Coleção pessoal de JaniaradeLimaMedeiro

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Repetir as mesmas escolhas pode prolongar o passado. Mas, quando quem escolhe já não é o mesmo, a escolha também se transforma. O que antes era repetição pode tornar-se reencontro consigo, coragem de mudar a direção e um novo começo para uma história que merece ser vivida com fé, ousadia, cumplicidade, amor e cuidado.

Um livro não é escrito com palavras soltas, mas com palavras que, organizadas em capítulos, constroem uma história. Assim também é a vida: tecida em ciclos, cada um com seu tempo, seus desafios e seus aprendizados.


Em cada novo capítulo, somos convidados à autoria da própria existência: escolher, decidir, mudar a direção, recomeçar e ressignificar a caminhada. Toda história que vale a pena ser vivida exige fé para seguir, ousadia para transformar e amor para dar sentido pleno a cada nova página escrita.

Teu olhar.
Teu sorriso.
Minha gratidão.
Memórias eternizadas no coração.

Minha vida perdeu a cor
Desde o dia em que você se foi
Ficou no peito essa dor
Que o tempo não destrói.


Nosso amor foi tão profundo
Difícil até de explicar
Você era o meu mundo
Meu jeito doce de sonhar.


Por onde quer que você vá
Meu coração vai te chamar
No canto dos beija-flores no ar
Meu amor vai te encontrar.


Quero que você possa saber
Mesmo distante de mim
Que eu não consigo esquecer
Este amor não teve fim.

Se quer cozinhar bem, consulte um cozinheiro. Se deseja costurar com sucesso, aprenda com quem costura.
Se deseja ser feliz no amor, aconselhe-se com quem vive uma uma relação de desafios e superação.

Para aprender sobre amor verdadeiro, observe quem constrói junto, permanece com consciência e transforma dificuldades em amadurecimento, mantendo-se na mesma relação.

O amor que nasce da pureza do olhar e cresce na ingenuidade da razao, floresce no universo sem destruição.

Carrego o luto de um amor que vive em mim, mesmo após a morte da esperança de retorno.

A educação é um processo intersubjetivo por meio do qual o sujeito se constitui na relação com o outro, atravessado pela linguagem, pela cultura e pelos discursos.

Somos constituídos na e pela diferença, pois é na relação com o outro, com a linguagem e com a cultura que construímos nossas identidades e subjetividades.

Buscar a cura é ter coragem de enfrentar a dor mesmo depois do perdão, resgatando o amor-próprio, a paz e o autocuidado.

Eu aprendi que só amor não basta.
É preciso compartilhar sonhos, projetos e a vontade de caminhar juntos.

O perdão abre caminhos.
A cura ensina a recomeçar.

Há dores que o perdão acalma, mas só a cura transforma.

Quem desiste na caminhada não chega a viver aquilo para o qual estava se preparando.

O propósito floresce em quem aprende a permanecer mesmo nos dias em que ainda não consegue enxergar sentido no caminho.

Nem tudo que dói é o fim. Às vezes, é a travessia necessária entre quem fomos e quem estamos nos tornando.

Desadoro o peso do que me disseram ser obrigatório e me permito ser atravessada pelos gestos, tocada e inspirada pelo afeto.

Só amor não basta.
É preciso ter sonhos e projetos juntos.

Relações podem terminar mesmo existindo amor, especialmente quando duas pessoas não conseguem, naquele momento, transformar sentimento em equilíbrio. Mas, em razão do amor, uma reaproximação, tende a acontecer de forma mais sólida quando nasce de reflexão genuína, diálogo maduro e disposição concreta dos dois para reconstruir — e não apenas da saudade ou do sofrimento da perda.