Coleção pessoal de JAugustoMaiaBaptista
Precisamos aprender que muitas vezes para algumas pessoas, não adianta só ensinar a pescar, é preciso dar o peixe, a vara e mostrar o caminho do lago, do rio e do mar. E tem que ensinar o que fazer com o peixe. Vai comer? Vender? Fazer moqueca? Fritar? E, às vezes, dar até na boca...
O aprendizado diário é maravilhoso, quando temos pessoas confiáveis nos mostrando o caminho do lago, além de dar o peixe e ensinar a pescar.
Pessoas neurodiversas e neurodivergentes precisam disso.
A vaidade mais corrosiva, solitária e longeva é a intelectual. Quem a tem sabe o que isso significa. Importante é que o bom-humor sobreviva em tempos de tanta acidez.
Já que a obsessão é inevitável, que ela seja a de aprender cada vez mais!! Estude! Vale mais quem sabe mais.
Em geral, ficam esperando o "pulo do gato" nas minhas ações. Mas, meu gato é paraplégico, nunca haverá pulo. Mas, também ele não é ingênuo: sempre continuará sendo gato.
Sonhar não ocupa espaço, não tem cheiro nem cor. Ninguém pode ver, tocar ou imaginar o seu tamanho, se você não quiser. Só o seu cérebro é o seu cúmplice nesse sonho. E ele não julga se é bom ou ruim, ele apenas aceita o que você quiser e se mobiliza para conseguir. Tenha o tamanho que tiver o seu sonho, o seu cérebro considera estar preparado para realizá-lo.
Cérebro não tem juízo de valor.
Quem julga é a consciência.
Quando alguém promete algo para um autista e não cumpre, deixa-o triste e frustrado. Ninguém deve prometer o que sabe que não cumprirá. Isso é desonestidade intelectual.
Quem se enche de compromissos, se enche de desculpas. Ou, vice-versa.
Quem não tem compromissos, não tem desculpas.
O novo professor será um medidor intelectualmente honesto.
O que isto significa? O aluno saberá responder.
Hoje, quando recebo ameaças de morte, tentativas de golpes, agressões verbais, chantagens emocionais, carteiradas de superiores, aceito, mas sei que não mereço, isso me deixa triste e me ofende. Aos 71 anos, não represento mais perigo às instituições políticas, religiosas, corporativas, empresariais, escolas, famílias e maridos. Já foi o tempo em que a minha presença era destrutiva. Hoje sou apenas um velho pai de um jovem autista, lutando para ser feliz. Ciúme, inveja, disputa, violência, não fazem mais parte do meu repertório. Nem poderia. FELIZES ANOS NOVOS!!!
