Coleção pessoal de josegracianodias

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Somente Jesus sacia a fome e dessedenta a sede espirituais, mas o faminto e sedento precisa ir a Ele e crer nEle.

Que alegria foi para quem louvou a Deus, por Jesus, de coração, em alta voz, no meio da multidão, "dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas!" (Lc 19.38)

Ninguém consegue anular o que Ele diz: "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra." (Sl 46.10).

A alegria da colheita compensa com sobra qualquer sofrimento da semeadura.

Enquanto não houver tristeza pelo pecado cometido, convicção da condenação eterna, desejo de mudança e impulso para suplicar as misericórdias de Deus, não existe arrependimento (Sl 51.1,2).

O cristão recebe, na conversão, uma natureza que o capacita a ser simples como crianças.

O Diabo nada possui. Veja o que disse Davi em um de seus salmos (24.1): "Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam."

Salomão disse: “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira” (Pv 15.1). Sem dúvida, haveria paz no mundo se os indivíduos e as nações cressem nessa verdade.

Faz parte da nova natureza do cristão não retribuir mal por mal (1 Ts 5.15).

Conforme Deus exigiu de Israel (Am 5.24), a nossa mudança de conduta há que preceder à aceitação de nossos sacrifícios de louvor.

Somente indo a Jesus, o pecador obtém alívio da sua canseira e sobrecarga. Infelizmente, muitos escolhem não ir.

Não fora o grande amor de Deus em dar o Seu Filho unigênito ao mundo, nós, pecadores, continuaríamos condenados à morte (eterna separação de Deus), sem possibilidade de salvação.

Perdão de pecados e terra sarada são precedidos de humilhação, oração, busca a Deus e conversão dos maus caminhos (2 Cr 7.14).

Somos exortados por Davi (Sl 27.14) a esperar pelo Senhor com bom ânimo e coração fortalecido. Portanto, nada de passividade!

De acordo com a metáfora utilizada pelo apóstolo Paulo (2 Co 4.7), o cristão é comparado a alguém que conduz um tesouro em um vaso de barro. Portanto, todo cuidado é pouco!

Ao ensinar sobre a oração secreta (Mt 6.6), Jesus não condena a adoração pública, mas sim as orações espetaculares e teatrais, como as que faziam os fariseus.

"Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo." (1 Co 13.6 - NTLH)

O cristão é alguém que luta com armas espirituais que destroem as fortalezas da maldade.

Deus não reforma nem remenda – Ele dá coração e espírito novos, quando há arrependimento.

Jesus ensinou que oremos "o pão nosso de cada dia dá-nos hoje" (Mt 6.11) porque precisamos depender e confiar em Deus também quanto às provisões materiais.