido é tempo não preenchido, vazio.”

Falar da morte é transformá-la em aliada, conselheira, em uma presença natural. Lidar com ela de modo saudável significa ter mais realizações, finalizar mais tarefas e pedir mais perdões ao longo da vida. Só assim se vive de modo mais pleno e se pode morrer mais serenamente, rompendo com o hábito de deixar certas decisões para amanhã, depois de amanhã e assim por diante.

"O crescente tabu da civilização em relação à expressão de sentimentos espontâneos e fortes trava suas línguas e mãos. E os viventes podem, de maneira semiconsciente, sentir que a morte é contagiosa e ameaçadora; afastam-se involuntariamente dos moribundos. Mas, para os íntimos que se vão, um gesto de afeição é talvez a maior ajuda, ao lado do alívio da dor física, que os que ficam podem proporcionar."

“Os rituais de morte estão presentes em todas as sociedades do planeta. Servem para a compreensão ‘social’ do fenômeno: ajudam a digerir o impacto provocado pela perda do outro e funcionam como fator de agregação daquela sociedade”

“Gastamos nossos dias tentando aproveitar a vida e chegamos ao momento da morte totalmente despreparados. [...] Se você não disse o que queria dizer, não amou o quanto poderia amar, não tentou aquilo que desejava tentar, logicamente morrerá angustiado, com a sensação de que a vida se foi e tudo ficou pela metade.”

“Atualmente se vive muito mal. As pessoas, hipnotizadas por falsas necessidades, não têm uma vida emocional rica. E morre-se de modo ainda pior.”

“Mas já é hora de irmos: eu para a morte e vocês para viverem. Mas quem vai para melhor sorte é segredo, exceto para Deus.”

Pois morrer é uma destas duas coisas: ou é como um nada e o morto não tem nenhuma sensação de nada, ou (conforme se diz por aí) ocorre de ser uma transmigração e uma transferência da alma aqui deste lugar para um outro lugar.

Vivemos pequenas perdas todos os dias. Uma separação, uma demissão, a morte de um amigo, a notícia de uma doença incurável. Essas experiências cotidianas de morte nos ajudam a entender que nada dura para sempre. Inclusive nós, em nossa natureza mortal.