Coleção pessoal de josegracianodias
"Pronto para ouvir, tardio para falar e se irar" (Tg 1.19). Infelizmente, nossa tendência natural frequentemente é outra.
O cristão é alguém que, ao atender o chamado, entregou o coração ao domínio da paz de Deus, e é agradecido.
De acordo com quem compôs o Salmo 91, o melhor lugar para refúgio e descanso é o esconderijo do Altíssimo, à Sua sombra.
Só recebe a Cristo em sua vida quem O reconhece como Senhor e está disposto(a) a seguir os princípios dEle.
A salvação é um presente de Deus dado a quem O invoca. Mas, ninguém O invoca sem antes romper com a prática pecaminosa.
Por que o apóstolo Paulo disse: "Não nos cansemos de fazer o bem" (Gl 6.9)? Será que temos predisposição a desanimar no cumprimento do nosso dever?
Somente o Espírito de Deus, estando na vida do cristão, produzirá neste um fruto de amor, alegria, paz, paciência, delicadeza, bondade e fidelidade.
Simples de entender, difícil de admitir: O amor do Pai celestial não está em quem ama os vícios deste mundo.
Como o julgamento de Deus é correto (porque Ele nos conhece plenamente), sempre colhemos de acordo com o que plantamos.
"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará" (Sl 37.5). É comum que se queira a última parte e se resista em fazer as duas primeiras.
Diferentemente da mundana, a alegria de quem serve a Deus está firmada no Senhor e independe das circunstâncias.
De acordo com o Apóstolo Paulo (1 Co 13.13), estas são as virtudes mais próximas da perfeição celestial: a fé, a esperança e o amor.
O cristão é alguém que procede humildemente, considera os outros superiores a si e nada faz por contenda ou vanglória.
O evangelista João exorta que o amor não seja só de palavras, mas por obras e em verdade (1 Jo 3.18).
Esta deve ser a nossa afirmação diária: "nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor!" (Rm 8.39)
