Coleção pessoal de JAugustoMaiaBaptista
A antiética do antijogo do deboche (dentro das regras), para ganhar a qualquer custo, é algo incompreensível dentro da neurodiversidade.
Criar é fazer de forma diferente, o que todo mundo gostaria de ter feito igual.
Feliz Dia da Criatividade. Tenha hoje, pelo menos,
uma boa ideia... criativa!!!
A vaidade intelectual está treinada e armada até os dentes, para ser jogada na arena dos gladiadores da proficiência acadêmica, essa rinha de egos selvagens, onde nem sempre vence a melhor obra, mas a mais corajosa e articulada em todos os meandros da riqueza e da miséria humana.
Agora não preciso mais mostrar o pau e matar a cobra.
Eu só levanto o nível da vara, quando me sinto ameaçado. É um risco iminente de derrota, mas a diversão da competição estará garantida. E, competir é o que importa para a diversão. Ou, não?
Todo contrato escrito subentende que as partes não conseguem manter um pacto de confiança natural, ético e intelectualmente honesto.
O ativismo ideológico tem a reivindicação dos direitos políticos de uma classe como pauta, e a criação / manutenção dos privilégios das suas lideranças como distorção.
Um pesquisador científico é um curioso, cheio de incertezas, que nunca estará satisfeito com o que sabe; e sabe que tudo está por construir. Já o "especialista" se julga sabedor de tudo, inclusive, do que nem a Ciência tem convicção de onde vem, onde está e para onde vai, como o autismo, por exemplo.
As mentiras contadas na pandemia foram tão perversas e ingênuas, que desenvolvi um novo distúrbio psíquico: o T.I.C.O. (Transtorno da Inquietação Científico Compulsiva). Hoje só acredito e persigo a verdade científica. Assim mesmo, sabendo das correntes contraditórias, controversas e cheias de interesses mercadológicos. Mas, essa obstinação é muito mais saudável do que fingir aceitação de mentiras infantís e descaradas.
Não é Deus, Jesus, Messias, Alá, Maomé, Jeová, Ogum, Oxóssi, Exu, Buda, Beatles ou a Ciência que operam milagres sozinhos, mas, sim, junto à força da nossa fé pessoal neles.
Ativismo é a prática cotidiana da autoestima corporativa e auto defensora, com argumentos cada vez mais convincentes.
A cultura do "homem não chora", criou o choro masculino socialmente invisível machista, corrosivo e destrutivo.
Todo transtorno, distúrbio, enfermidade rara ou invisível, é tida pelas pessoas sem caráter como manipulação que se conserta com palmatória.
O tema "inclusão" é uma discussão que vem de muito longe (para quem tem 25 anos), mas, começou ontem" (para quem tem mais de 60 anos).
