Coleção pessoal de josegracianodias
Com o coração, devemos orar como Davi: "Grandíssimo és, ó Senhor Deus, porque não há semelhante a ti, e não há outro Deus além de ti, segundo tudo o que nós mesmos temos ouvido." (2 Sm 7.22)
As ovelhas do Bom Pastor são protegidas e guiadas em qualquer tipo de terreno por onde tenham que passar.
Tiago recomenda que confessemos as nossas culpas uns aos outros e oremos uns pelos outros para que fiquemos curados. Tg 5.16. Logo, ofensas cometidas contra o outro, além de serem confessadas a Deus, devem ser confessadas ao humano ofendido.
A prática do bem e a cooperação mútua são mandamentos, e o seu cumprimento agrada a Deus ( Hb 13.16).
"Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros" (Jo 13.14). Com a expressão "uns aos outros", Jesus mostra que o verdadeiro amor é mútuo.
Não fossem as consolações de Deus que alegram os cristãos, eles seriam iguais aos não cristãos, no tocante às atribulações da vida.
Para Tiago (Tg 1.12), a felicidade consiste em receber a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam, só que antes é preciso suportar com perseverança as provações e ser aprovado.
De acordo com o ensino do apóstolo Paulo (2 Co 1.3,4), toda consolação vem de Deus: a que recebemos quando estamos atribulados e a que devemos transmitir aos que estiverem angustiados.
Deus dá força e vitória aos Seus servos sobre as tentações, ainda que estas são semelhantes às que as demais pessoas enfrentam.
As palavras que saem da boca de Deus são sempre eficazes, mas o efeito delas pode ser bom ou mau, conforme a atitude do receptor.
O cristão é alguém cuja alma tem sede de Deus, do Deus vivo e, por isso, anseia estar em Sua presença.
O pecador que verdadeiramente se converte a Deus o faz com todo o seu coração, chorando arrependido pelo seu triste estado pecaminoso.
Receber Cristo na vida é uma decisão pessoal, intransferível e urgente: Ele já está à porta batendo para entrar.
De acordo com o apóstolo Paulo (Rm 15.4), a Palavra de Deus escrita tem, dentre outros, o propósito de nos informar o que esperar da parte de Deus.
"Todo caminho do homem é reto aos seus próprios olhos" (Pv 21.2). É por isso que muitos se perdem na caminhada.
