Coleção pessoal de lavinialins

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Se os pensamentos têm muita força, imagina quando eles vêm recheados de abraços apertados?

Julgar-se mal o tempo todo, além de uma autoviolência, pode ser também mais uma estratégia inconsciente de autossabotagem.
Trate-se com respeito e acolhimento.
Você merece.
E pode.

Talvez a gente só precise parar um pouco,
respirar um pouco,
se entender um pouco,
se acolher um pouco...
porque tudo isso é muito!

Você estar num dia ruim não te autoriza a tornar ruim o dia de outra pessoa...

Parem de me dizer como eu devo me sentir...
Quem sente o frio e o calor de viver aqui dentro sou eu!

Em busca de quem somos, da essência que nos constitui, vamos juntando os fragmentos dos "eus" que há em nós.
Somos maré - vezes revolta, vezes mansa.
Nada nos satisfaz. E é justamente por isso que nada nos limita.
É o movimento das nossas águas que nos faz vivas/os.
Esta é a arte de viver...

Ele curte jazz. Eu também.
Ele gosta das notas altas, vorazes.
Eu, da força feroz do quase silêncio entre os versos.
Somos opostos. Somos o norte e o sul, desejando atravessar os trópicos e desembocar no oceano de um abraço.
Somos dois, e, vez em quando, um só.

O não-destino é o caminho mais inebriante. É de suas paisagens múltiplas que tiramos a inspiração e a força para a perseguição da estrada sem-nome.

E é por não ser possível nomeá-la que ela se torna tão atraente, tão mágica.

Ao tentar descobrir as suas curvas, damos mais um passo, sentimos o frisson que a brisa, ali, nos provoca.

Em busca de quem somos, da essência que nos constitui, vamos juntando os fragmentos dos "eus" que há em nós.

Somos maré - vezes revolta, vezes mansa.

Nada nos satisfaz. E é justamente por isso que nada nos limita.

É o movimento das nossas águas que nos faz vivas/os.

Esta é a (minha) arte de viver...

Entre o que desejamos e o que conseguimos alcançar, mora o real que nos supera.

Talvez não exista mesmo uma fórmula.
Talvez, a felicidade não seja mesmo um lugar a que se chega.
Talvez seja o caminhar, as paisagens, as pessoas que a gente encontra pelo caminho.
É por aí que mora a felicidade...

Pratique a lei do "bem-me-quero".
Abrace-se.
Perdoe-se.
Seja feliz!

Passei a vida inteira acreditando que precisava me curar das outras pessoas. Hoje, estou certa/o de que preciso me curar de mim mesma/o.

Solidão, para boa parte das pessoas, é algo ruim...
Mas também pode ser coisa que cura, que renova.
Tudo depende do momento de vida em que você se encontra, de como você a encara, dos recursos que busca para enfrentá-la.

Tem gente que é linda de todo jeito... mas, sorrindo, é espetacular!

Ela...
Quer ser vista, lembrada, elogiada.
Quer espaço, privacidade, discrição.
Ela é...
Doce, que nem o mel define.
Ácido, que corrói as profundezas de si mesma, numa autocobrança sem réguas.
Ela...
Chora com bobagens.
Engole, sem água, absurdos inimagináveis.
Ela é linda.
Yin e Yang.
Ela sou eu.
Ela é você.
E, ainda assim,
Ela é única!

Não será o fim, se você ainda tiver a opção de recomeçar.

A fala eloquente, ainda que dotada de adereços em cores, não era capaz de distrair a confusão que naquela profundidade existia.
Haverá muito chão pela frente, até que se veja o encontro entre o que dizem suas palavras e o que praticam as suas atitudes.
Força, menina!
Calma para a alma inquieta e força para a fé variante...

"As xícaras de café"


Talvez eu leve as xícaras. "Talvez" não. Eu quero as xícaras. Talvez, apenas, seja você que não entenda o porquê. Talvez eu tente explicar. Eu explico. Ainda assim, talvez, você não entenda. E tudo bem. É justamente pelo bem que as escolho. É que nas tardes frias, na dor da sua não-companhia, elas estavam lá. E é tão engraçado pensar nisso... porque você estava quase sempre, mas não estava. O que é apenas o corpo presente? O que é a dor de uma presença ausente? Então, as xícaras... a preferência pelas azuis não era acaso, mas uma tentativa de colorir o cinzento da solidão que me atravessava. E o medo, aquele geladamente sorrateiro, eu afugentava com o calor que nelas colocava. Era ele que me abraçava. O calor, o calor das xícaras de café...

Muitas são as pessoas a dizer o que é o certo. Poucas são as dispostas a praticá-lo...

É difícil ficar em casa o tempo todo porque lá fora a gente distrai do que passa aqui dentro; porque lá fora a gente não precisa se olhar o tempo todo, olhar a/o outra/o que divide a vida com a gente, olhar o que nos afeta, o que nos atravessa.
É uma oportunidade para percebermos o que temos "lá dentro". É um convite para sermos melhores, antes de tudo, para nós mesmas/os.