Coleção pessoal de JAugustoMaiaBaptista
Chutar o pau da barra é coisa para os fracos da minha geração de acampamento. Hoje, para dialogar com a geração Z, com etaristas, mercantilistas, e geração nem-nem; às vezes, é preciso chutar a coluna do prédio. O problema é quebrar o pé e ter que correr para não morrer soterrado.
Não se trata de glamourização, romantização, muito menos de coitadismo em relação à deficiência, mas sim a Inteligentificação Solidária Adaptada, que fortalecerá a todos.
Estou no ponto, esperando o bonde da História. Descobri que ele é circular, e passa a cada 100 anos. O problema é que vem muito cheio.
No mesmo berço em que nasce um filho, nasce uma mãe e nasce um pai. O livre-arbítrio fará os mais inteligentes dessa tríada serem responsáveis pelo resto da vida pelos mais frágeis em momentos alternados. Quando há ruptura, todos os três sofrem muito.
Não precisamos mais matar um leão por dia. Estão todos mortos. Precisamos aprender a ressuscitá-los.
Chutar o pau da barraca coisa é para os fracos do passado, da época dos acampamentos. Hoje, a maior demonstração de virilidade é chutar a coluna do edifício e correr para não morrer soterrado. Detalhe: com o pé quebrado, se conseguir ou não fazer desmoronar a estrutura.
Chutar o pau da barraca é coisa para os fracos. O negócio agora é meter o pé na coluna central do edifício. Quem derrubar primeiro ganha. E, quem vencer, terá que sobreviver quebrado.
