Coleção pessoal de JoniBaltar
Enquanto a evolução mental continuar “viciada” corre-se fortemente o risco de contribuirmos para a nossa própria extinção.
Alimentar uma inferioridade sustentada pela própria personalidade, é crescer no amargo vazio da escuridão, brilhando palidamente numa esperança ilusória. A resolução está na hidratação da personalidade, inundando de abnegação todo o interior; afogando também, todos os tormentos criados pelo poder inumano de sentir a superioridade perante os outros. Por vezes, é necessário ausentarmo-nos de nós próprios, para podermos vislumbrar os passos da nossa sombra. Afasta-te de ti próprio mas, nunca te abandones.
A separação física é a dolorosa certeza que o sofrimento existe. A consolação é a incerteza do esforço, instintivamente perdido, no subterrâneo da irresistência.
A eloquência é a hipnose dos seres; quando mal-intencionada, provoca neurose obsessiva em delírio constante; mas, quando bem-intencionada, alimenta e liberta mentes na abstinência do tirocínio.
A verdadeira força está no imanente. E a esta força chama-se Fé. Independentemente de qualquer religião ou crença, a força de todas as forças reside em nós próprios.
Meditação: Ficar no mesmo lugar; porém, viajando em todos os lugares. Desobedecendo às tuas incapacidades, e obedecendo ao teu âmago que em silêncio conhece a liberdade do teu Ser.
A sobrevivência a um lugar desconhecido consiste na adaptação ao lugar, e da não adaptação do lugar à tua alma.
A dimensão de uma mente é a pequena imensidão de um pensamento; a consciência que morre e renasce ao comando de conciliar o interior com o exterior. Nesta percepção aprendemos que a mente ensina-nos a ligação ao Universo através do nosso interior.
Este sentimento (AMOR) humildemente percorre vidas e mundos na sua própria solidão. Consegue-nos fazer: rir, chorar, sentirmo-nos loucos e perdidos na imensidão de um deserto, no oásis de um simples beijo. Este sentimento ( AMOR) absoluto de todas as almas, que por ti morremos, por ti nascemos e por ti vivemos; em todas as viagens de almas.
A loucura são pedaços da alma que soltam a nossa essência e dão cor aos nossos passos. A vulgaridade é a intoxicação robótica de uma realidade fabricada.
