Coleção pessoal de JBP2023
Quem não conhece a minha irretocável história de vida, por favor, não procure rasurar os alfarrábios escritos sobre uma abnegada trajetória de vida.
Os melhores momentos de minha vida foram aqueles vividos com intensidade ao lado de minha mãe, mulher guerreira, dedicada e amável, a quem dedico minha irretocável trajetória de vida pública.
Se for para a produção de um filme de terror, onde prevaleçam os desvios e as concussões, por favor, não me convide para o elenco de malfeitores.
Os homens doentes pelo poder político praticam toda sorte de assédios por intrusão; vão à sua casa, na praia, hotéis, escolas; uma perseguição inexorável; até que um dia, exangues, descobrem a inflexibilidade de seu caráter inconcusso, acabam desistindo voluntariamente e se agarrando a outros que fazem o jogo sujo da política.
A droga é o combustível do crime organizado e da criminalidade violenta no país; descriminalizar as drogas é fomentar a criminalidade violenta e aquecer o crime organizado no país.
O submundo das drogas é uma iminente ameaça à saúde pública; descriminalizar ou não é função do Congresso Nacional que exerce atividade social delegada.
Descriminalizar ou não as drogas deve ser função da sociedade brasileira por meio de atuação do Congresso Nacional, e não de um time de juristas sem representação nacional.
Descriminalizar drogas é um desserviço prestado a sociedade brasileira, que deve se preparar para o flagelo social.
A descriminalização das drogas representa insurgência contra o sistema de saúde pública e falência do sistema de segurança num país da impunidade.
Quem odeia o extremismo político nojento e doentio são rotulados de cidadãos isentos. Quem odeia políticos corruptos, sanguessugas do erário público, concussionários, farinha do mesmo saco, geralmente são pagadores de impostos, gente equilibrada, inteligente, trabalhadora e responsável pela economia deste país.
A criminalidade sem controle numa cidade antes pacata revela a inércia estatal; são claros sintomas da falência múltipla do sistema social e inoperância do sistema de persecução criminal.
De repente uma súbita paixão; mas logo tudo passa; o amor verdadeiro supera uma paixão efêmera, fugaz, e constrói um castelo milionário de beleza exuberante.
Não desejo ter a luminosidade de uma constelação; mas apenas o brilho incandescente de uma estrela em noites de tormento.
Um narcisista na gestão pública é o mesmo que um peixe fora do aquário; um céu sem estrelas; um oceano sem água; um fogo que não se queima; uma luz sem brilho; um idiota com armas nas mãos.
A mais perfeita conexão com a realidade é a inter-relação entre política e corrupção; impunidade e sistema de justiça, ódio e extremismo; perdão e mágoa; miséria e ostentação.
Política é uma assombração eterna; um filme de terror; uma moléstia grave incurável; um corpo putrefeito; um parasita que hospeda o tecido social, uma ferida que nunca cicatriza; uma enfermidade aberta, incurável.
O direito ao território somente é assegurado quando o Estado se faz efetivamente presente com espírito protetor, sem o qual, acarretará a balbúrdia e o caos social.
Todos cobram a participação de homens bons e justos na política; acontece que o meio político destrói a pessoa; um mundo paralelo que avilta e degenera os bons e logo todos estarão no mesmo patamar, convivendo com a escória da sociedade e praticando as mesmas atrocidades.
Um país que vive eternamente o luto coletivo pela morte da justiça; um sistema de justiça exangue, cruel e hediondo, julgado e condenado a pena de prisão perpétua em face das maldades sociais praticadas.
O modismo da mediocridade cultural parece não ter fim; todo dia sempre aparece alguém surpreendendo a criatividade humana, fazendo sucesso com a vulgarização da imaginação.
